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  • Pomelo lança Tokenização as a Service e amplia atuação em infraestrutura de pagamentos no Brasil

    A Pomelo, empresa de processamento e emissão de cartões, passa a oferecer no Brasil sua solução de Tokenização as a Service (TaaS), ampliando o acesso de emissores a uma infraestrutura integrada às principais carteiras digitais, como Apple Pay e Google Pay. A tecnologia, antes disponível apenas para clientes full service, agora pode ser adotada de forma modular, integrando-se a operações que utilizam processamento próprio ou fornecedores tradicionais. Rafael Goulart, country manager da Pomelo no Brasil, destaca que a solução foi estruturada de forma independente do core de processamento. Desenvolvida em ambiente cloud-native, ela contempla provisionamento em carteiras digitais, gestão do ciclo de vida do token e suporte a transações presenciais e online. “Construímos uma tecnologia nativamente digital, pensada desde o primeiro dia para uma jornada mobile-first. Agora estamos disponibilizando essa infraestrutura ao mercado em formato modular, permitindo que emissores adotem uma tokenização moderna com integração simplificada e foco total em experiência e performance”, afirma. Mais ativação, mais uso e maior principalidade O lançamento ocorre em um momento de crescimento das carteiras digitais no país. Mais de 54% dos consumidores brasileiros já utilizam esse tipo de solução no dia a dia, segundo levantamento da Croma Consultoria. Cada usuário mantém, em média, 3,3 carteiras digitais, de acordo com estudo da McKinsey, aumentando a competição pela preferência dentro dos dispositivos. Além disso, a tokenização se consolida como base para a digitalização das transações. Estudo feito pelas bandeiras de cartões mostra que mais de 60% das operações online no país já utilizam tokens, e o volume de credenciais tokenizadas ultrapassa 400 milhões. Na visão de Goulart, uma estratégia eficiente de tokenização impacta diretamente os indicadores de negócio do emissor. Uma jornada fluida de provisionamento em carteiras digitais acelera o início do uso do cartão e reduz fricções no onboarding, contribuindo para o aumento das taxas de ativação. “Em um cenário em que o consumidor brasileiro possui múltiplos cartões, a experiência digital é determinante para definir qual será priorizado na carteira digital. A tokenização contribui para o ganho de principalidade e presença no dia a dia do cliente”, completa o executivo. O modelo também reduz riscos de fraudes em transações digitais e permite maior controle sobre o ciclo de vida do token, fortalecendo a prevenção a riscos sem comprometer a experiência do usuário. “Quando substituímos os dados sensíveis do cartão por tokens vinculados a dispositivos específicos, reduzimos significativamente a superfície de exposição a fraudes, ao mesmo tempo em que mantemos uma experiência fluida para o usuário”, afirma. Além dos ganhos operacionais e de segurança, a tokenização gera receita adicional. “Ao estimular o uso digital e aumentar o engajamento, emissores tendem a observar maior recorrência de uso, elevação do ticket médio e crescimento do valor do cliente ao longo do tempo”, conclui Goulart.

  • Quando o financeiro vira infraestrutura: Como Pix e Open Finance estão redefinindo a base e mudando o jogo das fintechs

    O sistema financeiro brasileiro atravessa um momento de transformação que não se limita à superfície da experiência digital, mas atinge diretamente a sua base estrutural. Diferente de ciclos anteriores de inovação, nos quais novas soluções eram incorporadas ao modelo existente, o que se observa agora é uma reconfiguração da própria lógica de funcionamento do mercado. Iniciativas como Pix e Open Finance deixam de ocupar o papel de inovação e passam a operar como infraestrutura. Essa mudança, embora muitas vezes silenciosa, tem implicações profundas. A infraestrutura não compete, ela padroniza. E ao padronizar, redefine o jogo para todos os participantes. O Pix é um exemplo claro dessa transição. O que começou como um meio de pagamento instantâneo rapidamente evoluiu para uma camada central de transações. Sua expansão para novos contextos, como pagamentos recorrentes, integração com crédito e iniciação por terceiros, transforma o Pix em um elemento estrutural do sistema financeiro brasileiro. Ao mesmo tempo, o Open Finance altera a lógica de dados. Informações que antes estavam fragmentadas passam a circular de forma estruturada, permitindo uma visão mais ampla do comportamento financeiro dos usuários e abrindo espaço para novos modelos de análise, decisão e personalização. Essa combinação cria um novo ambiente competitivo. Durante muito tempo, fintechs se diferenciaram pela interface. Experiência do usuário, design e acessibilidade foram fundamentais para impulsionar o setor. No entanto, à medida que a infraestrutura se consolida, o diferencial se desloca para camadas menos visíveis, porém muito mais determinantes. Integração, arquitetura, capacidade de processamento e uso estratégico de dados passam a definir quais empresas conseguem evoluir de forma consistente. Nesse contexto, torna-se evidente que criar uma fintech hoje não é mais um exercício centrado apenas em produtos. Trata-se de construir uma operação capaz de se conectar, operar e evoluir dentro de um sistema financeiro cada vez mais integrado, regulado e orientado por dados. É exatamente nesse ponto que empresas especializadas ganham relevância. Mais do que desenvolver aplicativos, é necessário estruturar plataformas que já nasçam alinhadas a essa nova base. Nesse cenário, a Alphacode aparece como uma das empresas que vêm atuando diretamente na construção dessa nova geração de fintechs. Com experiência no desenvolvimento de plataformas financeiras digitais completas, sua atuação envolve desde a integração com infraestruturas como Pix e Open Finance até a construção de arquiteturas preparadas para escalabilidade, segurança e evolução contínua. Mais do que tecnologia, o que está em jogo é a capacidade de traduzir a complexidade do sistema financeiro em operações funcionais, sustentáveis e prontas para competir em um ambiente que já não tolera improviso.

  • Mercado de fintechs deve perder 1400 empresas até 2028: tokenização vai salvar o setor?

    O mercado de fintechs no Brasil deve passar por uma forte consolidação nos próximos anos, com a projeção de que, até 2028, restem cerca de 600 empresas em operação, entre fusões, aquisições e o encerramento de atividades. Atualmente, o país possui mais de 2000 fintechs ativas – e seu crescimento em 77% desde 2020, conforme dados da A&S Partners, aconteceu devido a uma legislação menos rígida. Agora, o movimento marca uma virada no setor, que deixa para trás o ciclo de expansão acelerada para entrar em uma fase mais seletiva e orientada à sustentabilidade dos negócios. Na prática, fintechs que não conseguirem equilibrar crescimento com governança e compliance tendem a perder espaço ou desaparecer. Para Carlos Akira Sato, especialista em Legal & Compliance em Mercados Regulados e Tokenização de Ativos, o momento é de mudança estrutural no setor. “O mercado de pagamentos encerrou 2025 com o fim da era do crescimento a qualquer custo”, afirma. Segundo ele, a tendência agora é de maior disciplina operacional e adaptação às regras do sistema financeiro. As recentes resoluções do BCB que elevaram as exigências de capital mínimo e patrimônio líquido para as Entidades Supervisiondas enviaram um recado claro: a solvência é a prioridade. O escalonamento dessas exigências forçou uma consolidação necessária. “No meu entendimento, esse movimento prejudica a inovação, mas garante que as instituições que sustentam o PIX e o Open Finance tenham musculatura para suportar crises sistêmicas. Para o executivo C-Level, o desafio deixou de ser apenas a aquisição de clientes e passou a ser a  eficiência na alocação de capital . O custo da conformidade subiu, e a gestão financeira precisa ser cirúrgica”, afirma o especialista. Diante desse ambiente mais restritivo, a tokenização da economia surge como uma alternativa estratégica para destravar valor e ampliar o acesso ao mercado. “Estamos entrando em uma nova fase: a institucionalização da tokenização”, destaca Akira, ao apontar que a tecnologia permite transformar ativos em representações digitais negociáveis, com potencial de aumentar liquidez e eficiência. Na avaliação do especialista, a tokenização pode funcionar como ponte entre inovação e exigências regulatórias, ao criar estruturas mais transparentes e rastreáveis. “Isso tende a facilitar tanto a atuação das fintechs quanto a supervisão por parte dos órgãos reguladores”, acrescenta. Com menos players e um ambiente mais sofisticado, o setor financeiro caminha para uma nova configuração, em que sobreviverão as empresas capazes de combinar solidez, tecnologia e inovação. “Nesse contexto, a tokenização desponta não apenas como tendência, mas como um dos principais vetores para a próxima fase das fintechs no Brasil”, conclui Akira.

  • GYRA+ anuncia primeira edição do Credit Innovation em Belo Horizonte para maio de 2026

    Evento reúne especialistas do setor financeiro para debater inovação em crédito, inteligência artificial e soluções para PMEs; BH consolida posição como polo estratégico do ecossistema financeiro nacional. Belo Horizonte entra no calendário oficial do Credit Innovation. A GYRA+, empresa de tecnologia especializada em soluções para o mercado de crédito, confirmou a realização da primeira edição do evento na capital mineira para o dia 7 de maio de 2026. O encontro acontecerá no P7 Criativo, espaço que se tornou um dos endereços mais simbólicos da cena empreendedora e de inovação de BH, das 9h às 12h. O Credit Innovation chega a Belo Horizonte em um momento de expansão do evento, que já conta com edições realizadas em São Paulo e tem ganhado reconhecimento como um dos principais fóruns de debate sobre o futuro do crédito no Brasil. A edição mais recente, realizada em março de 2026 no Cubo Itaú, em São Paulo, considerado um dos maiores hubs de inovação da América Latina, atraiu lideranças do setor financeiro e pode ser acessada na íntegra pelo canal oficial da GYRA+ no YouTube ( https://www.youtube.com/live/0yexiSx7CnY ). Três painéis, uma agenda estratégica A programação da edição mineira está estruturada em três painéis temáticos, cada um deles voltado para um dos eixos mais relevantes do setor de crédito na atualidade. O primeiro painel abordará IA no Crédito, tema que domina as discussões do mercado financeiro global e que, no Brasil, tem gerado transformações profundas nos modelos de concessão, análise de risco e personalização de produtos financeiros. A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante para se tornar uma ferramenta concreta na operação de bancos, fintechs, gestoras e demais players do mercado de crédito e o evento promete aprofundar esse debate com exemplos práticos e visões de especialistas. O segundo painel colocará em discussão o tema Crédito em Escala, um desafio histórico para o mercado brasileiro. Como ampliar o acesso ao crédito sem comprometer a qualidade da carteira? Quais tecnologias e modelos de negócio permitem crescer com eficiência e controle de risco? Essas são perguntas que movimentam executivos e investidores do setor, e que devem nortear os debates ao longo da manhã. Fechando a programação, o painel sobre Crédito PME aborda um dos segmentos mais desafiadores do mercado financeiro brasileiro: o financiamento de pequenas e médias empresas, que representa a espinha dorsal da economia brasileira e que ainda enfrenta enormes barreiras no acesso a linhas de crédito adequadas. Com a chegada de novos instrumentos como FIDCs, CRIs, antecipação de recebíveis e plataformas digitais de crédito, o cenário tem mudado, mas os gargalos ainda são significativos. Por que Belo Horizonte? A escolha de BH como sede da primeira edição fora do eixo paulistano não é casual. A capital mineira ocupa uma posição estratégica no mapa financeiro do país. A cidade é sede de instituições bancárias de expressão nacional, abriga um número expressivo de FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), além de concentrar um ecossistema vibrante de fintechs e empresas de tecnologia financeira que atuam tanto no mercado local quanto em escala nacional. Além disso, Belo Horizonte é um dos maiores polos industriais do Brasil, com forte presença de empresas dos setores de mineração, construção civil, agronegócio e varejo, setores que demandam constantemente soluções de crédito sofisticadas e adaptadas às suas realidades operacionais. A combinação entre demanda corporativa aquecida e um ecossistema de inovação em crescimento faz de BH um terreno fértil para o tipo de conversa que o Credit Innovation se propõe a fomentar. Speakers ainda a confirmar A organização ainda não divulgou a lista de palestrantes para cada um dos painéis, mas o mercado já antecipa uma grade de alto nível. Dado o peso estratégico de Belo Horizonte no cenário financeiro e industrial nacional, a expectativa é de que o evento reúna vozes representativas de bancos, gestoras, fintechs, fundos de crédito e empresas que atuam na interseção entre tecnologia e serviços financeiros. Os nomes devem ser anunciados nas próximas semanas pelos canais oficiais da GYRA+. Sobre o Credit Innovation O Credit Innovation é um evento criado e organizado pela GYRA+ com o objetivo de aproximar profissionais, empreendedores, investidores e lideranças do setor financeiro em torno de um debate qualificado sobre o presente e o futuro do crédito no Brasil. Com foco na interseção entre tecnologia e crédito, o evento se posiciona como um espaço de troca de experiências, apresentação de tendências e construção de conexões estratégicas. A GYRA+, como empresa de tecnologia voltada ao mercado de crédito em geral, usa o evento para fomentar o avanço do setor como um todo. Para participar do mailing do evento, envie seu nome completo, empresa, cargo, email e telefone para: bizdev@gyramais.com 📅 Data: 7 de maio de 2026 ⏰ Horário: 9h às 12h 📍 Local: P7 Criativo — Belo Horizonte (MG) 🎥 Edição anterior (março/2026 – Cubo Itaú/SP):   ttps:// www.youtube.com/live/0yexiSx7CnY

  • Na mira de bancos e fintechs, Payface lança autenticação de biometria facial por link

    Instituições financeiras, bancos, fintechs, varejistas e empresas que precisam lidar com dados sensíveis no geral vêm enfrentando um dilema recorrente: elas precisam elevar a segurança em processos críticos, como troca de senha, alteração de dados cadastrais e realização de transações de alto valor, mas sem sobrecarregar as áreas de tecnologia e produto.  Em muitos casos, essa modernização também esbarra na dívida técnica: de acordo com dados da McKinsey, até 71% do impacto das transformações empresariais depende da tecnologia. Ao mesmo tempo, cerca de 40% dos orçamentos de TI são consumidos por custos de manutenção e correção de passivos tecnológicos acumulados ao longo do tempo. Na prática, as empresas pagam de 10% a 20% a mais em cada projeto para lidar com complexidades herdadas.   Atenta a esse cenário, a Payface anuncia a expansão das funcionalidades do SDK Fortface, sua plataforma de identidade digital baseada em biometria facial. A novidade é o Fortface via link, que permite realizar autenticação facial a partir de um link web, dispensando a necessidade de download de aplicativos. A nova funcionalidade simplifica a integração para empresas e reduz a fricção na experiência do usuário em jornadas digitais como alteração de dados cadastrais, recuperação de senhas, confirmação de transações e processos de onboarding.  Para as empresas, a modalidade é estratégica por proporcionar agilidade e dispensar a gestão de atualizações constantes, permitindo uma implementação rápida em diversas infraestruturas de TI. A tecnologia Fortface é um SDK de biometria facial que utiliza algoritmos de Liveness Detection (Detecção de Vivacidade) de última geração e realiza a validação de identidade em apenas 4 segundos, uma performance três vezes superior à média do mercado. “Nossa solução combina segurança, com certificação iBeta 1 e 2, que atesta resistência contra ataques de apresentação sofisticados, como o uso de fotos, vídeos e deepfakes, com uma abordagem customizada para o mercado brasileiro, pois a tecnologia é treinada com base no fenótipo do nosso país”, afirma Eládio Isoppo, CEO da Payface.  O Fortface também possui mecanismos de anti-injeção, que bloqueiam tentativas de fraude no software e manipulações de dados em milissegundos. Além disso, a solução é pensada para a experiência do usuário, pois identifica a presença de vida sem exigir movimentos complexos ou desafios.  “Projetada para estar em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), nossa tecnologia garante o tratamento ético e seguro de dados biométricos, atendendo a setores altamente regulamentados como bancos, seguradoras e plataformas de apostas online”, finaliza Isoppo.

  • Pierre, assistente de IA de gestão financeira, transforma controle de contas em uma conversa

    Existe um paradoxo nas finanças pessoais: quanto mais ferramentas de controle financeiro uma pessoa baixa, menos ela entende sobre o próprio dinheiro. Planilhas exigem disciplina.  Apps  de banco entregam gráficos que ninguém interpreta. Relatórios chegam tarde demais. O resultado é sempre o mesmo: a sensação incômoda de que o dinheiro escapa sem explicação. O Pierre , assistente de IA que conversa com seu dinheiro, inverte essa lógica. Em vez de pedir que você organize suas finanças, ele faz isso por você – e conta o que importa, numa conversa simples. Sem gráficos confusos. Sem categorias para preencher. Sem esforço. Lançado em julho de 2025, o Pierre já processou mais de 64 milhões de transações, trocou mais de 1 milhão de mensagens em 175 mil conversas e transformou a relação de milhares de brasileiros com o próprio dinheiro. O problema nunca foi falta de dados – mas falta de tradução e entendimento. A maioria dos  apps  financeiros comete o mesmo erro: entrega mais informação para pessoas que já não sabem o que fazer com os insumos que têm. O Pierre parte de um princípio diferente: o de que ninguém quer virar analista financeiro da própria vida. Mas o de que as pessoas querem três coisas fundamentais: saber se estão bem, ser avisadas quando algo está errado e receber ajuda para decidir. "Uma usuária me mandou mensagem dizendo que o Pierre encontrou R$ 380 em assinaturas que ela nem lembrava que existiam", conta Lucas Porto, fundador do Pierre. "Ela não precisou abrir uma planilha, cruzar extratos ou revisar faturas. O Pierre simplesmente avisou. E isso transforma a relação com o dinheiro, porque a pessoa sente que alguém está cuidando." Três agentes que trabalham enquanto você vive O Pierre funciona com uma arquitetura multiagente: inteligências especializadas que monitoram, analisam e agem de forma coordenada, sem que o usuário precise pedir. São eles:  Albert , que vigia o dia a dia, detecta cobranças estranhas, gastos fora do padrão e avisa na hora. A  Marie , que analisa o comportamento a cada quinzena – identificando tendências antes que virem problemas. E o  Galileu , que entrega a visão mensal, com projeções, rebalanceamento e estratégia. O usuário também pode criar agentes personalizados: um que monitore o dólar e sugira ajustes na carteira, outro que envie um relatório mensal automático, outro que alerte quando os gastos com delivery passarem de um limite. Com isso, a gestão financeira deixa de ser uma tarefa e passa a ser algo que simplesmente acontece. Por que funciona: mais confiança, menos esforço O instinto da indústria de finanças pessoais é dar uma avalanche dados ao usuário – mais gráficos, mais categorias, mais dashboards . O Pierre faz o oposto: limpa a visualização do usuário e entrega algo mais valioso: a tranquilidade de saber que alguém competente está olhando. É contraintuitivo, mas é exatamente por isso que funciona. A mesma lógica que faz, por exemplo, o mapa de um aplicativo de corrida reduzir a ansiedade da espera – não porque o carro chega mais rápido, mas porque a incerteza desaparece. CloudWalk acelera a escala Adquirido pela CloudWalk, dona da InfinitePay, em agosto do ano passado, o Pierre ganhou infraestrutura para evoluir mais rápido e acesso direto a um dos maiores ecossistemas financeiros do Brasil. A integração permite funcionalidades mais profundas, maior personalização e o potencial de levar essa inteligência a milhões de brasileiros que hoje convivem com a angústia silenciosa de não entender o próprio dinheiro. "O Pierre nasceu de uma frustração minha com uma fatura de cartão de crédito. Hoje, dentro da CloudWalk, a visão é tornar a gestão financeira algo tão natural quanto uma conversa: contínuo, automatizado e acessível", conclui Porto.

  • Insurtech Brasil 2026 chega à 9ª edição como principal encontro de tecnologia e inovação em seguros do país

    O evento Insurtech Brasil 2026 chega à sua 9ª edição consolidado como o principal encontro de tecnologia e inovação em seguros do país. Realizado no dia 28 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo, o evento deve reunir mais de 1,5 mil participantes entre profissionais de seguradoras, fintechs, plataformas digitais, investidores e executivos do setor.   Mais do que um fórum de debates, o evento Insurtech Brasil 2026 se posiciona como um ambiente de conexão entre diferentes modelos de negócio do mercado de seguros, promovendo a aproximação entre quem desenvolve tecnologia, quem distribui e quem opera a indústria.   Um dos principais diferenciais da edição de 2026 é o foco em canais de distribuição digital, com a presença de bancos, fintechs, varejistas e plataformas que vêm redefinindo a forma como o seguro chega ao cliente. O evento se consolida como um ponto de encontro estratégico para seguradoras que buscam expandir sua atuação por meio de novos canais e parcerias.   A edição também reforça a presença das principais seguradoras do país, com executivos de grandes grupos participando dos debates ao longo da programação, evidenciando o amadurecimento do encontro e sua relevância para decisões estratégicas do setor.   Para José Prado, CEO do Insurtech Brasil , o evento reflete um momento de virada no mercado. “O Insurtech Brasil nasceu com o propósito de conectar o ecossistema, e hoje vemos isso acontecendo de forma concreta. Seguradoras, plataformas, distribuidores e empresas de tecnologia estão construindo juntos novos modelos de negócio, com muito mais integração e foco no cliente”, afirma. Segundo o executivo, a edição de 2026 evidencia o amadurecimento da inovação no setor. “O que antes era visto como tendência já faz parte da operação das empresas. O embedded insurance, o uso de dados e a inteligência artificial estão redesenhando o mercado. O evento é o espaço para discutir como transformar essas possibilidades em escala e resultado.”   A programação foi estruturada para atender diferentes perfis do mercado. Para seguradoras, o evento representa uma oportunidade de identificar novos canais de distribuição e parcerias. Para empresas que estruturam novas operações, como MGAs e plataformas, é um ambiente para troca de experiências e desenvolvimento de modelos. Já para executivos e áreas de tecnologia, o encontro oferece acesso a soluções, tendências e casos práticos de inovação aplicada.   Um dos eixos centrais da edição de 2026 é o avanço das MGAs no Brasil, tema que ganha cada vez mais relevância no mercado e que será debatido sob a ótica de governança, estruturas de capital, estratégias de escala e criação de novas operações.   Na frente tecnológica, o evento aprofunda discussões sobre modernização das seguradoras, com foco em sistemas core, arquitetura de dados, uso de APIs e aplicações de inteligência artificial. Temas como sinistros automatizados, prevenção à fraude e integração de sistemas legados também ganham destaque na agenda.   Juliana Montez, CEO da Pluvon e organizadora do encontro, destaca o papel do evento como catalisador de conexões. “O Insurtech Brasil é, acima de tudo, um ambiente de construção. Ao reunir diferentes perfis de empresas e lideranças, conseguimos acelerar parcerias, gerar negócios e ampliar o acesso à proteção por meio de soluções mais integradas e digitais”, afirma.   O Insurtech Brasil atua como um hub de inovação para o mercado de seguros, sendo o evento anual um dos principais pontos de conexão desse ecossistema.   A realização do evento Insurtech Brasil 2026 conta com o apoio de empresas que vêm contribuindo ativamente para o desenvolvimento da inovação no mercado de seguros. Nesta edição, participam como patrocinadores as empresas Guidewire e Adyen, na categoria Gold; add, insurMO, brick e Getrak, como Silver; e Carbigdata, Confitec e Safe2Go, como Bronze. O evento conta ainda com o apoio institucional de ITC Vegas, ITC Latam e MIA Hub, reforçando a conexão do encontro com o ecossistema global de inovação em seguros.   Mais informações e inscrições estão disponíveis em: https://www.insurtechbrasil.com

  • RecargaPay se consolida como única fintech independente do Brasil a aceitar pagamentos com Apple Pay

    O RecargaPay vem ampliando o uso de carteiras digitais no Brasil ao se consolidar como a única fintech independente do país a aceitar pagamentos via Apple Pay. A integração reforça o posicionamento da empresa como uma plataforma aberta e flexível, permitindo que clientes utilizem seus próprios cartões, inclusive de terceiros, em diferentes fluxos de pagamento dentro do aplicativo.   A aceitação do Apple Pay ocorre em um momento de amadurecimento do mercado de pagamentos digitais no Brasil, com consumidores cada vez mais atentos à conveniência, à segurança e à rapidez no checkout. Ao adotar um modelo que aceita cartões de diferentes emissores, o RecargaPay amplia a liberdade de escolha dos clientes e reduz barreiras típicas de ecossistemas mais fechados. “Esse movimento é relevante porque amplia o acesso a carteiras digitais em um mercado ainda marcado por limitações de emissor. Nosso objetivo é operar como uma plataforma aberta, que se adapta ao comportamento dos clientes e não o contrário, oferecendo mais opções de pagamento sem restringir a experiência” , afirma Gilmar Hansen, vice-presidente sênior de Produtos do RecargaPay.   O movimento acontece em um momento de forte expansão dos pagamentos digitais no Brasil, com a adoção de transações por aproximação já consolidada entre os consumidores. Estudos indicam que cerca de 70% das transações com cartão no país são feitas por meio de pagamentos contactless, que entre março de 2024 e março de 2025 cresceram quase 40% em volume transacionado, refletindo a consolidação dessa tecnologia no varejo físico.   Estudos internacionais, como o do Imarc Group, apontam que o tamanho do mercado de pagamentos móveis no Brasil deve crescer de forma robusta nos próximos anos, impulsionado pela difusão de smartphones e pela demanda por conveniência, com projeções de alta significativa no uso e na receita do setor até 2034.   Dados internos da empresa mostram que clientes que realizam pagamentos com Apple Pay apresentam um comportamento distinto. Eles tendem a parcelar mais pagamentos e a realizar compras com ticket médio mais alto, fatores que contribuem para maior engajamento e retenção ao longo do tempo.   Outro ponto relevante é a segurança. Todas as transações feitas com Apple Pay passam por autenticação forte, o que ativa o modelo de liability shift. Na prática, isso resulta em índice zero de chargeback nesse tipo de pagamento, reduzindo custos operacionais e trazendo maior previsibilidade ao processamento financeiro. Além disso, o fluxo de pagamento com Apple Pay reduz fricções no checkout. A combinação de tokenização, autenticação biométrica e aprovações mais rápidas contribui para menor abandono de transações e melhora a experiência dos clientes.   “A integração com o Apple Pay reforça nossa visão de oferecer uma plataforma aberta, em que os clientes escolhem como pagar e com qual cartão, sem restrições. Observamos que o uso do Apple Pay está associado a transações de maior valor, maior recorrência e risco praticamente inexistente de chargeback, o que gera benefícios claros para todo o ecossistema” , completa Hansen. Ao apostar em carteiras digitais e em um modelo que aceita cartões de diferentes emissores, o RecargaPay se diferencia em um mercado cada vez mais competitivo e reforça seu posicionamento como uma das plataformas financeiras mais flexíveis do país.

  • Stablecoins no Imposto de Renda exige atenção das empresas; veja como declarar e evitar problemas

    O uso de stablecoins no Brasil avançou nos últimos anos e impacta diretamente a forma como operações com criptoativos são registradas, controladas e informadas pelas empresas no cumprimento de suas obrigações fiscais e contábeis em 2026. Antes restritas a estratégias pontuais de alocação, essas moedas digitais passaram a integrar rotinas corporativas como remessas ao exterior, pagamentos internacionais, liquidação de operações e movimentações atreladas ao dólar, exigindo atenção redobrada ao registro completo das transações e à correta prestação de informações à Receita Federal. Para a pessoa jurídica, o principal desafio está em manter consistência entre compras, vendas, conversões, transferências entre plataformas, movimentações entre carteiras e formação de saldo, sem considerar apenas a posição final. Isso porque a fiscalização conta com acesso a dados detalhados e mecanismos de cruzamento cada vez mais precisos. Em empresas com maior volume operacional, erros, omissões ou falhas de rastreabilidade podem gerar inconsistências fiscais, exposição a autuações, penalidades e necessidade de retificação de informações acessórias e contábeis. Como funcionam as regras para empresas que operam com stablecoins Stablecoins como Tether (USDT) e USDC devem ser tratadas pela pessoa jurídica com atenção à classificação contábil e fiscal aplicável, considerando a natureza da operação e a forma de reconhecimento dos ativos no balanço. Em termos práticos, é essencial que a empresa mantenha o registro pelo valor de aquisição em reais, com base no custo histórico, e preserve a documentação que comprove a origem, a finalidade e a movimentação dos recursos. Dependendo do regime tributário e da estrutura operacional da companhia, operações de venda, permuta, conversão para moeda fiduciária ou utilização em liquidação de pagamentos podem gerar efeitos tributários e demandar apuração adequada de resultado. Trocas entre criptomoedas, como Bitcoin por USDT, devem receber atenção especial, pois podem configurar baixa de um ativo e aquisição de outro, com eventual reconhecimento de ganho ou perda, conforme o enquadramento contábil e fiscal adotado pela empresa. Além disso, movimentações realizadas em exchanges estrangeiras ou em carteiras próprias exigem controle rigoroso, especialmente em casos de volumes relevantes, operações recorrentes ou fluxos internacionais, já que a Receita Federal exige prestação de informações específicas e vem ampliando o nível de detalhamento esperado no reporte dessas movimentações. Alguns cuidados ajudam a reduzir inconsistências e manter o alinhamento entre as informações contábeis, fiscais e operacionais da empresa ao longo do ano: ●       Registrar o saldo dos ativos pelo valor de aquisição em reais, conforme a política contábil adotada ●       Controlar compras, vendas, conversões e transferências com datas, valores e documentação correspondente ●       Identificar com precisão operações que possam gerar ganho, perda ou outro efeito tributário ●       Monitorar movimentações realizadas fora de exchanges nacionais ou em estruturas de self-custody ●       Manter extratos, comprovantes, hashes de transações e registros de movimentações entre carteiras e plataformas ●       Garantir conciliação entre controles internos, registros contábeis e obrigações acessórias De acordo com Renato Lima, fundador e diretor de operações da Onda Finance, o principal desafio para as empresas não está apenas no cumprimento das regras, mas na consolidação e rastreabilidade das operações. “O uso frequente de stablecoins em diferentes contextos corporativos exige registro detalhado de cada movimentação, incluindo compras, vendas, conversões, transferências e pagamentos, para que seja possível acompanhar o fluxo completo dos recursos e identificar eventuais impactos fiscais e contábeis. Ter esse controle aumenta a segurança e reduz o risco de inconsistências”, explica. Onde surgem os principais erros nas operações corporativas Mais de 80% das transações com criptoativos realizadas por brasileiros envolvem stablecoins, o que evidencia a forte presença dessas moedas em transferências, pagamentos e movimentações em moeda forte. No ambiente corporativo, as inconsistências tendem a surgir com mais frequência em operações de maior volume ou complexidade, como transferências entre plataformas, conversões sucessivas, uso em pagamentos internacionais ou remessas ao exterior, situações que exigem rastreabilidade detalhada e integração entre áreas financeira, contábil e fiscal. Falhas nesse processo costumam estar ligadas à ausência de um registro estruturado, à perda de histórico transacional ou à documentação incompleta, fatores que dificultam a reconstrução das operações e comprometem a consistência dos dados informados. Além disso, o descumprimento de obrigações acessórias ou a divergência entre o que foi movimentado e o que foi reportado pode gerar penalidades e elevar o risco de questionamentos por parte da Receita Federal. Segundo Lima, problemas costumam surgir com a organização das informações deixada apenas para o fechamento contábil ou para o momento de entrega das obrigações fiscais. “Se a empresa não mantém um controle contínuo das operações, a consolidação das informações se torna mais complexa e sujeita a erros. Registrar valores em reais, datas, comprovantes, histórico de conversões e finalidade econômica de cada transação ao longo do tempo reduz significativamente o risco de inconsistências”, afirma. Organização ao longo do ano reduz riscos para a PJ O crescimento do uso de stablecoins torna indispensável que a pessoa jurídica mantenha um controle estruturado das informações ao longo de todo o exercício, especialmente em operações que envolvem múltiplas plataformas, conversões frequentes e fluxos internacionais. Acompanhar essas movimentações de forma contínua permite maior consistência na apuração de resultados, redução de divergências, melhor governança sobre os ativos digitais e preenchimento mais seguro das obrigações exigidas. Na avaliação do executivo, não basta considerar apenas o saldo final em carteira, mas também garantir visibilidade sobre a origem dos recursos, a sequência das operações, a finalidade de uso e a identificação de eventos com potencial impacto tributário e contábil. “Manter esse controle permite maior previsibilidade e segurança para a empresa no cumprimento de suas obrigações, ao organizar de forma consistente toda a movimentação e facilitar eventuais conferências, auditorias ou revisões”, conclui.

  • MagaluPay SCFI emite seu primeiro CDB

    O MagaluPay SCFI acaba de lançar seu primeiro Certificado de Depósito Bancário (CDB). O movimento estratégico da financeira do grupo Magalu tem como objetivo trazer flexibilidade, otimização fiscal, baratear  e ampliar as fontes de financiamento da carteira de Crédito Direto ao Consumidor (CDC) da companhia. O produto já está disponível na plataforma da corretora XP Investimentos a partir de 104,5% para resgate em dois anos, 103% para um ano e 102,5% para seis meses. Embora recente - o Banco Central emitiu a licença de financeira para o MagaluPay em fevereiro de 2025 -, a financeira também recebeu seu primeiro rating, vindo da Fitch, uma das três maiores agências internacionais de classificação de risco de crédito. Classificada como Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)', com perspectiva estável, a nota chancela a solidez do braço financeiro da companhia e o trabalho de governança da área sob a liderança de Jörg Friedemann. “Esse nosso primeiro CDB e o rating da Fitch representam o maior marco do MagaluPay SCFI. Podemos dizer que, finalmente, a nossa financeira nasceu de fato”, diz Jörg Friedemann, CEO da vertical. “Temos trabalhado para ampliar nossas fontes de financiamento, desenvolvido uma modelagem de crédito própria, o que vai nos trazer vantagens na diversificação, precificação e oferta de novos serviços no MagaluPay”.  Avanços estratégicos Em 2025, cerca de 10% da originação do CDC do Magalu já era feito através da SCFI, número que já está em aproximadamente 50% ao final de março. A expectativa é de que 100% da originação do produto ocorra dentro da SCFI até o final deste semestre. A companhia fechou o ano com uma carteira de CDC de 1,8 bilhão de reais, um avanço de 15% em relação a dezembro de 2024. Um dos pilares do novo ciclo estratégico do Magalu passa por fortalecer a alavanca de serviços financeiros via MagaluPay, por meio da integração dos serviços financeiros de crédito, seguros, consórcio e investimentos de forma nativa na jornada de compra dos clientes, tanto na plataforma digital quanto nas lojas físicas, para impulsionar relacionamento, vendas e rentabilidade.  O objetivo é transformar produtos que hoje são transacionais em produtos de relacionamento. Com o MagaluPay SCFI, o Magalu tem a capacidade de desenvolver produtos financeiros próprios e de forma ainda mais eficiente, com novos instrumentos de financiamento e otimização tributária.

  • Núclea passa a tokenizar unidades de recebíveis de cartão

    Em um mercado de cartões que movimenta mais de 4 trilhões de reais por ano no Brasil e a média do volume antecipado fica apenas em torno de 30%, a antecipação de recebíveis se torna uma opção importante para concessão de crédito. Como forma de gerar maior agilidade no processo de negociação e ampliar a sua capilaridade, a Núclea lançou uma iniciativa para tokenização de unidades de recebíveis (UR) de cartão.  A solução foi concebida para atender à crescente demanda por alternativas eficientes de financiamento e gestão de recebíveis. A tokenização ajuda a ampliar as opções de  funding  e diminui o custo operacional que, muitas vezes, é elevado. A empresa usa a tecnologia blockchain proprietária, a Núclea Chain, para se conectar ao sistema de registro de recebíveis para capturar URs e tokenizá-las, com base nos critérios estabelecidos pelo cliente contratante, sendo o público-alvo instituições financeiras, fundos de investimento e outras instituições ou entidades, financeiras ou não financeiras que tenham o ativo registrado em posse.  Entre os benefícios, está a possibilidade realizar a tokenização de UR’s (unidades recebíveis). “Conseguimos assegurar confiabilidade e imutabilidade em toda a jornada do ativo ao mesmo tempo que estimulamos o mercado com impacto positivo para os players desse ecossistema”, explica o Vice-Presidente de Negócios da Núclea, Rodrigo Furiato.  Para estabelecimentos comerciais, a tokenização de UR de cartão se torna uma nova alternativa para antecipação e capital de giro junto a plataformas de  crowdfunding  ou bancos que distribuem tokens. Já para bancos e tokenizadoras é uma possibilidade de fazer a cessão, gerar produtos internos, usar como alocação em garantia e distribuir para clientes. Na ponta final, se torna uma opção de diversificação de portfólio de investimentos para Pessoas Físicas (via plataforma de distribuição de parceiro) ou Pessoas Jurídicas, antes acessível apenas por bancos. A segurança também é outro atributo em destaque. Em caso de cancelamento da fração da UR por qualquer motivo (em causa de fraude ou  chargeback , por exemplo), o sistema reflete no status do token, realizando a queima ( burn ), deixando o cliente ciente e tornando o token em questão inativo. “A tokenização é responsável por espelhar, representar e dar visibilidade às informações registradas na Registradora, ou seja, não cria novo registro, nova agenda ou qualquer estrutura paralela que gere duplicidade, atraso informacional ou interferência dos fluxos regulados existentes. Na verdade, o processo é o mais rastreável e transparente possível, além de trazer maior eficiência operacional durante todo o ciclo do ativo”, ressalta Furiato.   Essa iniciativa marca mais um avanço no trabalho com tokenização e ativos digitais que conta com apoio de importantes players desse ecossistema. "A tokenização de recebíveis de cartão representa uma evolução natural do mercado de crédito no Brasil. Ao combinar a infraestrutura robusta da Núclea com tecnologias de tokenização, é possível aumentar a transparência, a eficiência operacional e ampliar o acesso a essa classe de ativos. Para a Zuvia, participar da construção e do piloto dessa plataforma reforça nosso papel em conectar o mercado de crédito tradicional à economia digital”, afirma Matheus Montanini, Co-Fundador e COO da Zuvia.  Além de UR de cartão, a Núclea já tokeniza duplicatas e cotas de consórcio para negociação no mercado secundário. No início do ano, a empresa anunciou ainda o lançamento de uma  stablecoin  própria, a BRLN, que visa dar suporte à liquidação e compensação de ativos no ambiente digital.

  • XP anuncia campanha especial de aniversário dos cartões de crédito com vantagens exclusivas em viagens, tecnologia, moda e serviços premium

    A XP inicia hoje a campanha de aniversário dos cartões de crédito, celebrando cinco anos desde o lançamento da família de cartões e reunindo vantagens exclusivas para clientes dos cartões XP Visa Infinite One, Infinite e Legacy. A agenda especial inclui benefícios em viagens, tecnologia, moda e serviços premium, além da estreia do novo design dos cartões One e Infinite. Consulte os termos e condições da campanha no site  Aniversário Cartões XP - 5 anos - XPI . XP + Livelo: ação inédita de pontos extras e benefícios exclusivos A Livelo é um dos destaques da campanha de aniversário, com condições especiais e ofertas exclusivas para clientes dos cartões XP. Bônus de2 mil pontos Livelo  na transferência a partir de 15 mil Pontos XP, válido exclusivamente no dia 25 de março. O crédito dos pontos extras ocorre em até 30 dias, limitado a uma bonificação por CPF. 20%de desconto  no resgate de voos e hotéis para Porto Seguro (BA) e Barcelona realizados na plataforma Livelo, aplicado por meio de cupom promocional, com pagamento em pontos ou pontos mais dinheiro. Válido de 23 a 31 de março, sujeito à disponibilidade. 10% devolta dos pontos  utilizados no resgate de voos para Recife e Cancún dentro da plataforma livelo, para resgates realizados entre 23 e 25 de março, exclusivo para reservas realizadas por meio da parceria Livelo com a CVC, limitado a 20.000 pontos. Cupom de 20%de desconto no Shopping Livelo , válido de 23 a 31 de março, para produtos selecionados e compras pagas integralmente em pontos.  40%de pontos extras  na assinatura do Clube Livelo, com o cupom exclusivo para clientes XP. Turbo Livelo ,com possibilidade de multiplicação de pontos acumulados nos últimos 12 meses, aumentando o saldo em até 20 vezes, conforme regras do programa, válido de 24 a 31 de março.  Para saber mais sobre as regras e condições de cada um dos benefícios, acesso o regulamento da campanha,  clicando aqui . Super Week de aniversário: duas janelas de ofertas na Central de Benefícios no app A campanha reúne condições ampliadas de Investback e acúmulo de Pontos XP em grandes marcas, com pontuações especiais superiores às praticadas regularmente. São mais de 60 marcas com pontuação acima do padrão na Central de Benefícios da XP. 23 a 25 de março Nike, Fastshop, Adidas, Centauro, Cobasi, Renner, Lacoste, Natura, Monte Carlo e Azul, com percentuais diferenciados de Investback e Pontos XP por dólar, conforme regra de cada parceiro. 26 a 29 de março Kabum, Vivara, Lacoste, Monte Carlo, Beleza na Web, Natura, Café L’or, Cobasi e Renner, mantendo condições especiais de Investback e acúmulo de Pontos XP durante o período. Benefícios adicionais para cartões One e Infinite Os Cartões XP One e XP Infinite participam da campanha com vantagens adicionais, incluindo condições especiais nos salões de beleza Style Bar, cupons exclusivos no e-commerce da Minimal Club e cortesias na rede de restaurantes Coco Bambu, além de benefícios no Shell Box e descontos na Samsung. Benefícios XP Legacy: vantagens em hotéis, viagens e serviços premium Clientes XP Legacy contarão com condições especiais no concierge durante o período da campanha. No W Hotel São Paulo, as reservas realizadas via concierge incluem benefícios como café da manhã para duas pessoas, crédito adicional para uso no hotel e possibilidade de upgrade e late check-out, válidas para reservas feitas até 1º de maio de 2026, com estadia de duas noites ou mais, conforme disponibilidade do hotel. Nas viagens internacionais, o concierge oferece condições diferenciadas em passagens executivas com companhias aéreas e destinos selecionados, incluindo descontos no segundo bilhete e vantagens adicionais na jornada, observadas as regras e disponibilidade de cada empresa. Além do concierge, os clientes Legacy terão acesso a benefícios adicionais no período da campanha, como o plano exclusivo de secretariado pessoal da Tempo, a curadoria de rótulos especiais com desconto na Grand Cru, até 40% de desconto em produtos Samsung e cupom de até 20% no Galaxy S26 até 31 de março, além de condições promocionais nos serviços de consultoria de vistos e passaportes da You Visa.

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