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304 resultados encontrados para "abcripto"
- Fraudes de identidade em cripto cresceram 50% na América Latina em 2024
regulações devem estar em pauta, com estes sendo os três principais desafios atuais para as empresas de cripto A Sumsub considera Ilhas Caimã, Bermudas e o Panamá, como as regiões mais amigáveis ao mercado de cripto O relatório também inclui informações da Pesquisa da Indústria Cripto da Sumsub de 2024, com respostas de mais de 300 companhias dos setores de cripto, bancos, pagamentos e e-commerce.
- Bitcoin Conference 2025: Especialista aborda as principais tendências do mercado cripto
Confira as cinco principais tendências do mercado cripto de acordo com o executivo: 1. com o vice-presidente dos EUA, existe a expectativa de que o país atinja 100 milhões de usuários de cripto outras palestras e ao networking do evento trouxe a perspectiva de uso da bitcoin e de outros ativos criptos palestra foi toda voltada a construir riqueza, pensando no mercado em geral e não nos especialistas em cripto houve uma forte presença de players chineses, nas mais variadas atividades relacionadas ao mercado cripto
- Brasileiros confundem cripto com aposta e ficam fora da economia digital, diz pesquisa
Além disso, a linguagem técnica usada no universo cripto é um desafio para quem está começando. “Cripto não precisa ser complexo para ser confiável.
- Investimentos em cripto: EY-Parthenon e Coinbase lançam pesquisa "Volatilidade estimula a disciplina, não o recuo"
Acesso: Instituições preferem produtos regulamentados Para as instituições, o caminho para o cripto passa vez mais por produtos regulamentados. 66% dos entrevistados já possuem exposição via ETFs e ETPs de cripto
- Cripto, herança e impostos: como inserir moedas digitais no planejamento sucessório
quando se identifica e analisa os ativos de empresas e famílias empresárias, de tal forma ativos como as cripto
- Ripple Introduz Pagamentos Transfronteiriços Habilitados por Cripto em Portugal em Parceria com a Unicâmbio
Portugal desenvolveu um ecossistema cripto dinâmico, e estamos entusiasmados por disponibilizar a nossa
- Regulação das VASPs marca nova fase do mercado cripto e amplia demanda por orientação especializada
A entrada em vigor das novas diretrizes do Banco Central para criptoativos, definida para fevereiro de 2026, inaugura a fase operacional da regulação no Brasil. As regras se aplicam às VASPs (Virtual Asset Service Providers), que passarão a operar sob autorização e supervisão direta do BC. O novo cenário acelera a demanda por infraestrutura especializada em stablecoins e impõe rigorosos parâmetros de governança, monitoramento e prevenção a ilícitos. Na prática, bancos, exchanges, plataformas de ativos virtuais e corretoras precisarão atender a critérios técnicos, operacionais e de compliance para obtenção da licença. Entre as exigências estão capital mínimo de R$ 10,8 milhões, segregação patrimonial obrigatória, políticas estruturadas de KYC e KYB, controles de risco, monitoramento contínuo de transações, auditoria independente a cada dois anos e padrões elevados de segurança da informação. Embora as novas regras avancem na consolidação do setor, elas expõem uma lacuna importante. Instituições financeiras tradicionais buscam autorização, mas carecem de experiência em ativos virtuais e operações em blockchain. É nesse contexto que empresas como a Conduit ganham espaço, fornecendo infraestrutura para que instituições financeiras consolidadas possam participar desse mercado. “Estamos vivendo um momento histórico. Com as novas regras, vemos muitos bancos e corretoras interessados em aplicar para a licença, mas que nunca operaram com ativos virtuais. Empresas como a Conduit viabilizam essa entrada com segurança e conformidade”, afirma Carla Moura, Head de Compliance & Banking Expansion para a América Latina na Conduit. A plataforma oferece fluxos automatizados para conformidade e monitoramento, permitindo que novos players se adequem mais rapidamente aos requisitos regulatórios. “O mercado está em transformação. Instituições que dominam o setor financeiro tradicional precisam de parceiros especializados em tecnologia blockchain e compliance regulatório. Essa é a ponte que estamos construindo”, reforça a executiva. Com a entrada do novo marco, o mercado brasileiro tende a ganhar mais previsibilidade jurídica, segurança para investidores e maior integração com o sistema financeiro tradicional. Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de soluções capazes de traduzir exigências complexas em operações simples, seguras e escaláveis.
- Verão com cripto: companhias de turismo e moda de luxo na liderança dos pagamento com criptomoedas
crescente presenças das exchanges no mercado latino abrem caminho para a aceitação do pagamento por cripto De janeiro de 2023 a janeiro de 2024, o volume de transações para reservas em cripto na empresa aumentou Presentes em cripto O universo dos presentes e dos cartões-presente testemunhou um crescimento substancial
- Maioria dos brasileiros acreditam que o "universo cripto" será o futuro das finanças
com os resultados de uma pesquisa realizada pela OKX, empresa líder mundial em Web3 e corretora de cripto online fornecido a mais de 750 brasileiros em novembro de 2023, incluindo usuários e não usuários de cripto Os usuários brasileiros de criptomoedas também consideram a cripto superior aos serviços bancários em Desses usuários de cripto pesquisados, 93% disseram que “concordam” ou “concordam totalmente” que eles Os brasileiros confiam na cripto como forma de transformar as finanças tradicionais e, à medida que a
- Relatório aponta prazo de 30 de outubro para mercado cripto brasileiro e destaca novo padrão de comprovação regulatória
A CertiK, maior provedora de serviços de segurança Web3 do mundo, divulgou o relatório Intel3D: PSAV and the New Brazil Security Standard, que analisa a etapa final da transição do Brasil para um mercado de ativos virtuais totalmente autorizado. Com a aproximação do prazo de 30 de outubro de 2026 para o protocolo dos pedidos junto ao Banco Central, o relatório aponta que o Brasil está avançando para uma supervisão regulatória completa mais rapidamente do que quase qualquer outra grande jurisdição e que a comprovação independente, realizada por terceiros, de conformidade regulatória tornou-se um requisito para a entrada no mercado. O relatório destaca a velocidade da implementação do novo arcabouço regulatório brasileiro: da primeira lei sobre criptoativos do país, em 2022, à criação de um regime completo de autorização em menos de quatro anos, com os requisitos mais rigorosos concentrados nos últimos 12 meses. As prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAVs) agora precisam ser formalmente constituídas como entidades financeiras reguladas e manter capital mínimo entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões — aproximadamente US$ 2,11 milhões a US$ 7,27 milhões, considerando a cotação no momento da elaboração do relatório. O requisito se aplica a um mercado estimado em cerca de 120 prestadoras atualmente em operação no país. As empresas também precisarão comprovar que seus controles de compliance funcionam efetivamente, por meio de uma verificação realizada por uma empresa de auditoria independente, antes mesmo de poderem protocolar o pedido de autorização. Essa comprovação será apresentada na forma de um relatório formal de asseguração que deverá abranger controles de prevenção à lavagem de dinheiro, combate ao financiamento do terrorismo e sanções. Instituições financeiras já estabelecidas que pretendam ingressar nesse mercado estarão sujeitas a uma exigência adicional: uma certificação técnica de segurança própria. O relatório também aponta a dimensão dos riscos que o novo regime busca enfrentar. Com base no Hack3d H1 2026 Report, da própria CertiK, as perdas relacionadas a ativos digitais chegaram a US$ 1,32 bilhão em 344 incidentes apenas no primeiro semestre de 2026, tendo o comprometimento de carteiras e o phishing como principais causas dos prejuízos. A análise da CertiK compara o arcabouço brasileiro com os regimes regulatórios da União Europeia, por meio do MiCA; de Dubai, por meio da VARA; e de Singapura, por meio da MAS. Embora a abordagem brasileira seja, em linhas gerais, consistente com os padrões globais, o relatório destaca que a exigência de apresentar uma comprovação independente junto ao pedido de autorização estabelece um cronograma mais rigoroso do que o observado na maioria dos regimes comparáveis. O estudo prevê ainda uma possível onda de consolidação do mercado em 2027, à medida que o volume de negócios não autorizado migre para prestadores devidamente autorizados. Segundo a análise, movimento semelhante foi observado após os prazos de licenciamento estabelecidos pelo MiCA e pela VARA. O relatório reúne ainda perspectivas da Veirano Advogados, um dos principais escritórios de advocacia do Brasil, e da Superteam, sobre os impactos jurídicos e práticos do novo regime para os participantes do mercado. A CertiK atualmente conduz sua própria auditoria externa independente, em conformidade com a Instrução Normativa 701 do Banco Central do Brasil, em seu primeiro trabalho desse tipo no país.
- Advogada explica o que muda para influencers cripto nas novas regras da CVM sobre tokenização
O mercado se prepara para duas consultas públicas da Comissão de Valores Mobiliários que vão revisar as regras de “tokenização” de ativos considerados valores mobiliários (títulos financeiros que podem ser negociados no mercado de capitais, como a bolsa de valores). A notícia sobre essas mudanças apresenta pontos estratégicos para influencers do setor de criptomoedas, mas exige cautela em sua comunicação para evitar riscos legais. O alerta é da advogada Karoline Hoffmann, especializada em Processo Civil, Regulação e Novas Tecnologias e Direito Digital, que atua com suporte jurídico ao mercado digital do marketing de influência, e é sócia na empresa de cursos de Direito Digital Aplicado. De acordo com a CVM, são duas principais alterações: revisão da norma de “crowdfunding” ( Resolução CVM 88 ), para adequá-la à evolução da securitização via plataformas eletrônicas e tokenizadoras; e a segunda para quem opera no “Sandbox Regulatório”, ambiente no qual entidades são autorizadas pelo Banco Central do Brasil para testar projetos inovadores na área financeira ou de pagamento, observando um conjunto específico de disposições regulamentares. “A modernização da Resolução CVM 88 e a criação de normas experimentais podem impulsionar a tokenização de dívidas, recebíveis e até cotas de fundos. Influencers podem destacar como isso amplia opções de investimento para seu público, especialmente em produtos de curto prazo (30-60 dias)”, explica Karoline Hoffmann. De acordo com ela, a abertura de consultas públicas em 2025 é uma chance para influencers engajarem seu público, mas há riscos jurídicos que devem ser pontos de atenção na produção do conteúdo. “A notícia é uma mina de ouro para influencers criarem conteúdos sobre inovação e finanças descentralizadas, mas exige alinhamento com a legislação. O equilíbrio entre entusiasmo e compliance é essencial para evitar sanções da CVM ou ações judiciais por parte de investidores”, chama a atenção a advogada especialista em mercado digital do marketing de influência. Pontos de Comunicação Atraentes para Influencers Novas Oportunidades de Mercado: A modernização da Resolução CVM 88 e a criação de normas experimentais podem impulsionar a tokenização de dívidas, recebíveis e até cotas de fundos. Influencers podem destacar como isso amplia opções de investimento para seu público, especialmente em produtos de curto prazo (30-60 dias). Flexibilização de Regras: Propostas como aumento de limites de emissão e redução de burocracias (como prazos entre ofertas) são hooks para conteúdos sobre "facilidade de acesso" e "democratização de investimentos". Sandbox Regulatório e Inovação: O sandbox da CVM (prorrogado até 2026) é um case de como o Brasil está testando inovações. Influencers podem usar exemplos de empresas como Estar Finance e BEE4 para ilustrar tendências, mas devem frisar que são projetos em ambiente controlado. Segurança Jurídica: A abertura de consultas públicas em 2025 é uma chance para influencers engajarem seu público (ex.: "Sua opinião pode moldar as regras do mercado!"). Riscos Jurídicos Divulgação de Ofertas Não Reguladas: A Resolução CVM 88 ainda não cobre totalmente tokenização (ex.: cotas de fundos). Influencers devem evitar promover produtos não autorizados ou enquadrá-los como "oportunidades exclusivas", sob risco de configurar offering fraud (art. 27-C da Lei 6.385/76). Informação Desbalanceada: Afirmar que as regras atuais são descabidas pode ser interpretado como descredito à CVM. É crucial contextualizar: a mudança reflete a evolução do mercado, não uma falha passada. Conflito com Normas de Publicidade: A CVM e o BACEN têm regras rígidas sobre divulgação de investimentos (Instrução CVM 505/21). Influencers devem: Evitar garantias de retorno ("rentabilidade certa"). Incluir disclaimers claros ("Isso não é recomendação de investimento"). Manter transparência sobre parcerias com plataformas tokenizadoras. Zonas Cinzentas: Há ambiguidades na regulação atual. Influencers devem sinalizar riscos ("Consulte um advogado antes de investir" ou “Consulte um especialista certificado antes de invesrtir”) para evitar responsabilização por má-fé ( culpa in vigilando ).
- Halving do Bitcoin: Está chegando o evento do ano no mercado cripto
Dessa maneira, o mercado cripto ainda não era tão desenvolvido, quanto é atualmente, e esses mineradores projeção mais razoável é que o ano de 2024 deve se caracterizar como um momento positivo para o mercado cripto














