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  • Pix Parcelado abre nova via de crediário digital para quem não tem cartão e impulsiona a inovação nos pagamentos

    Previsto para o segundo semestre de 2025, o Pix Parcelado deve levar o parcelamento para dentro do próprio fluxo do Pix, unificando o momento da compra e a decisão de dividir o pagamento em uma única experiência. O lojista recebe o valor integral no ato e quem financia as parcelas é o provedor do comprador, o banco ou a fintech onde o cliente está realizando o Pix. Na prática, o lojista enxerga um Pix à vista enquanto o cliente escolhe parcelar antes de confirmar, com o custo total visível na tela, o que amplia o acesso ao parcelamento para quem não usa cartão. A primeira entrega deve ocorrer nos trilhos do Pix e aparecer inicialmente nos aplicativos de bancos e carteiras digitais. A proposta é padronizar algo que hoje existe de forma fragmentada em soluções proprietárias. Ao trazer o parcelamento para o mesmo ambiente em que o brasileiro já paga com Pix, a jornada tende a ficar mais simples, com menos etapas, confirmação em poucos toques e informações objetivas sobre valor total e prazos. Para o comprador, surge uma nova alternativa com transparência de custos e sem depender do cartão, inclusive para quem não tem acesso a linhas tradicionais de crédito. Para o vendedor, há maior previsibilidade de caixa. Esse conjunto torna o Pix Parcelado uma etapa relevante para o ecossistema e um impulso concreto à inovação, ao oferecer uma funcionalidade padronizada e escalável, alinhada ao uso massivo do Pix, enquanto a comparação de ofertas via Open Finance permanece em discussão para 2026 e não integra esta entrega. “O Pix Parcelado deve abrir uma via de crediário digital no próprio Pix e ampliar o acesso ao parcelamento para quem não tem cartão. É uma inovação concreta do ecossistema brasileiro, que simplifica a jornada, mantém o recebimento na hora e abre espaço para a evolução nos trilhos do Open Finance, que deve ampliar ainda mais os benefícios ao permitir comparação de ofertas com transparência, preservando a experiência simples que o usuário já conhece", afirma Gustavo Lino, diretor-executivo da INIT, associação dos ITPs no Brasil.

  • XP antecipa condições de Black Friday com vantagens exclusivas em cartão, consórcio, seguro de vida, crédito e previdência

    A XP, uma das principais instituições financeiras do país, apresenta a campanha 'Black XP' , que oferece vantagens exclusivas no Cartão XP, consórcio, seguro de vida e outros produtos. A iniciativa antecipa ofertas da Black Friday a partir de outubro e proporciona uma experiência diferenciada e condições especiais para clientes.  Cartão XP Entre 27 de outubro e 30 de novembro, quem emitir os Cartões XP One, XP Infinite ou XP Legacy, e realizar compras de até R$10 mil, poderá aproveitar benefícios exclusivos (vantagem válida por 30 dias após a emissão): XP Infinite Categoria One (novos clientes): 1,5% de investback em todas as compras; XP Infinite e XP Legacy (novos clientes): 3% de investback ou 5 pontos por dólar gasto, conforme o valor mínimo estipulado; XP Legacy (novos clientes): seis meses de isenção na anuidade; Clientes atuais do Cartão XP: investback turbinado em compras realizadas em marcas parceiras selecionadas via Central de Benefícios no app XP.  Durante a semana da Black Friday, entre os dias 24 e 30 de novembro, os benefícios serão ainda maiores para todos os clientes que solicitarem os cartões XP durante o período da campanha (27 de outubro a 30 de novembro), em compras parceladas de até R$10 mil: XP Visa Infinite Categoria One (novos clientes): 5% de investback; XP Visa Infinite e XP Legacy (novos clientes): 10% de investback ou 18 pontos por dólar gasto, conforme o valor mínimo estipulado. Consórcio  Até 30 de novembro, clientes interessados em adquirir uma cota de consórcio XP, modalidade de aquisição planejada que não envolve juros, poderão contar com os diferenciais de receber de volta o valor da primeira parcela, limitado a R$ 2 mil por CPF, na forma de cashback. Além disso, redução de até 50% no valor das parcelas, isenção de taxa de adesão e desconto na taxa de administração dos produtos disponíveis  Seguro de Vida Até 30 de novembro, clientes que contratarem as soluções de seguro de vida poderão contar com até R$ 2 mil de cashback na primeira parcela do seguro, exceto o seguro Vida XP, comercializado exclusivamente via App. Crédito Até 30 de novembro, clientes que iniciarem a análise de crédito com garantia de imóvel, seja para um projeto pessoal, investir no negócio ou organizar finanças, e registrarem o imóvel em até 90 dias, terão isenção nas tarifas de avaliação do imóvel. No Crédito com Garantia de Imóvel, é possível obter taxas exclusivas e parcelas flexíveis, sem perder a segurança de manter o bem no seu nome. Outra vantagem é para quem optar pelo Crédito com Garantia de Investimento: entre os dias 27 de outubro a 27 de novembro, a carência para início do pagamento será de 4 meses, em fevereiro de 2026.  Investimento Global Clientes poderão receber até R$ 700 de cashback ao realizarem a primeira remessa para a Conta Investimento Global até 28 de novembro, a depender do valor da operação. A oferta é válida para a primeira remessa diretamente para a Conta Investimento Global, e clientes que já tiverem realizado uma transferência anteriormente não são elegíveis. O cashback será pago em reais na Conta Digital até 30 de dezembro. Previdência Privada Clientes que realizarem a portabilidade a partir de R$ 100 mil para a previdência privada da XP, dentro do período da campanha, podem receber até R$ 9 mil de cashback direto na conta digital. A previdência XP é uma solução de longo prazo que alia planejamento financeiro e investimentos com gestão profissional. Ideal para quem busca segurança e rentabilidade para o futuro. Os detalhes das ações exclusivas e as regras podem ser conferidas no regulamento https://pages.xpi.com.br/content/dam/Revenue/XP/Campanhas/Black_XP/Regulamento/Regulamento_Geral_XP.pdf

  • Pix e Embedded Finance redefinem o comportamento do consumidor na Black Friday

    Sete em cada dez brasileiros já se planejam financeiramente para a Black Friday de 2025, e 60% pretendem gastar mais de R$500, segundo levantamento da LWSA, grupo que reúne as marcas Tray, Bling, Octa Desk e Vindi. O estudo aponta que o consumidor chega à data mais preparado e conectado, com o Pix e o Embedded Finance, modelo que integra serviços financeiros a plataformas digitais  ganhando protagonismo na jornada de compra. De acordo com o Banco Central, o Pix já representa mais de 40% das transações financeiras do país, consolidando-se como o principal meio de pagamento instantâneo entre os brasileiros. A modalidade Pix parcelado, em expansão desde 2024, começa a rivalizar com o cartão de crédito ao oferecer aprovação imediata e maior previsibilidade de gastos, fatores decisivos no comportamento de consumo durante o período promocional. Para Luis Molla Veloso , especialista em Embedded Finance e integração de serviços financeiros em jornadas digitais, a mudança reflete uma transformação estrutural no varejo. “O consumidor quer concluir a compra dentro do próprio ambiente digital, sem precisar migrar entre plataformas. O Embedded Finance permite que o varejo ofereça crédito, parcelamento e recompensas integradas, criando uma experiência fluida e de confiança. Isso aumenta a conversão e fideliza o cliente”, afirma Veloso.Projeções de mercado indicam um crescimento exponencial para o Embedded Finance, com estimativas de que o volume global de transações possa ultrapassar US$7 trilhões até 2030, segundo fontes como Accenture, impulsionado por empresas que integram soluções de pagamento, crédito e seguros em seus ecossistemas digitais. No Brasil, o avanço do Open Finance amplia o escopo dessa transformação, ao permitir que usuários compartilhem dados de forma segura para receber ofertas personalizadas de produtos financeiros. Veloso explica que a Black Friday se tornou um campo de teste natural para essas inovações. “Durante a data, o varejo experimenta tecnologias que unem experiência e eficiência. Pix Automático, carteiras digitais e APIs bancárias integradas permitem aprovar crédito e liberar o produto em segundos. O diferencial já não é apenas o desconto, mas a conveniência e a segurança de uma compra sem fricção”, avalia o especialista. Segundo um estudo da CNDL/SPC Brasil revelam um cenário ainda mais enfático sobre o comportamento do consumidor digital no Brasil. A dominância do comércio móvel é clara, com 87% dos consumidores utilizando o smartphone para realizar compras online.A sensibilidade ao custo de entrega se mostra como o principal obstáculo na jornada de compra. Uma pesquisa da Octa Desk em parceria com a Opinion Box aponta que, para 67% dos consumidores, a oferta de entrega gratuita é decisiva no momento de finalizar o pedido.   Essa seletividade reforça que o consumidor está mais consciente e atento ao custo-benefício da compra. Segundo Veloso, o cenário também traz oportunidades para pequenas e médias empresas. “O Embedded Finance democratiza o acesso a ferramentas financeiras antes restritas a grandes varejistas. Com dados integrados e menor dependência de intermediários, as PMEs ganham previsibilidade de caixa e capacidade de oferecer condições competitivas, o que tende a aumentar sua participação nas vendas de fim de ano”, observa. Com juros ainda elevados e crédito mais restrito, o uso de pagamentos instantâneos e modelos de financiamento embutidos deve reduzir barreiras e estimular o consumo planejado. Para o especialista, a tendência é de consolidação do chamado “pagamento invisível”  , aquele que ocorre de forma automática dentro das plataformas. “A Black Friday de 2025 marca uma virada no comportamento de compra do brasileiro. Pagamento e consumo se fundem em uma experiência única, simples e segura. É uma mudança que vai além da data e tende a se expandir por todo o calendário comercial de 2026”, conclui Veloso.

  • Avenue lança USDC: stablecoin lastreada em dólar

    A Avenue, uma empresa Itaú e pioneira em investimentos nos EUA para brasileiros, lança o USDC em sua plataforma. USDC é uma stablecoin líder, atrelada ao dólar americano emitida pela Circle. O novo produto na Avenue permite que os clientes ampliem sua jornada internacional com praticidade. O USDC é uma das stablecoins mais utilizadas no mundo, na proporção de 1:1 em relação ao dólar. A moeda digital foi desenvolvida para manter um valor estável, praticidade e agilidade em transações, além de ser aceita em ambientes financeiros digitais. “Na Avenue, acreditamos que as stablecoins — especialmente o USDC — se tornarão um pilar fundamental da infraestrutura financeira global. Este lançamento marca um momento decisivo em nossa jornada para integrar completamente essa tecnologia ao nosso ecossistema, desbloqueando novas possibilidades em uma ampla gama de aplicações”, afirma Fernando Cesário, Diretor de Banking da Avenue. “Acreditamos que essa evolução nos permitirá continuar redefinindo a forma como os brasileiros se conectam com os mercados globais — ampliando o acesso, aumentando a transparência e fortalecendo a confiança no sistema financeiro. A parceria com a Circle reforça nossa visão de liderar a transformação internacional dos serviços financeiros para os brasileiros e moldar o futuro das finanças sem fronteiras”, acrescenta. “O USDC foi desenvolvido para conferir estabilidade, transparência e liquidez que os brasileiros esperam em suas vidas financeiras”, diz Daniel Mangabeira, Vice-Presidente de Políticas e Estratégia Regulatória da Circle no Brasil. “A integração da Avenue com USDC pode auxiliar seus clientes a conectarem-se com a economia global de forma simples”. Disponível para todos os clientes a partir de novembro, o USDC chega à Avenue como uma alternativa prática e econômica para se dolarizar frente aos seus objetivos. A Avenue Securities DTVM Ltda. é uma instituição financeira devidamente autorizada a operar pelo Banco Central como distribuidora de títulos e valores mobiliários, e também atua como Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (“PSAV”), na qualidade de intermediária, facilitando a aquisição de ativos virtuais da Avenue Cash LLC, bem como prestando certos serviços relacionados à custódia de ativos virtuais. A Avenue Cash LLC atua como provedora de liquidez de ativos virtuais e custodiante de ativos virtuais, operando no exterior. Avenue Cash LLC, é uma empresa de serviços monetários dos EUA registrada no FinCEN. Todos os produtos bancários disponíveis através do Avenue Cash são fornecidos através do Evolve Bank&Trust, membro do FDIC. Veja todos os avisos importantes sobre: https://avenue.us/termos/ .

  • ESG e Eventos Regenerativos Redefinem Padrões para Patrocínios em 2026

    O que define um evento de sucesso em 2026 não é mais apenas a quantidade de público, cobertura de mídia ou ROI comercial. A régua subiu. Em plena era ESG, patrocinadores estão mudando de rota — saindo do marketing de impacto superficial e migrando para eventos que deixam legados ambientais, sociais e culturais positivos. No topo dessa tendência, surgem os eventos regenerativos , que vão além da sustentabilidade e se tornam agentes ativos de transformação. E isso está redefinindo o jogo do patrocínio. O que mudou no jogo dos patrocínios Empresas estão sob pressão constante de investidores, consumidores e órgãos reguladores para adotar práticas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança). Isso não é só discurso bonito em relatório anual — virou um critério objetivo na alocação de verba de marketing e patrocínio. O velho modelo de "associar marca a um grande evento e colher mídia espontânea" perdeu força. Hoje, o patrocinador quer saber: O evento tem pegada de carbono neutra ou, melhor ainda, positiva? Como ele impacta as comunidades locais? Há inclusão real na curadoria, operação e público? O legado vai além da bilheteria e visibilidade? Eventos que não conseguem responder a essas perguntas com ações concretas tendem a perder relevância — e verba. Do sustentável ao regenerativo Sustentabilidade, nos últimos anos, virou o mínimo esperado. Reciclar lixo, reduzir plástico, usar energia limpa — tudo isso é importante, mas já não é diferencial competitivo. É compliance. A lógica regenerativa vai além. Trata-se de criar sistemas que reconstroem, revitalizam e melhoram  os ambientes e as comunidades onde ocorrem. É plantar mais árvores do que se emite em carbono. É capacitar economicamente comunidades locais envolvidas na produção do evento. É transformar o espaço usado — físico ou simbólico — em algo melhor do que era antes. Um evento regenerativo não causa menos impacto : ele causa impacto positivo , intencional e mensurável. O novo perfil de patrocinador Patrocinadores em 2026 têm áreas ESG atuando em conjunto com marketing, RH e inovação. Isso criou um novo tipo de decisão estratégica. Não basta o evento ter "fit de marca": ele precisa ter fit de propósito . Isso impacta diretamente: A curadoria de eventos apoiados O storytelling das marcas envolvidas A exigência por métricas de impacto A cobrança por transparência e accountability pós-evento Empresas que antes miravam grandes festivais e feiras de negócios agora buscam iniciativas com impacto local, processos regenerativos e resultados sociais visíveis. E isso cria um novo ecossistema de eventos. Casos e sinais do mercado Ainda que o conceito de "evento regenerativo" pareça novo, já há exemplos no mercado — e eles estão crescendo. Festivais culturais  que contratam apenas fornecedores locais, compensam emissões com reflorestamento e destinam parte do lucro para projetos sociais da região. Eventos corporativos  que oferecem treinamentos técnicos gratuitos à comunidade local como contrapartida ao uso do espaço público. Conferências de inovação  que aplicam economia circular nos estandes, catering e logística — e divulgam relatórios públicos de impacto. Patrocinadores como Natura, Ambev, Itaú e Nestlé já indicam em seus relatórios que pretendem priorizar eventos com impacto ESG comprovado . Isso muda completamente o critério de seleção de projetos patrocináveis. Métricas e ferramentas: o ESG em números Para atrair patrocínios em 2026, os eventos precisam ser mensuráveis . Não adianta só "dizer que é sustentável" — é preciso provar com dados. Ferramentas como: Calculadoras de pegada de carbono  (ex: GHG Protocol, Carbon Trust) Relatórios de impacto social  baseados nos ODS da ONU Certificações ambientais  (ex: B Corp, Lixo Zero, Evento Neutro) Auditorias de diversidade e inclusão Esses dados são cada vez mais solicitados antes mesmo da assinatura de contrato de patrocínio . Em alguns casos, são exigências contratuais para liberação de verba. Oportunidades para organizadores Quem organiza eventos precisa se adaptar — mas também há oportunidades reais nessa nova fase: Captar patrocinadores alinhados a propósito Empresas dispostas a pagar mais por eventos que entregam impacto mensurável. Ganhar vantagem competitiva Poucos eventos operam de forma regenerativa de fato. Ser pioneiro nesse nicho ainda é um diferencial. Aumentar relevância social Eventos deixam de ser entretenimento puro e se tornam parte ativa na construção de comunidades, inclusão e regeneração ambiental. Acessar novos públicos Consumidores mais jovens (Geração Z e Alpha) escolhem experiências alinhadas a seus valores. Isso gera engajamento real. Barreiras e desafios Claro, não é simples fazer essa transição. Os desafios incluem Custo inicial elevado  para implementar práticas regenerativas, Falta de conhecimento técnico  entre produtores e fornecedores, Dificuldade em medir impacto de forma padronizada, Necessidade de engajamento coletivo  (público, parceiros, fornecedores). Mas o custo de não evoluir  pode ser maior: perder patrocínio, relevância e credibilidade. Caminhos práticos para transformar um evento Quer tornar seu evento mais alinhado a ESG e regeneração? Aqui vão ações reais que fazem diferença: Medir e compensar a pegada de carbono total Eliminar plásticos descartáveis e usar materiais biodegradáveis Criar contrapartidas para a comunidade local Contratar fornecedores locais e diversos Produzir relatórios de impacto abertos ao público Promover acessibilidade e inclusão em todas as etapas Integrar práticas de economia circular Patrocinar com propósito virou regra do jogo Em 2026, patrocinar deixou de ser apenas questão de visibilidade de marca. É uma afirmação pública de valores. Marcas querem estar associadas a eventos que regeneram, incluem e transformam . E os eventos que entenderem isso primeiro terão vantagem estratégica, acesso a novas verbas e relevância ampliada. Quem organiza, promove ou patrocina eventos precisa se perguntar: o que estamos deixando depois que as luzes se apagam? Se a resposta for regeneração, o futuro estará garantido.

  • Fintech 100: Conheça as fintechs mais promissoras no mundo em 2025

    A CB Insights, empresa norte-americana que possui uma plataforma que reúne uma grande base de dados sobre empresas privadas, rodadas de investimento, fusões/aquisições, mercados emergentes e tendências tecnológicas, acaba de lançar a 8ª edição do Fintech 100 — um ranking das principais empresas emergentes de fintech do mundo. Para seleção das 100 empresas de destaque, foram selecionadas mais de 15.000, com base em atividade de investimento, parcerias estratégicas, força dos investidores, ritmo de contratação e nas pontuações preditivas da CB Insights para sucesso (Mosaic Score) e maturidade comercial (Commercial Maturity). Somando os investimentos recebidos pelas fintechs selecionadas, o valor supera a marca de US$ 5,69 bilhões! Conforme apresentado pelo ranking, nesta edição, o setor de fintechs tem uma nova cara. A era do capital barato, do entusiasmo do consumidor e do crescimento impulsionado pela pandemia ficou para trás. Mas o impulso não desapareceu — ele mudou do front-end para a base, à medida que as empresas passam a focar na construção de sistemas e automações que mantêm os serviços financeiros em funcionamento. Neste aspecto, destacam-se tecnologias como a Inteligência Artificial e a tokenização de ativos. Nesta edição, aparecem fintechs de 26 países, sendo que, 60 empresas estão sediadas fora dos EUA. A lista de países e a respectiva quantidade de fintechs é: EUA (40), Reino Unido (10), Canadá (5), Egito (3), França (3), Alemanha (3), Israel (3), Itália (3), Singapura (3), Emirados Árabes Unidos (3), Hong Kong (2), Índia (2), México (2), Paquistão (2), Espanha (2), Suiça (2), Austrália (1), Brasil (1), Chile (1), Estônia (1), Gana (1), ,Lituânia (1), Malásia (1), Holanda (1), Nigéria (1), Coréia do Sul (1), Uzbequistão (1). Considerando o número de empresas por categoria, tivemos: Pagamentos (14), Gestão de patrimônio (13), Criptoativos (13), Crédito (10), Operações financeiras e contabilidade (9), Recursos Humanos e Folha de pagamento (8), DeFi (7), Embedded Finance (6), Seguros (6), Detecção e prevenção de fraudes (4), Bancos digitais (3), Gestão financeira pessoal (3), Mercado de Capitais (2) e Automação de fluxos de trabalho (2). Em relação ao score, as três fintechs que tiveram maior pontuação (Mosaic Score) foram a RedotPay (criptoativos), Upstage (Automação de fluxos de trabalho) e Alpaca (gestão de patrimônio).  Nesta edição, o Brasil está representado pela fintech Clara (categoria Operações financeiras e contabilidade). Trata-se de uma solução de ponta a ponta inclui cartões corporativos emitidos localmente, conta digital, e um software de plataforma altamente qualificado, usado por milhares das mais bem sucedidas empresas da região. Além dela, também aparece a mexicana Yuno (pagamentos), que também possui operações por aqui. O ranking completo pode ser conferido neste link.

  • Payface leva inovação ao Vuon Card com ativação instantânea e pagamento com o rosto

    A Payface , empresa pioneira em soluções de pagamento por reconhecimento facial, acaba de implementar sua solução na operação do Vuon Card, cartão próprio do Grupo Pereira. Presente em duas unidades da rede, Supermercado Itanhangá, em Campo Grande (MS) e Fort Atacadista, no Jardim Liberada em Jundiaí (SP), a tecnologia traz inovação e eficiência às lojas. Essa é a primeira vez que o Grupo Pereira aposta no reconhecimento facial como meio de pagamento.   A tecnologia permite que os pagamentos via cartão próprio da loja, o Vuon Card,  sejam feitos sem o uso de dispositivos pessoais ou cartões. Além da conveniência, a parceria entre Payface, Vuon Card e RPE (processadora do cartão), facilita o acesso aos novos clientes. Assim que a solicitação do cartão é aprovada, o cliente já pode utilizá-lo para compras, sem a necessidade de esperar por embossing, criação de senha ou instalação de aplicativos. Essa agilidade na ativação oferece mais praticidade aos clientes, que podem usufruir da tecnologia imediatamente. “Nossa solução dispensa o cartão físico e senhas, otimizando a operação ao tornar possível que o cliente realize o pagamento pelo Vuon Card imediatamente após aprovação. Essa eliminação da necessidade de etapas adicionais acelera significativamente a jornada de compra e impulsiona a ativação do cartão da loja desde o primeiro momento.” afirma Victor Braz, diretor de arranjo fechado da Payface. Além dos novos clientes, a solução também já está disponível para os clientes que já possuíam o Vuon Card. E, como próxima fase, também deve ser habilitada para os chamados cartões adicionais, possibilitando a mesma experiência e segurança de pagar com o rosto não só para os clientes titulares do Vuon Card, mas também para os seus dependentes. “O Vuon Card já é um importante elo de relacionamento com os nossos clientes, e agora damos um passo além ao incorporar a biometria facial como meio de pagamento. A parceria com a Payface traduz o nosso compromisso em oferecer conveniência, inovação e segurança, simplificando a jornada de compra e reforçando o cuidado com quem escolhe o Grupo Pereira para as compras de seu dia a dia”, afirma Rafael Souza, diretor do Vuon.

  • PROVA DE VIDA (LIVENESS TEST): O QUE É? COMO ESCOLHER?

    As técnicas de prova de vida servem para prevenir situações em que a leitura biométrica é, de alguma forma, alterada. Por exemplo, pelo uso de uma fotografia da biometria que se quer usar ou pela criação de uma versão física falsa da face, dos dedos (ex. máscaras, películas de silicone com ranhuras, lentes de contato com uma íris falsa). Essas mudanças, em geral tem dois objetivos: evitar a identidade do usuário ou se passar por outro usuário. O objetivo de um sistema de prove de vida é determinar se a característica biométrica que está sendo capturada é uma medida real de um usuário vivo, presente fisicamente no momento da medida e autorizado a acessar o aplicativo ou o sistema. Normalmente é usada como uma medida extra associada à biometria, que também deve ser confirmada. Há várias formas de efetuar uma prova de vida, usar movimentos (como virar o rosto ou piscar), características típicas de imagens do corpo humano (como a textura da pele) ou características fisiológicas (batimentos cardíacos, respiração, suor) e voz (pedir para a pessoa falar uma frase aleatória). Para uma prova de vida ser boa, deve atender a alguns critérios como: 1) ser fácil de usar; 2) ser fácil de capturar; 3) ser usável por todo mundo; 4) ser permanente (ou seja, sempre se pode coletar); 5) ser capaz de evitar tentativas de falsificação. Estes critérios podem parecer meio óbvios mas já recebemos de clientes que se queixavam de testes de prova de vida que geravam muitas rejeições , ou seja, a pessoa não conseguia provar que estava viva. Já li um depoimento de uma pessoa que se queixava que estava sendo discriminada pela prova de vida, por que tinha dificuldade para ler as instruções com os óculos .  Quanto à Participação do Usuário: podem ser classificadas como Ativas ou Passivas As Ativas solicitam que o usuário execute alguma ação, como mover a face, piscar, sorrir, falar ou mexer o dedo. São encontradas em biometrias facial , impressão digital ou voz e em geral são mais robustas à fraudes mas podem afetar negativamente a experiência do usuário. As Passivas não necessitam de nenhuma ação do usuário , usam características da imagem como a textura, medidas de profundidade, padrões de voz, reflexos da imagem. São encontradas em biometrias facial , impressão digital ou biometria de voz mas são mais vulneráveis a ataques um pouco mais sofisticados. A vantagem do ponto da experiência do usuário é que causam menos fricção. Há também uma outra forma um pouco menos divulgada mas que traz um potencial enorme, apresentada na sequência. A Prova de vida baseada em Características Físicas/Fisiológicas da Pessoa Nesse caso, sinais como o dos batimentos cardíacos, respiração, impulsos elétricos da pele podem ser usados. Também podem ser usadas a análise de expressões do rosto, da profundidade, da detecção de propriedades visíveis com luz infravermelha.  Saiba mais sobre a nossa solução de Prova de vida com batimentos cardíacos neste link.

  • Open Finance sem mistério: 5 oportunidades para decisões financeiras mais estratégicas

    Imagine centralizar todas as suas contas, cartões e investimentos em um único lugar, recebendo ofertas de produtos financeiros verdadeiramente alinhadas ao seu perfil - tudo isso sem a complexidade de gerenciar múltiplas contas em diferentes bancos. Essa é a proposta do Open Finance (Sistema Financeiro Aberto), uma iniciativa regulamentada e impulsionada pelo Banco Central do Brasil. O sistema permite que instituições financeiras autorizadas — como bancos, fintechs e corretoras —, com seu consentimento, compartilhem dados para oferecer serviços mais inteligentes, eficientes e personalizados. Ricardo Malaquias, Diretor de Estratégia, Cobrança e Operações da Simplic - fintech especializada em crédito pessoal - explica que, com a atuação do Banco Central garantindo a estrutura e a segurança do sistema, o usuário pode focar em explorar todo o potencial da ferramenta. "O Open Finance coloca você no comando da sua vida financeira, com praticidade e poder de escolha", afirma. Confira abaixo  5 oportunidades para aproveitar ao máximo seus benefícios : 1. Centralize as contas certas para uma visão completa do seu dinheiro Um dos maiores benefícios é a possibilidade de unificar todas as suas informações financeiras. Ao conectar suas contas ativas de diferentes instituições em uma plataforma de sua confiança, você obtém uma visão integrada e clara da sua situação financeira.  No entanto, evite vincular contas que não são mais usadas.  "As pessoas costumam autorizar o compartilhamento de informações de contas inativas ou pouco utilizadas, o que gera ruído na análise dos seus hábitos financeiros reais. O ideal é conectar apenas as contas ativas e relevantes, aquelas que refletem sua movimentação atual", explica. Manter apenas o essencial vinculado ajuda a ter uma visão mais clara e útil da sua situação financeira. 2. Descubra ofertas exclusivas e vantajosas Ao compartilhar seus dados (sempre com sua autorização), você permite que as instituições compreendam seu perfil e possam apresentar propostas mais relevantes. "Isso se traduz em oportunidades reais como melhores oportunidades para empréstimos, cartões com benefícios alinhados ao seu consumo ou investimentos sob medida para seus objetivos", explica o executivo. O sistema funciona como um canal para encontrar as melhores opções do mercado para você. 3. Agilize processos e tome decisões com mais propriedade Com o Open Finance, tarefas como análise de crédito e contratação de serviços tornam-se muito mais ágeis. Suas informações são compartilhadas de forma segura e digital, eliminando a necessidade de apresentar diversos comprovantes. "A velocidade e a precisão das análises aumentam significativamente, permitindo que você aproveite oportunidades no momento certo, com base em uma análise fiel da sua saúde financeira", complementa. 4. Tenha transparência e controle sobre suas informações O sistema foi desenhado para dar a você total controle sobre quem acessa seus dados e por quanto tempo. É possível gerenciar as permissões concedidas a cada instituição de forma simples, diretamente pela plataforma do seu banco ou fintech. "Isso garante transparência e autonomia. Você decide quais empresas podem oferecer produtos e acompanha tudo de forma organizada", reforça. 5. Simplifique sua relação com o sistema financeiro O Open Finance veio para descomplicar. Em vez de alternar entre vários aplicativos e sites, você centraliza o acesso aos seus produtos e aproveita uma experiência mais fluida e conectada. A integração, respaldada pela regulamentação do Banco Central, traz eficiência e clareza, ajudando a construir uma relação mais estratégica e proveitosa com o dinheiro. “Essa ferramenta é uma evolução natural do sistema financeiro, colocando tecnologia a serviço do cidadão. Com a segurança estrutural garantida pelo Banco Central, o usuário ganha em praticidade, personalização e poder de escolha para tomar decisões cada vez mais alinhadas com seus objetivos”, finaliza.

  • Febraban impulsiona uso de camada extra na autenticação de pagamentos

    O uso do 3DS, protocolo de segurança que adiciona uma camada extra de autenticação (confirmação da identidade do comprador) para proteger as transações com cartão de crédito e débito, está atualmente em um crescimento inédito no mercado brasileiro. O nome vem dos três domínios seguros usados para confirmar a autenticidade da identificação: o emissor, o adquirente e a interoperabilidade. Segundo Reinaldo Santos , head de e-Payments da Lyra , o cenário novo para o atual êxito do 3DS no mercado brasileiro se deve ao trabalho da Federação Brasileira de Bancos - Febraban e da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços - ABECS : “Maior interação entre bandeiras, adquirentes e emissores têm promovido cada vez mais autenticações fluidas e sem atrito, o que todos buscam no mercado.” No Brasil, em 2024, a Lyra , especialista global em serviços financeiros para o mercado de pagamentos, registrou 12,5 milhões de autenticações 3DS, o triplo do ano anterior. Até setembro de 2025, já são mais de 75 milhões. “Estamos muito empolgados com este crescimento contínuo das autenticações 3DS no Brasil, o maior da história. A expectativa é a Lyra Brasil fechar o ano com mais de 100 milhões de autenticações 3DS” , afirma Reinaldo.   Outro grande motivador para a adoção do protocolo 3DS pelo grande varejo, segundo Reinaldo, tem sido a escolha pela modalidade Data Only, em que o estabelecimento envia para o banco apenas os dados da transação (como informações sobre comprador e dispositivo). “Essa alternativa permitiu que lojistas, antes receosos com o impacto do 3DS na conversão, aderissem ao protocolo sem objeções.”   A expectativa é que, com a maturação do modelo e o uso inteligente de dados, seja possível alcançar altos índices de autenticação sem desafio e com transferência de responsabilidade, reduzindo significativamente os investimentos em controle de fraude e consolidando um ecossistema de pagamentos online mais confiável e sem atrito.   A autenticação frictionless representa uma transação autenticada pelo emissor, sem que este tenha requerido a etapa do desafio. Em outras palavras, significa para o varejista a segurança de uma compra com zero risco de chargeback, sem abrir mão da melhor taxa de conversão. “O que o mercado quer é uma boa taxa de conversão e um risco de fraude controlado” , complementa Reinaldo.   Essa promessa tem atraído os pesos pesados das compras online, como os principais sites e aplicativos de delivery e compras internacionais, agentes que sustentam a multiplicação das autenticações todo mês. Com o peso destas marcas e seu papel como formador de opiniões e práticas, esses sites e aplicativos contribuem por evangelizar o grande público em relação à etapa de autenticação. Progressivamente, o público consumidor aprende a buscar o token na notificação do app do banco ou no SMS enviado pelo banco para concluir a compra, confirmando a sua identidade. “O consumidor já sabe que esta etapa suplementar na compra é sinônimo de entrega mais rápida, dispensando bloqueio por precaução e ligação da central de segurança” , afirma Reinaldo.   Do lado do emissor, pular a etapa do desafio requer ter armazenado dados de comportamento de seus clientes e ferramentas de gestão para conseguir tomar instantaneamente a decisão de poupar o seu cliente a etapa da confirmação de identidade, a qual pode parecer inconveniente (daí o nome de fricção ou atrito na nomenclatura em inglês). Cada emissor define os seus próprios critérios para tal, como o uso do mesmo device usado em compras anteriores ou compras feitas neste mesmo vendedor sem histórico de chargeback, entre outros.   “Observamos que bancos digitais estão à frente tanto nas taxas de autenticação com sucesso quanto nas taxas de frictionless. Seus sistemas mais modernos e mais ágeis são fatores favoráveis que os ajudam a se destacar. A necessidade de lutar por ganhos de market share também os leva a priorizar serviços diferenciados, como a autenticação frictionless, para se destacar com melhores experiências de compra” , observa Reinaldo.   O benefício para os bancos é a melhora do serviço prestado aos seus clientes: um e-consumidor com perfil heavy user, ao se deparar com escolha entre dois cartões de bancos diferentes, tende a privilegiar sistematicamente o cartão do banco com o qual ele tem a experiência de compra mais fluida. Do ponto de vista de gestão do banco, pode, inclusive, compensar políticas de milhas e cashback menos agressivas que as do banco concorrente e representar portanto uma alavanca na rentabilidade.   O Brasil está, hoje, com muitos bancos em situação de concorrência acirrada e com ofertas de cartões com gratuidade da anuidade. Com isto, muitos consumidores possuem até três ou quatro cartões de bancos diferentes e, neste contexto, há uma luta intensa para engajar e fidelizar a base de clientes. A emissão do cartão não é mais a principal etapa do ciclo de venda, apenas é a primeira. A segunda etapa, tão primordial quanto a precedente, é a ativação com frequência deste cartão para compras. “Para alguns consumidores, em determinadas circunstâncias, o conforto de compras online rápidas e seguras é mais valioso que a promessa de lounge VIP em aeroportos" , finaliza Reinaldo . No mês de setembro de 2025, após 8 meses de crescimento, o volume de autenticações 3DS processadas pela Lyra passou pela primeira vez o volume de autenticações realizadas pela sua matriz em solo europeu, onde a autenticação é mandatória desde 2020 na maioria dos casos de consumo online. Na França, a Lyra alcança taxa de autenticação com sucesso de 90,8%, frente aos 86% registrados no mercado francês como um todo, ou seja, 4,8 pontos acima da média do mercado.

  • Vivo Ventures investe US$ 2,5 milhões na 180 Seguros

    O Vivo Ventures, fundo de Corporate Venture Capital (CVC) growth da Vivo, anuncia aporte de U$ 2,5 milhões na 180 Seguros, tornando-se o mais novo investidor da seguradora que é referência em aplicação de IA e maior insurtech da América Latina. O investimento fortalece a atuação da Vivo no segmento de serviços financeiros, ao posicionar a 180 Seguros como uma seguradora estratégica para expandir sua oferta de serviços na área. O aporte é uma extensão do round pre series B, anunciado em setembro pela insurtech . Sob a marca Vivo Pay, a Vivo oferece diferentes soluções financeiras, como empréstimo pessoal e antecipação de FGTS, consórcio de smartphone e de motos, além de seguro para celular, eletrônicos e residencial, que geraram receita de R$ 469 milhões em 12 meses, conforme divulgação do 2T25. Em 2024 obteve licença SCD para atuar como fintech de crédito e já concedeu mais de R$ 1 bilhão em empréstimo pessoal desde outubro de 2020 até junho de 2025. A expectativa é que o aporte na 180 Seguros acelere ainda a atuação da Vivo neste segmento, uma vez que as soluções da startup ajudam empresas a comercializar seguros de forma integrada à jornada de compra de seus clientes. “A missão do Vivo Ventures é investir em startups que possam ajudar a alavancar a estratégia de diversificação de negócios da Vivo. No caso da 180 Seguros, temos uma grande oportunidade de apoiar a Vivo a avançar ainda mais no segmento de fintech, com novas soluções de seguros que poderão ser oferecidas de forma contextualizada aos clientes”, diz Phillip Trauer, diretor do Vivo Ventures e da Wayra Brasil. “Mais do que o aporte em si, as investidas têm acesso ao universo da Vivo, uma das marcas mais valiosas do Brasil que tem cerca de 1,8 mil lojas; 84 milhões de acessos mensais no seu app e mais de 116 milhões de acessos”, completa. Vivo e 180 Seguros vão desenvolver produtos em conjunto, cobrindo um amplo leque de soluções de proteção. “O investimento do Vivo Ventures e a aproximação com a Vivo são uma grande oportunidade para escalar o modelo de embedded insurance no Brasil, trazendo inovação e velocidade na concepção de novos produtos. Temos tecnologia e know-how para customizar nossas soluções de acordo com as características do público. Vamos oferecer uma experiência única de produto e de relacionamento para os clientes da Vivo, permitindo que um número muito maior de pessoas tenha acesso a seguros de forma simples e fluida”, afirma Mauro Levi D’Ancona, cofundador e CEO da 180 Seguros. O uso intensivo de Inteligência Artificial será fundamental para sofisticar a oferta, personalizar produtos em larga escala e aprimorar o relacionamento com os clientes, por isso, o investimento do Vivo Ventures será direcionado para acelerar investimentos da 180 nessa tecnologia. A seguradora recém lançou um servidor Model Context Protocol (MCP) que permite aos agentes de IA dos parceiros se conectarem aos agentes da 180 sem integrações pré-estabelecidas, uma evolução em relação às APIs. Nesse modelo, um cliente pode, diretamente, fazer uma solicitação e receber uma oferta personalizada em segundos.

  • Money 20/20: o que esperar do maior e mais influente evento do mundo para as fintechs?

    Neste mês, a icônica cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos, se tornará o epicentro das discussões sobre o futuro do dinheiro. É quando acontece o  Money 20/20 , considerado o mais importante evento global do setor financeiro e de fintechs. Reunindo especialistas de diversos países, o encontro consolida-se como um fórum estratégico para debater tendências que moldam os pagamentos e serviços financeiros em escala mundial — da economia digital à inclusão financeira, passando pela inovação em meios de pagamento e pela segurança das transações. Durante o evento, líderes de bancos, fintechs, empresas de tecnologia, reguladores, investidores e empreendedores participarão de uma imersão nas tecnologias e modelos de negócio que estão redefinindo o ecossistema financeiro. Entre os principais temas em pauta estarão a Inteligência Artificial Generativa, os Pagamentos em Tempo Real, o Open Banking e a Cibersegurança Avançada. O encontro ocorre em um momento decisivo para o setor. O mercado global de fintechs deve atingir  US$1,5 trilhão em receitas até 2030 , segundo o  relatório  Global Fintech: Reimagining the Future of Finance . O crescimento é impulsionado pela adoção de soluções baseadas em IA, pela aceleração dos pagamentos instantâneos e pela personalização de serviços — enquanto milhões de pessoas ainda permanecem fora do sistema bancário, revelando um vasto campo para inovação e inclusão. "O Money 20/20 representa o epicentro da transformação financeira global. É onde as maiores inovações do setor são apresentadas, onde parcerias estratégicas nascem e onde o futuro do dinheiro é desenhado. Participar deste evento é de grande importância estratégica, e significa nos posicionar na vanguarda das discussões que moldarão os próximos anos da indústria de pagamentos e Fintechs", avalia o CRO    da Azify, Gustavo Siuves. Principais tendências que dominarão o Money 20/20 Além dos temas centrais, o evento destacará as principais inovações que estão moldando o futuro da indústria financeira: 1) Finanças descentralizadas (DeFi) e ativos digitais:  a convergência entre finanças tradicionais e descentralizadas está criando novos modelos de negócio. CBDCs (Central Bank Digital Currencies) e  stablecoins  oferecem alternativas de baixo custo para movimentação de dinheiro, especialmente em transações internacionais. 2) Embedded Finance:  a integração perfeita de produtos e serviços financeiros em aplicações não financeiras está expandindo o alcance das fintechs e transformando a experiência do usuário. 3) Pagamentos contactless e wearables:  métodos de pagamento sem contato dominam transações presenciais, com crescente adoção até mesmo entre usuários frequentes de dinheiro físico. Dispositivos vestíveis e assistentes de voz estão criando novas interfaces para serviços bancários. 4) Big Data e Analytics:  com o crescimento exponencial de dados produzidos e operados por instituições financeiras, a capacidade de coletar, interpretar e aplicar insights em tempo real tornou-se estratégica para competitividade. 5) Hiperpersonalização em escala:  consumidores não apenas desejam, mas agora exigem experiências sob medida. A convergência entre IA avançada e dados está possibilitando análises de crédito em tempo real e recomendações de investimento totalmente personalizadas. 6) Governança de IA e uso ético:  com o avanço da IA generativa, cresce a necessidade de desenvolver modelos de governança que garantam transparência sobre quem treina os sistemas, quais dados são utilizados no treinamento e como funcionam os algoritmos de recomendação. 7) Transformação de talentos:  o setor precisa repensar sua cultura organizacional, investindo na integração entre pessoas e tecnologias, requalificando profissionais e desenvolvendo competências digitais. 8) Regulamentação adaptativa:  à medida que tecnologias evoluem, frameworks regulatórios precisam se adaptar para equilibrar inovação com proteção ao consumidor e estabilidade do sistema financeiro. De IA Generativa à inclusão: as tendências e o futuro das finanças A Inteligência Artificial continua sendo a força motriz da transformação fintech. A IA generativa está criando novas oportunidades para personalização em escala, automação de processos complexos e desenvolvimento de produtos financeiros inovadores, ao mesmo tempo em que apresenta novos desafios relacionados à segurança e governança.  De acordo com a  Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2025 , realizada pela Deloitte, oito em cada dez bancos já incorporaram a inteligência artificial generativa (GenAI) em suas operações e devem aumentar, até o final de 2025, o orçamento total destinado à tecnologia, atingindo R$47,8 bilhões, um crescimento de 13% em relação a 2024. "A IA não está substituindo a inteligência humana, mas a expandindo. Quando aplicada de forma responsável e ética, a IA tem o potencial de aumentar significativamente a confiança do cliente dentro do sistema financeiro e bancário, oferecendo transparência, segurança, justiça e engajamento personalizado", destaca Gustavo.  Pagamentos em tempo real: o novo padrão global Com 83% dos brasileiros afirmando que têm usado cada vez menos cédulas e moedas, segundo a  pesquisa  “Meios de pagamento 2025”, realizada pela Opinion Box, os pagamentos instantâneos estão transformando a forma como o dinheiro circula globalmente. Inspirados pelo sucesso do PIX no Brasil e do UPI na Índia, sistemas de pagamento em tempo real estão se expandindo rapidamente, oferecendo conveniência, inclusão e eficiência sem precedentes. “Esses sistemas têm sido bem-sucedidos por diversos fatores: apoio governamental que confere credibilidade, infraestruturas tecnológicas robustas construídas com princípios cloud-first capazes de lidar com grandes volumes de transações, designs personalizados e interfaces amigáveis que permitem a qualquer pessoa com um smartphone realizar pagamentos instantâneos”, analisa Siuves. Segurança e confiança: prioridades absolutas Com o aumento exponencial das transações digitais e o avanço das ameaças cibernéticas, a segurança tornou-se prioridade absoluta. A IA desempenha papel central nesse cenário, permitindo analisar padrões de transação em tempo real para identificar desvios suspeitos, aplicar autenticação multifator avançada com biometria, utilizar modelos de pontuação de risco que agregam dados de processadores e bancos, criar  datasets  sintéticos por meio de IA generativa para simular fraudes e treinar sistemas de detecção, além de promover aprendizado contínuo que ajusta os algoritmos conforme surgem novas táticas de fraude.  “Investir em soluções baseadas em IA não é apenas uma forma de prevenir fraudes: é também um compromisso com a segurança dos clientes e a construção de relações de confiança que perdurem no tempo”, explica Gustavo. Inclusão financeira e Open Banking: oportunidades globais Com milhões de pessoas ainda sem acesso adequado a serviços bancários ao redor do mundo, a inclusão financeira representa tanto um imperativo social quanto uma enorme oportunidade de mercado. Fintechs estão na linha de frente dessa transformação, oferecendo soluções digitais acessíveis que contornam as barreiras tradicionais do sistema bancário. “A evolução de modelos alternativos de pagamento — como carteiras digitais, pagamentos  peer-to-peer  e soluções  Buy Now Pay Later (BNPL)  — demonstra como a inovação fintech está democratizando o acesso ao crédito e aos serviços financeiros para populações historicamente desassistidas”, acrescenta o CRO da Azify. Já o Open Banking está redefinindo o relacionamento entre instituições financeiras tradicionais e fintechs. O que começou como disrupção evoluiu para colaboração estratégica, com fintechs oferecendo soluções  white-label  que permitem acesso a mercados maiores e integrações mais robustas. Empresas que começaram como disruptoras construíram reconhecimento de marca e confiança ao longo do tempo, posicionando-se como alternativas viáveis aos bancos tradicionais.  "O Money 20/20 não é apenas um evento, é um termômetro do futuro das finanças. Ele mostra como tecnologia, colaboração e ética caminham juntas para criar um sistema financeiro mais inclusivo, seguro e inteligente, e estar presente significa participar ativamente da construção desse futuro", finaliza Gustavo Siuves.

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