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- Nova normativa fortalece a confiança e a governança no mercado de fintechs e FIDCs
A recente publicação da Instrução Normativa RFB nº 2.278/2025, voltada para fintechs e instituições de pagamento, trouxe ao centro do debate a importância do combate à lavagem de dinheiro e à evasão fiscal. Embora o setor reconheça o desafio do aumento nas exigências de compliance, a medida representa um avanço para a transparência, a governança e a proteção do mercado. Israel Malheiros, COO da Vertrau , explique que Ao equiparar as fintechs aos bancos em termos de reporte e obrigações acessórias, via e-Financeira, a Receita Federal fecha brechas que permitiam a utilização dessas estruturas para práticas ilícitas. Isso amplia a confiança dos investidores e reduz riscos reputacionais, especialmente para FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) que dependem da qualidade e da rastreabilidade dos recebíveis. "Entre as principais mudanças, estão a exigência de informações mais detalhadas dos clientes, como identificação completa do sacado/pagador e do beneficiário final, documentação comprobatória, trilhas de auditoria e processos de due diligence mais rigorosos. Essas medidas, somadas a SLAs de integração mais robustos, elevam o padrão de governança e reduzem fragilidades de origem", afirma Malheiros. O COO da Vertrau, infratech B2B que simplifica o acesso ao mercado de FIDCs com soluções para automação, gestão e estruturação de operações de crédito, afirma que, na prática, administradores e gestores passam a atuar como filtros estratégicos, garantindo maior controle da origem dos recebíveis, monitoramento contínuo e automação de processos de compliance. Isso exige investimentos em tecnologia para centralizar dados, criar trilhas auditáveis e integrar soluções de KYC/AML, mas também traz como contrapartida maior segurança jurídica e fiscal. O movimento tende a gerar uma triagem natural: players menos estruturados ou com governança frágil terão dificuldades para se adequar, enquanto fintechs mais maduras, com processos automatizados e compliance integrado, ganharão vantagem competitiva. Em um primeiro momento, o custo de capital pode ser pressionado, mas no médio prazo o mercado tende a se consolidar com menos riscos, mais confiança e players mais resilientes. "No balanço geral, a normativa representa um divisor de águas: em vez de ser apenas um custo adicional, trata-se de uma barreira de proteção ao mercado, que valoriza a boa prática, fortalece a credibilidade do setor e cria um ambiente mais sólido para inovação sustentável", finaliza Malheiros.
- Reconhecimento facial: a nova fronteira de segurança em meio aos desafios dos Deepfakes
Com o avanço das tecnologias em ritmo acelerado, o reconhecimento facial tornou-se uma ferramenta valiosa para garantir transações seguras e eficientes em diversos setores. No entanto, neste cenário de inovação, surge um desafio significativo: a ameaça dos deepfakes. A capacidade dos deepfakes de imitar e falsificar identidades compromete diretamente a eficácia do reconhecimento facial, minando a confiança do público e colocando em risco a segurança de dados sensíveis. De acordo Ricardo Fritsche, Chief Technology Officer da Payface , empresa líder de pagamentos por reconhecimento facial, os desafios para combater este tipo de crime são extremamente complexos, dada a constante melhoria na geração desses conteúdos falsos e a crescente qualidade das imagens e vídeos gerados. “A habilidade da inteligência artificial em reproduzir precisamente características do rosto torna a detecção por sistemas de verificação de vivacidade ainda mais enigmática. Além disso, as técnicas de injeção de imagem representam um desafio complementar, com a possibilidade de manipular aplicativos, memória e canais seguros de comunicação para inserir figuras falsas”, explica Fritsche. Em resposta a esse desafio iminente, a Payface desenvolveu uma tecnologia pioneira que incorpora múltiplas camadas de segurança, visando garantir a integridade do sistema de detecção de vida. Seu SDK, amplamente utilizado em diversas integrações, emprega técnicas sofisticadas, incluindo ofuscação de código, detecção de simuladores e câmeras virtuais, monitoramento em tempo real da memória, além de verificar a legitimidade dos aplicativos instalados e a autenticidade dos dispositivos móveis. Adicionalmente, a empresa implementa robustas medidas de criptografía para proteger o protocolo de comunicação. “A eficácia da tecnologia de detecção de vida da Payface é comprovada pelos rigorosos padrões da ISO-30107-3, demonstrando alta resistência a ataques de apresentação, como uso de fotos impressas, telas exibindo imagens ou vídeos, e até mesmo máscaras de silicone”. Fritsche também enfatiza que os usuários precisam estar atentos à segurança dos aplicativos que utilizam, especialmente em serviços de pagamento, para garantir a proteção contra deepfakes e possíveis fraudes. “A Payface se destaca ao oferecer uma solução de pagamento que não apenas aborda as vulnerabilidades existentes, mas também antecipa e se adapta às futuras ameaças. E, claro, sem comprometer a experiência impactante do cliente”.
- Nova regulamentação de criptoativos no Brasil pauta debates no MERGE São Paulo 2026
Com as novas regulamentações trazendo a segurança jurídica que o mercado precisava, estamos vendo uma Martin Coxall, Director of Growth da BSV Association, enfatiza o papel estratégico do Brasil nessa nova Com a clareza regulatória avançando e os bancos assumindo protagonismo, o Brasil parece entrar em uma nova
- Finanças descentralizadas avançam no Brasil e devem impulsionar nova fase da economia digital
As finanças descentralizadas (DeFi) entram em uma nova etapa de desenvolvimento global, impulsionadas Paralelamente, novas obrigações fiscais ampliam a transparência das operações realizadas com ativos digitais
- Nova plataforma simula cenários de lucros e dividendos após Reforma Tributária
A nova ferramenta calcula, caso a caso, o impacto da tributação sobre lucros e dividendos e projeta estratégias
- Pix domina mais de 50% das transações e impulsiona nova fase do varejo omnichannel
gateway e checkout para e-commerce, anunciou sua entrada no varejo físico com o lançamento de uma nova
- Empresas de tokens florestais aguardam chamamento para moldar nova regulamentação do mercado de capitais
Instituída pela autarquia na semana passada, a iniciativa vai moldar uma nova regulamentação experimental
- Finanças descentralizadas ganham tração e ampliam espaço na nova economia digital
da fintech DeFin, que afirma que a tecnologia deixou de ser um experimento para se tornar vetor da nova A leitura de Fard é que a nova economia se forma justamente nessa interseção. Se confirmada a trajetória atual, as finanças descentralizadas devem se consolidar como alicerce da nova
- Quais serão as implicações jurídicas e criminais com a nova regra do PIX?
Com a nova mudança da Receita Federal em reportar movimentações acima de R$ 5 mil reais no PIX para Pessoas $ 15 mil para Pessoas Jurídicas, dúvidas surgem com relação às implicações jurídicas e criminais da nova Além disso, as novas diretrizes não trazem efeitos imediatos àquelas pessoas que realizam transações
- Em nova fase, Empiricus aprimora modelo de negócios e agrupa assinaturas de análises de investimentos
Em um movimento que marca uma importante mudança em sua estrutura de produtos desde a fundação, a Empiricus Research anuncia o lançamento do Empiricus+. O novo serviço abandona o modelo de assinaturas segmentadas para se tornar uma plataforma integrada de conteúdo e ferramentas, onde o investidor encontra, em um só lugar, todas as análises, recomendações, monitoramento de carteira, notícias em tempo real e cursos financeiros. “Agora, finalmente, estamos 100% integrados ao ecossistema do BTG. Isso nos permite oferecer uma experiência acessível e, ao mesmo tempo, completa para os nossos clientes”, explicou o fundador e CEO da Empiricus, Rodolfo Amstalden. “Embora seja uma grande novidade, vemos que este movimento nos possibilitará retomar nossa essência vocacional, que é a produção de conteúdos sobre investimentos de altíssimo nível para o varejo. Mais foco no bom produto e menos desperdício de marketing”, completou. O Empiricus+, já disponível, oferece acesso a mais de 10 carteiras de investimentos, do básico ao avançado, em várias classes de ativos, com o objetivo de ampliar conteúdos e eliminar a fragmentação do consumo de informação financeira. Hoje, mais de 300 mil assinantes já seguem as ideias de investimentos da Empiricus, mas estavam pulverizados em diferentes produtos de assinatura. O novo modelo inclui ainda relatórios consolidados, cotações de mercado, trilhas de conteúdo, ferramentas, cursos, lives com analistas e podcasts exclusivos, tudo para simplificar a jornada do investidor. Do ponto de vista do negócio, Amstalden explica que já há algum tempo que a receita principal da companhia não é oriunda das assinaturas, mas que elas continuam sendo frequentemente acessadas. “O investidor inteligente valoriza muito o conteúdo, quer uma solução completa, mas não quer pagar caro por isso; é análogo ao contexto dos streamings de áudio e vídeo”, diz. O pipeline tecnológico da plataforma prevê, até o fim do ano, a integração de uma Inteligência Artificial própria, treinada exclusivamente com o acervo de relatórios e notícias dos sites do grupo Empiricus, garantindo que as respostas do prompt tenham o crivo técnico dos especialistas, editores e analistas para evitar alucinações e dados imprecisos, comuns em interfaces web abertas. Experiência unificada "Queremos ser a 'aba única' do investidor. Em vez de abrir dez sites diferentes para ver notícias, cotações e recomendações, o assinante encontrará tudo em um ecossistema integrado", afirma Gabriela Lopes, Diretora de Operações da Empiricus. O acesso custa R$ 19,90 mensais (ou 12x de R$ 14,90 no plano anual). Para os atuais assinantes, a transição é automática para o Empiricus+, garantindo o upgrade para o novo catálogo sem custos adicionais. Clientes do BTG terão direito gratuito ao pacote a partir de determinados valores investidos.
- Pix monitorado? Entenda as novas regras da Receita Federal
Nos últimos dias, muitas pessoas ficaram preocupadas com as novas regras relacionadas ao PIX e à fiscalização Ou seja, só estamos falando da inclusão de uma nova categoria de instituição. Por conta da evolução tecnológica, das novas práticas comerciais e de outros fatores, a Receita Federal Inclusive, como a nova regra, aumentou-se o limite . Assim, de acordo com a nova resolução, o monitoramento inclui as instituições que se enquadram em: I
- Consumidor ganha nova ferramenta para quitar débitos
milhões brasileiros estão inadimplentes, a Qista reforça parceria com a Bem Quitado para consolidar uma nova mais relevante na tarefa de fazer a diferença no dia a dia dos clientes e contribuir para que alcancem novas E em caso de novas dificuldades, o melhor caminho é tentar renegociar”, indica Grapeia.














