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- Dia do Cliente: PIX se consolida como protagonista e transforma relação entre empresas e consumidores
No Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, o Brasil enfrenta um cenário econômico desafiador que impacta diretamente o comportamento de consumo. Segundo dados do Mapa da Inadimplência da Serasa de 2025, o país conta com 74,6 milhões de pessoas endividadas, representando um aumento de 1,48% em relação ao mês anterior. Paralelamente, a pesquisa "Escolhas sob Pressão", realizada pela MindMiners revela que 57% dos brasileiros possuem algum tipo de dívida ativa, com destaque para o cartão de crédito (36%), empréstimos pessoais (19%) e contas atrasadas (15%). Em meio a esse contexto de fragilidade financeira, onde 46% dos brasileiros não possuem nenhum tipo de planejamento financeiro e apenas 29% conseguem se organizar adequadamente, segundo a MindMiners, o PIX destaca-se como uma ferramenta que tem revolucionado a forma como os consumidores realizam suas compras. Dados do Banco Central mostram que em maio de 2025, o PIX manteve liderança nos meios de pagamento no Brasil, registrando mais de 6,6 bilhões de transações e movimentando valores na casa de R$ 2,8 bilhões. O PIX tem se consolidado como um dos maiores símbolos da transformação digital no Brasil, mudando a forma como consumidores e empresas se relacionam no dia a dia. Mais do que uma resposta ao cenário econômico desafiador, a ferramenta tornou-se protagonista na jornada de consumo digital, ao lado de algoritmos de recomendação personalizada e programas de fidelidade. De acordo com outro estudo da MindMiners, 73% dos brasileiros consideram o PIX como a forma de pagamento mais utilizada. Na sequência, vem o cartão de débito (60%), cartão de crédito (53%), dinheiro (42%) e carteira digital (11%). O avanço é ainda mais evidente no e-commerce: cada vez mais varejistas têm adotado não apenas como forma de pagamento à vista, mas também em modelos inovadores, como o PIX por aproximação, PIX automático e o mais recente, o PIX parcelado, o que amplia o acesso e facilita a jornada do consumidor online. "Esse protagonismo do Pix reflete uma mudança de comportamento importante, especialmente entre os mais jovens e microempreendedores. A simplicidade da ferramenta — que dispensa maquininhas e taxas — tem sido determinante para impulsionar pequenos negócios, ampliar o acesso ao sistema bancário e estimular a digitalização da economia", destaca o diretor de Negócios da Lina Open X, Murilo Rabusky. Para o executivo, esse movimento representa um divisor de águas no relacionamento entre empresas e clientes: "Essas inovações tornam o sistema mais eficiente, seguro e acessível, tanto para consumidores quanto para empresas, e consolidam o Brasil como um dos líderes globais em inovação bancária. Ao evoluir continuamente de acordo com o comportamento do consumidor, o Pix reafirma seu papel como motor da inclusão, da inovação e da competitividade no sistema financeiro nacional", diz Murilo Rabusky. Além do impacto direto no varejo, novas empresas de tecnologia têm desenvolvido soluções que expandem o potencial do PIX em diferentes setores. "As novas tecnologias financeiras são mais do que apenas meio de pagamento, configurando-se como uma infraestrutura que abre caminho para inovação. Quando combinadas a tecnologias como a IA e análise de dados, permitem criar experiências de compra totalmente personalizadas, desde o checkout até programas de fidelidade. Isso dá ao Brasil uma vantagem competitiva enorme, mostrando como a regulação e a tecnologia podem caminhar juntas para gerar inclusão financeira e acelerar negócios", observa o especialista em tecnologia CRO da Azify, empresa integrante do Grupo Azimut que oferece infraestrutura financeira completa para empresas no Brasil , Gustavo Siuves. Com essa consolidação e a chegada de novas camadas de serviços baseados nessa tecnologia, o consumidor brasileiro ganha poder de escolha e praticidade, enquanto o mercado se fortalece com soluções mais eficientes e alinhadas às necessidades reais do público. A democratização dos meios de pagamento e a revolução no consumo A evolução do PIX representa mais do que uma simples inovação tecnológica; simboliza a democratização do acesso aos serviços financeiros em um país historicamente marcado pela exclusão bancária. Em um cenário onde milhões de brasileiros buscam alternativas para equilibrar suas finanças pessoais, a ferramenta emerge como um catalisador de mudanças estruturais, permitindo que pequenos comerciantes, empreendedores individuais e consumidores de diferentes classes sociais participem ativamente da economia digital. O impacto dessa democratização é especialmente relevante quando consideramos que 42% dos brasileiros conseguem pagar suas contas mas ficam sem sobras, enquanto 17% estão inadimplentes e 12% precisam escolher o que pagar no mês, de acordo com o estudo "Escolhas sob Pressão", da MindMiners. Neste contexto, o PIX oferece não apenas praticidade, mas também controle financeiro, permitindo transações instantâneas sem taxas adicionais e facilitando o planejamento orçamentário. Para o futuro, os especialistas apontam que a tendência é de expansão ainda maior das funcionalidades do sistema, com a implementação de novos recursos como PIX parcelado, previsto para ainda em 2025, e PIX garantia, no qual parcelas a serem recebidas poderão ser utilizadas como garantia para operações de crédito. Essas inovações não apenas consolidam a posição do país como referência em pagamentos instantâneos, mas também oferecem ao consumidor brasileiro ferramentas cada vez mais sofisticadas para navegar em um ambiente econômico desafiador com maior autonomia e eficiência financeira.
- Setor de eventos se antecipa ao calendário e transforma os feriados prolongados de 2026 em oportunidades de negócio
O ano de 2026 ainda nem começou, mas o setor de eventos já está de olho no calendário. A razão é simples: será um ano com vários feriados prolongados estratégicos, caindo em quintas ou terças-feiras, o que abre espaço para emendas e viagens curtas. Para quem trabalha com eventos, turismo e entretenimento, isso não é apenas uma curiosidade. É oportunidade. Depois de anos marcados por incertezas e mudanças no comportamento do público, o mercado aprendeu uma lição importante: planejamento antecipado faz toda a diferença. E, quando o assunto são feriados prolongados, sair na frente pode significar agenda cheia e receita garantida. O calendário como ferramenta de estratégia Empresas de eventos já tratam o calendário como parte central do planejamento anual. Em 2026 , datas como o Carnaval, a Semana Santa, o Corpus Christi e outros feriados nacionais que caem próximos ao fim de semana criam janelas perfeitas para ativações, festivais, encontros corporativos e experiências temáticas. Não se trata apenas de organizar shows ou feiras tradicionais. O foco agora está em criar experiências que façam sentido para o público que quer aproveitar melhor o tempo livre. Se antes o feriado era visto como um período de pausa, hoje ele é encarado como um momento de consumo e lazer. Promotores estão reservando espaços com meses, às vezes mais de um ano de antecedência. Hotéis e centros de convenções já começaram a bloquear datas estratégicas. A disputa por fornecedores, atrações e equipes técnicas tende a aumentar à medida que 2026 se aproxima. Turismo de experiência ganha força Os feriados prolongados favorecem principalmente o turismo de curta duração. Destinos que ficam a até três horas de grandes capitais se tornam ainda mais atraentes. Nesse cenário, eventos regionais ganham destaque. Festivais gastronômicos, encontros culturais, eventos esportivos e festas temáticas passam a ser planejados para coincidir com essas datas. A lógica é simples: se o público já está disposto a viajar, por que não oferecer um motivo a mais? Cidades de médio porte vêm aproveitando esse movimento para movimentar a economia local. Restaurantes, hotéis, serviços de transporte e comércio sentem o impacto positivo. Para os organizadores, é a chance de negociar parcerias com prefeituras e secretarias de turismo, reduzindo custos e ampliando alcance. Corporativo também entra no jogo Não são apenas eventos de entretenimento que se beneficiam dos feriados prolongados. O setor corporativo também vê vantagem nessas datas. Muitas empresas optam por realizar convenções, treinamentos e encontros estratégicos próximos a feriados, combinando trabalho e lazer. É o chamado bleisure, mistura de business com leisure. O colaborador participa do evento corporativo e estende a estadia para aproveitar o destino. Para os organizadores, isso significa programações mais atrativas, com atividades extras, experiências locais e roteiros personalizados. Além disso, empresas aproveitam esses períodos para fortalecer cultura organizacional. Um encontro bem planejado, em um cenário diferente do cotidiano, tende a gerar mais engajamento e conexão entre equipes. Antecipação reduz riscos e aumenta margem Um dos maiores aprendizados recentes do setor foi a importância da previsibilidade. Ao mapear os feriados prolongados de 2026 com antecedência, organizadores conseguem negociar melhor contratos com fornecedores, garantir melhores valores de locação e estruturar campanhas de venda mais longas. Com mais tempo para divulgação, é possível trabalhar diferentes fases de comunicação. Primeiro, criar expectativa. Depois, abrir vendas com lotes promocionais. Por fim, reforçar a urgência conforme a data se aproxima. Essa estratégia não apenas aumenta as chances de esgotar ingressos, como melhora o fluxo de caixa. Vendas antecipadas ajudam a financiar parte da produção, reduzindo necessidade de capital próprio ou crédito. Tecnologia como aliada A digitalização continua sendo um diferencial competitivo. Plataformas de venda online, campanhas segmentadas em redes sociais e uso de dados para entender o comportamento do público fazem parte da estratégia. Organizadores analisam históricos de edições anteriores para prever demanda. Avaliam quais datas tiveram melhor desempenho e quais regiões geraram mais interesse. Com base nesses dados, ajustam preços, atrações e formatos. Ferramentas de automação também ajudam no relacionamento com o público. Lembretes, ofertas personalizadas e conteúdos exclusivos mantêm o evento presente na mente do consumidor ao longo de meses. Sustentabilidade e propósito entram na pauta Outro ponto que ganha força em 2026 é a preocupação com impacto ambiental e responsabilidade social. Eventos programados para feriados prolongados tendem a atrair grande público, o que aumenta a responsabilidade dos organizadores. Práticas como redução de resíduos, uso de materiais reutilizáveis e incentivo ao transporte coletivo deixam de ser diferenciais e passam a ser expectativa do público. Marcas patrocinadoras também estão mais criteriosas na escolha de projetos com os quais se associam. Integrar ações sociais ao evento, como apoio a produtores locais ou campanhas solidárias, agrega valor e fortalece reputação. Concorrência exige criatividade Se por um lado os feriados prolongados criam oportunidades, por outro aumentam a concorrência. É provável que diferentes eventos disputem a atenção do mesmo público nas mesmas datas. Isso exige propostas claras e bem posicionadas. Não basta escolher o feriado certo. É preciso entender o perfil do público, definir uma identidade forte e comunicar de forma consistente. Experiências imersivas, line-ups exclusivos, parcerias com influenciadores e ativações diferenciadas ajudam a destacar o evento no meio de tantas opções. Planejamento financeiro é decisivo Antecipar-se ao calendário não significa assumir riscos desnecessários. Pelo contrário. Planejamento financeiro rigoroso é ainda mais importante quando se trabalha com grandes expectativas de público. Projetar cenários conservador, realista e otimista ajuda a manter o equilíbrio. Também é essencial negociar cláusulas contratuais que ofereçam segurança em caso de imprevistos. Eventos em feriados prolongados costumam ter custos maiores com logística e equipe, já que muitos profissionais cobram adicional nesses períodos. Esse fator precisa entrar na conta desde o início. 2026 como laboratório de crescimento O cenário aponta para um 2026 movimentado. O consumidor busca experiências que façam sentido, que justifiquem sair de casa e investir tempo e dinheiro. Feriados prolongados oferecem o contexto ideal para isso. Para o setor de eventos, o recado é claro: quem se planeja colhe os resultados. Antecipar negociações, estudar o calendário e entender o comportamento do público pode transformar datas comuns em grandes oportunidades de negócio. Mais do que preencher a agenda, trata-se de criar experiências relevantes e sustentáveis. Quando o planejamento começa cedo, as chances de sucesso aumentam. E, em um mercado competitivo, sair na frente faz toda a diferença.
- Como a hiperpersonalização no Open Finance transforma a experiência bancária
O Open Finance no Brasil mostra um crescimento notável desde seu lançamento há três anos. Com mais de 800 instituições participantes e cerca de 46 milhões de usuários ativos em fevereiro de 2024, o país conquistou o título de maior Open Finance do mundo, registrando mais de 1 bilhão de chamadas de APIs semanais. Esse sucesso é uma evidência clara do potencial extraordinário que esse sistema tem para oferecer. Apesar desses números impressionantes, ainda há um vasto espaço para crescimento, como indicado pela pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2023, que revelou que apenas cerca de 10% da base de clientes aderiu ao compartilhamento de dados até o momento. Para ampliar essa adesão, é essencial que os clientes reconheçam o valor do Open Finance, e uma das maneiras mais eficazes de demonstrar isso, é através da melhoria da experiência do cliente. A hiperpersonalização é uma das áreas onde o Open Finance pode causar um impacto significativo. Com a capacidade de processar grande quantidade de dados, o sistema pode oferecer aos clientes uma experiência altamente personalizada, adaptada às suas necessidades individuais. Isso inclui propostas e atendimentos que correspondem melhor ao perfil de cada cliente, proporcionando uma relação mais próxima e satisfatória com as instituições financeiras. O mercado em geral vem implementando a hiperpersonalização em várias áreas. Para se ter uma ideia, de acordo com relatório do Opinion Box, 72% dos consumidores esperam que as empresas os reconheçam como indivíduos únicos e identifiquem seus interesses, e 73% preferem comprar com as marcas com que já tiveram experiências personalizadas e positivas. Um estudo da Deloitte aponta que 90% dos consumidores preferem ser impactados por campanhas de marketing hiperpersonalizadas. Da mesma forma, a McKinsey constatou que 78% dos consumidores têm maior probabilidade de comprar novamente de uma marca quando seu conteúdo é hiperpersonalizado. O Open Finance pode ter este mesmo impacto no mercado de produtos e serviços financeiros. . O Open Finance permite que os clientes tenham uma visão mais ampla do mercado, podendo comparar facilmente as diferentes opções disponíveis entre os prestadores de serviços financeiros. Essa transparência facilita a escolha da opção que melhor se adequa às preferências e possibilidades de cada cliente. Inteligência Artificial e outras tecnologias são benéficas para o Open Finance A integração com outras tecnologias, como a inteligência artificial (IA), promete elevar ainda mais esses benefícios. A IA pode ajudar a analisar os dados coletados pelo Open Finance de maneira mais eficiente, proporcionando insights valiosos que podem melhorar ainda mais a experiência do cliente. Outra tendência impulsionada pelo Open Finance é a do embedded finance, que permite que instituições não financeiras ofereçam diretamente serviços bancários aos clientes, com o respaldo de uma instituição financeira parceira. Esse modelo de negócio tende a se expandir com a digitalização e a interoperabilidade promovidas pelo Open Finance, integrando completamente a experiência do cliente com o setor financeiro à sua rotina diária. Em resumo, o Open Finance não apenas estimula a competição e a inovação no setor financeiro, mas também promete melhorar significativamente a experiência do cliente, tornando o acesso ao sistema financeiro mais fácil, ágil e eficiente. Com o potencial de hiperpersonalização, transparência e integração com outras tecnologias, o Open Finance está preparado para transformar radicalmente a maneira como os brasileiros interagem com as instituições financeiras.
- Mercado Bitcoin pagará R$ 6 milhões aos investidores do token do Santos
O valor pago representa apenas o primeiro pagamento relativo à transferência de Neymar. Sendo assim, é possível que ocorram outros proventos relacionados à transferência, dependendo do fluxo Esse mecanismo estabelece que um percentual de até 5% sobre cada transferência de jogador seja retornado o Token da Vila, lastreado no direito que o Santos possuía sobre 12 jogadores formados pelo clube, transfere Além dos ganhos com essa transferência de Neymar, os investidores do Token da Vila já colheram os frutos
- Prêmio Top C-Level's Fintechs 2024: Conheça os vencedores!
(1,5%) 6º Lugar Jorge Alves - Brasil Bitcoin (0,8%) Bruno Gama - Credi Home (0,8%) Márlyson Silva - Transfero Innovation Payment (75,8%) 🥇 2º Lugar: Ricardo Sonoda - Zoop (13,5%) 🥈 3º Lugar: Rodrigo Kratzer - Transfeera
- IMPACTO NA BIOMETRIA EM RELAÇÃO A MUDANÇAS RECENTES PELO BACEN
Isso transfere a responsabilidade da prevenção de fraude para o início do processo ( onboarding ).
- Finanças orientadas a dados: novo modelo transforma papel do setor financeiro nas empresas
modelo conhecido como Data-Driven Finance , que coloca os dados no centro das decisões estratégicas e transforma Esse novo paradigma representa mais do que uma digitalização de processos, ele transforma profundamente
- Hurst Capital transforma sucessos de Maiara & Maraisa em oportunidade de investimento
Agora é possível investir nos royalties musicais da dupla sertaneja Maiara & Maraisa. O catálogo de sucessos foi adquirido pela MUV Capital, originadora de ativos alternativos pertencente ao ecossistema Hurst, responsável por securitizar a estrutura de Oferta Pública para investimento através de sua plataforma. A distribuição dessa operação soma R$ 2 milhões. Fenômeno no cenário musical brasileiro, as duas conquistaram não apenas o coração do público, mas também reconhecimento crítico e comercial significativo. Com uma carreira consolidada e um catálogo robusto, a dupla se destaca não apenas como intérpretes talentosas, mas também como compositoras de sucesso e hoje contam com 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify. A música intitulada 10%, por exemplo, já recebeu cerca de 528 milhões de visualizações só no YouTube. Desde o lançamento de seu primeiro álbum em 2004, elas contam com uma base de fãs fiel e crescente. “As irmãs gêmeas têm uma conexão autêntica com o público brasileiro, combinando influências do sertanejo tradicional com uma abordagem contemporânea e inovadora e possui uma base de fãs consolidada e leal, garantindo um fluxo constante de royalties e receitas de streaming, shows e TV”, lembra Ana Gabriela Mathias, COO da MUV Capital. Ela destaca que o mercado de música sertaneja no Brasil é robusto e resistente a oscilações econômicas, oferecendo um investimento relativamente estável em um setor culturalmente arraigado. E o catálogo de músicas de Maiara & Maraisa apresenta ainda mais vantagens estratégicas e financeiras, pois o potencial crescimento é alto. “Com novos lançamentos planejados e uma agenda de shows regular, Maiara & Maraisa continuam a expandir sua influência e alcance, aumentando o valor de seu catálogo. Também temos de considerar o valor cultural e social da dupla”, comenta Ana Gabriela. Ao longo dos anos, a dupla acumulou uma série de hits que dominaram as paradas de sucesso, como "Medo Bobo", "10%“ e "Sorte Que Cê Beija Bem". Suas músicas são conhecidas por suas letras envolventes e melódicas, que ressoam com uma ampla audiência e atravessam fronteiras culturais e regionais dentro do Brasil. Além da popularidade como artistas, ambas são reconhecidas pela habilidade ímpar na composição. Elas não apenas interpretam suas próprias músicas, mas também têm contribuído significativamente para o repertório de outros artistas renomados no cenário sertanejo e além. “É uma operação muito consistente. Sem dúvida uma oportunidade sem igual para os investidores”, complementa Ana Gabriela. Como investir A oportunidade de investir já está aberta na plataforma da Hurst Capital , onde os interessados já podem realizar uma pré-reserva. A operação é uma série única de Emissão de Certificados de Recebíveis (“CRs”) lastreados nos direitos creditórios adquiridos pela Emissora decorrentes dos recebíveis da execução pública e distribuição digital das obras musicais da dupla. Com prazo de duração de 36 meses, a projeção de rentabilidade é de 17,23% ao ano no cenário base. A securitização é uma prática financeira que envolve a conversão de futuros fluxos de ativos, como os royalties musicais, em valores mobiliários negociáveis. O aporte mínimo é de R$ 10 mil e a operação já está aberta para qualquer investidor. “Além de ofertar retorno financeiro a seus investidores, a Hurst Capital tem como missão a preservação e promoção da música brasileira, apoiando artistas que são ícones culturais contemporâneos, como a dupla pioneira do movimento feminejo Maiara & Maraisa, que está entre as 10 mais tocadas do sertanejo”, destaca Arthur Farache, CEO da Hurst Capital. Pioneirismo As primeiras operações com royalties musicais da Hurst Capital tiveram início em 2020 e o interesse nesse tipo de investimento tem crescido desde então. Em sua história, a MUV já distribuiu mais de R$ 220 milhões em produtos de royalties musicais. Ao todo, a empresa já adquiriu mais de 270 catálogos de artistas brasileiros. O catálogo sob gestão da MUV é representado pelos principais gêneros musicais do Brasil como MPB, rock, funk, sertanejo, forró, gospel, pop, pagode, reggae, axé, rap e trilhas sonoras de programas de TV, filmes e jornais. Além de Maiara & Maraisa, também se destacam artistas como Boni, Moacyr Franco, Paulo Ricardo, Toquinho, Amado Batista, o pianista e compositor João Luiz de Avellar, que conta com diversos sucessos gravados por nomes famosos da MPB, entre outros de grande importância no cenário musical nacional.
- Atenção santistas! Mercado Bitcoin pagará R$ 18 milhões em tokens do Peixe
Esse mecanismo estabelece que um percentual de até 5% sobre cada transferência de jogador seja retornado o Token da Vila, lastreado no direito que o Santos possuía sobre 12 jogadores formados pelo clube, transfere Além dos ganhos com essa transferência de Neymar, os investidores do Token da Vila já colheram os frutos
- Saque do FGTS para aposentados: saiba como funciona e como transferir para a conta PagBank PagSeguro
Para trazer mais comodidade ao trabalhador, o PagBank PagSeguro, banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, disponibiliza o Saque Aposentadoria do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) no PagBank. Essa funcionalidade visa garantir mais facilidade na hora de ter acesso ao saldo da conta ao se aposentar, seja por tempo de trabalho ou em caso de invalidez. De acordo com a Secretaria da Previdência Social, o Brasil tem hoje mais de 21,8 milhões de aposentados pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Com isso, mais de R$ 50 bilhões são pagos mensalmente pelo instituto. Atualmente, brasileiras e brasileiros se aposentam, em média, respectivamente, aos 61 e 65 anos de idade, ambos tendo contribuído por 15 anos. E de cada três aposentados, dois ganham um salário-mínimo. O Saque do FGTS funciona da seguinte forma: assim que a aposentadoria for aprovada pelo INSS, o profissional pode acessar o aplicativo do FGTS e, então, verificar se o valor já está liberado. Em caso positivo, o titular pode informar a conta do PagBank PagSeguro para receber o saldo disponível. O recebimento acontece em até cinco dias úteis da solicitação. Para encontrar o número da agência e conta PagBank, basta acessar o menu “Meu PagBank” localizado na página inicial do app na parte superior direita. Caso o valor ainda não esteja disponível, o beneficiário pode acessar o mesmo aplicativo do FGTS e, no menu inferior, clicar em “Meus saques”, em seguida, escolher a opção “Outras situações de saques”, clicar na opção “Aposentadoria” e, após ler atentamente as condições apresentadas, clicar em “Solicitar Saque FGTS”, enviando os documentos pedidos e cadastrando a conta PagBank de mesma titularidade (mesmo CPF). Desta forma, a Caixa vai processar e confirmar as informações e, caso aprovado, o dinheiro será liberado para a conta apresentada. Vale ressaltar que todos os aposentados podem sacar o FGTS, mas, de acordo com a situação do profissional, o cenário pode mudar. No caso do aposentado que segue trabalhando na mesma empresa, é possível sacar o acumulado (valor depositado durante o tempo de trabalho), além de poder retirar o dinheiro que entrar nos meses seguintes. Já o profissional que mudou de empresa após a aposentadoria, poderá sacar o valor acumulado quando houver a rescisão contratual. Neste caso, ele não pode fazer o saque mensal que a nova empresa vai depositar. E o aposentado que não trabalha mais, pode sacar todo o valor do FGTS. Para mais informações sobre o Saque Aposentadoria do PagBank PagSeguro, clique aqui.
- Com sotaque, pausas e empatia: Monest lança Mia Voz, IA que transforma a cobrança por telefone
Você já imaginou falar por telefone com uma atendente que tenha sotaque, pausas de respiração, reticências na fala, empatia para entender situações delicadas e sentimentais… e no fim perceber que essa pessoa na verdade era uma IA? É o que a Monest – empresa de tecnologia para cobrança de débitos – está disponibilizando ao mercado. A empresa lança, no dia 13 de agosto , a mais nova funcionalidade da sua agente virtual conectada por Inteligência Artificial, a Mia (sigla para Monest Inteligência Artificial). A novidade permite que ela entre em contato diretamente por telefone com clientes inadimplentes de empresas de diversos segmentos. Apenas com o piloto da aplicação da nova funcionalidade da agente, feito com a Midway, do Riachuelo, em Julho de 2025, a Mia já realizou 7.316 atendimentos, fechou 642 acordos – gerando um retorno de mais de R$ 188 mil, de um saldo de dívidas de mais de R$ 1.4 milhão. Com a voz empática e quase humana, a Mia converteu 36% dos clientes inadimplentes. “Bots apenas falam. A Mia ouve antes de falar. O diferencial da Mia é estampado nos números. As pessoas querem alguém para entendê-las e ajudá-las e não apenas uma voz que fala ‘digite 1 se…’, ‘digite 2 se…'. Isso não funciona. A Mia veio para quebrar esse ciclo e trazer conversas reais, com zero roteiros engessados, 100% autônoma e infinitamente escalável. Enquanto bots tradicionais só recitam respostas pré‑programadas, a Mia ouve, interpreta e responde de forma dinâmica, se adaptando a cada interação”, comenta o CEO da Monest , Thiago Oliveira. Ele explica, ainda, que a Mia gerencia milhares de ligações simultâneas sem perder a naturalidade nem depender de operadores humanos. A agente virtual é treinada em dados (e não em scripts), o que permite conduzir diálogos tão fluidos e empáticos que muitos clientes sequer percebem que estão interagindo com uma IA. A mesma sensibilidade se reflete no canal de WhatsApp, onde a Mia já se destaca antes mesmo do lançamento da solução de voz. Graças a abordagens personalizadas — que vão de cumprimentos pelo nome até respostas solidárias em situações delicadas —, a agente virtual alcançou, ainda em fase piloto, 37% de acordos fechados em carteiras com mais de 100 dias de atraso. Além disso, 92% das conversas iniciadas foram resolvidas de ponta a ponta sem necessidade de intervenção humana, reduzindo de maneira significativa os custos operacionais dos credores. Um dos diferenciais que contribuem para essa experiência e que é reflexo desse desempenho, é a sua avançada capacidade de interpretação de texto no WhatsApp: em situações reais, a agente virtual é capaz de identificar palavras com grafia incorreta, entender o contexto da conversa e até reconhecer quando o cliente menciona questões de saúde, reagindo com mensagens como “melhoras para você”. Esse grau de naturalidade faz com que, em diversos casos, os atendimentos realizados pela Mia sejam confundidos com interações humanas — resultado da atenção aos detalhes e da empatia que ela demonstra ao lidar com clientes inadimplentes. A consistência dessa experiência personalizada, aliada à eficiência operacional, impulsionou os resultados. Esse sucesso se traduz em escala: hoje, com mais de 400 clientes, a Monest saltou de 200 mil para 5,5 milhões de mensagens trocadas por mês no WhatsApp entre janeiro e dezembro de 2024, totalizando mais de 22 milhões de interações no ano. O resultado prático foi a formalização de mais de 280 mil acordos no valor de R$ 233 milhões para as empresas que utilizam a plataforma — números que comprovam como empatia, automação e inteligência de dados podem caminhar juntas para maximizar os resultados de cobrança. Próximos passos Agora, com o lançamento da Mia Voz, a expectativa é alcançar patamares ainda mais altos. A Monest, que recebeu recentemente um aporte de R$ 3,2 milhões da Nestal — fundo criado pelos fundadores da Easynvest —, projeta encerrar 2025 quadruplicando o tamanho da empresa em comparação com 2024. Além do crescimento financeiro, a Monest projeta a expansão internacional de suas operações e o lançamento de novos produtos, como a Mia Ask e a Mia Performance — soluções que reforçam sua proposta de transformar a experiência de cobrança com inteligência artificial empática e conversacional. Com a solução de voz, a empresa pretende consolidar sua presença no mercado nacional até o fim do ano e se prepara para uma rodada de investimento que viabilizará a entrada em novos mercados. “Os resultados que estamos alcançando refletem o poder da tecnologia quando aplicada com inteligência e propósito. Nosso foco sempre foi criar soluções que realmente ajudem as empresas a recuperar receita de forma eficiente e humana. O crescimento que tivemos em 2024, quadruplicando o faturamento e ampliando exponencialmente o volume de acordos, mostra que estamos no caminho certo. Com o novo aporte e o avanço da Mia, especialmente em voz e automações, queremos ir além — evoluir nossa tecnologia, escalar globalmente e transformar o relacionamento entre empresas e clientes no setor de cobrança”, finaliza o CEO da Monest
- Nomad traz novidade: parcele uma compra que você já efetuou
Ademais, a conta da fintech permite que seus usuários façam transferências entre contas Nomad sem custos e que recebam transferências de contas americanas (Wire Transfer) com uma taxa bem mais acessível.














