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  • Já é realidade! Santander e Getnet liberam o Pix por Aproximação

    O Santander e a Getnet , empresa de tecnologia para meios de pagamento da PagoNxt, do Grupo Santander, anunciam o lançamento do Pix por Aproximação por meio do Google Pay. A nova funcionalidade permite que clientes realizem pagamentos de forma ainda mais ágil e segura a partir da Carteira do Google, apenas aproximando seus dispositivos móveis das maquininhas habilitadas. Desde seu lançamento, em 2020, o Pix se consolidou como o meio de pagamento preferido dos brasileiros. Segundo o Banco Central, nos primeiros seis meses de 2024, o número de transações via Pix superou os 29 bilhões, representando um crescimento de 61% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse avanço mostra a força do sistema, que já ultrapassou métodos tradicionais como cartões de crédito e débito, que somaram 24,2 bilhões de transações no mesmo período de comparação. Cada vez mais, o Pix se firma como o meio de pagamento mais usado no Brasil. Com o Pix por Aproximação, clientes pessoas físicas do Santander poderão realizar transações automaticamente apenas aproximando o celular da maquininha, usando a Carteira do Google, sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco ou escanear QR Codes. Por outro lado, clientes pessoas jurídicas da Getnet poderão oferecer essa nova solução de pagamento em suas maquininhas, agregando mais facilidade, praticidade e segurança à experiência do consumidor. A tecnologia Near Field Communication (NFC) assegura segurança avançada por meio de criptografia e autenticação biométrica, protegendo os dados dos usuários. Além disso, a agilidade nas transações garantirá um atendimento mais rápido e uma experiência de compra mais fluida, alinhando-se à crescente demanda por soluções inovadoras e simplificadas. O rollout para os clientes do Santander será realizado por grupos, com previsão de término para o meio de março.  De acordo com Izabella Belisário, diretora de pagamentos e serviços pessoa física do Santander, “a nova funcionalidade reforça o compromisso do Santander em oferecer soluções de pagamento que combinam inovação, conveniência e segurança, sempre com foco na melhoria da experiência do cliente”. Já para Mayra Borges, Vice-presidente de negócios da Getnet, esta inovação representa um passo importante na evolução dos pagamentos digitais no Brasil. “Essa tecnologia aplicada ao Pix não só facilita o dia a dia do cliente, mas traz também uma padronização e melhora importante na experiência do nosso consumidor. Isso quer dizer que, todo usuário com acesso a um device Android com NFC poderá pagar com Pix por aproximação nas maquininhas Getnet com a mesma experiência de pagamentos que já tem com o cartão", afirma a executiva. “A chegada do Pix por Aproximação para clientes Santander e Getnet é um marco e ficamos felizes em oferecer ainda mais conveniência e tecnologia à rotina de transações de milhões de clientes brasileiros que utilizam a Carteira do Google e as outras superfícies do Google Pay", afirma Natacha Litvinov, Head de Parcerias de Pagamentos do Google Pay na América Latina.

  • Cloud Native, Open Source e Powered by AI: A 5ª Geração de Core Banking

    O setor bancário tem passado por uma transformação radical nos últimos anos. O surgimento das fintechs, a digitalização acelerada e a crescente demanda por serviços financeiros ágeis e personalizados estão pressionando os bancos a modernizarem suas infraestruturas. Nesse cenário, entra a 5ª geração de core banking , que se destaca por ser Cloud Native, Open Source e impulsionada por Inteligência Artificial (AI) . As Gerações de Core Banking Os sistemas de Core Banking  evoluíram ao longo do tempo para atender às necessidades crescentes de eficiência, escalabilidade e inovação no setor financeiro. Podemos dividi-los em cinco gerações, cada uma marcada por avanços tecnológicos significativos.  A 1ª Geração  é marcada por sistemas mainframe centralizados, altamente confiáveis, mas caros e pouco flexíveis. Já a 2ª Geração  tem arquiteturas client-server, com melhor interface, mas ainda limitadas na escalabilidade. A 3ª Geração  representa a introdução da arquitetura SOA (Service-Oriented Architecture), facilitando integração, mas com desafios de eficiência e manutenção. E, por fim, na 4ª Geração,  se dá com o uso da nuvem, microsserviços e APIs abertas, com maior modularidade, mas ainda enfrentando desafios de interoperabilidade e eficiência operacional. Agora, com a ascensão das arquiteturas Cloud Native , o modelo Open Source  e a Inteligência Artificial , entramos na 5ª geração de Core Banking , que se destaca pela eficiência operacional, modularidade, hiperpersonalização e colaboração aberta . O que é um Core Banking Cloud Native? Um Core Banking Cloud Native  é projetado desde sua concepção para operar em ambientes de nuvem, seguindo os princípios estabelecidos pela Cloud Native Computing Foundation (CNCF) : Confiabilidade (Trusted)  – Equilíbrio entre qualidade, segurança e agilidade  na entrega de serviços bancários. Abertura (Open)  – Transparência e código aberto  como base para auditoria e colaboração ativa. Neutralidade (Neutral)  – Independência de interesses específicos, evitando dependência de fornecedores. Agnóstico a Plataformas (Platform Agnostic)  – Execução em qualquer nuvem, ambiente híbrido ou on-premise . Adoção Acelerada (Accelerated Adoption)  – Implementação ágil de novos serviços financeiros . Diversidade e Escalabilidade de Projetos (Project Diversity and Scalability)  – Adaptação para fintechs e grandes bancos globais . Experimentação e Inovação (Experimentation and Innovation)  – Suporte a modelos financeiros emergentes, como DeFi e AI-driven banking . Sustentabilidade (Sustainability)  – Eficiência energética e otimização de custos operacionais . Unidade Inclusiva (Inclusive Unity)  – Arquitetura acessível para todos, suportando diversos players do setor financeiro. O Papel do Open Source na Nova Geração de Core Bankings O modelo Open Source  é fundamental para a 5ª geração de Core Bankings, baseado nos princípios de transparência, colaboração e inovação contínua . De acordo com os princípios do   opensource.com , podemos destacar: Transparência (Código aberto e auditável), Colaboração (Desenvolvimento compartilhado), Lançamento precoce e frequente (Rápida adaptação), Meritocracia inclusiva (Valorizando melhores ideias e diversidade) e a  Construção de comunidade  (Engajamento de desenvolvedores e parceiros). Com estes princípios, possibilita-se uma inovação contínua, com desenvolvimento colaborativo e adaptável. Também podemos destacar questões de segurança e transparência, visto que há uma auditoria contínua e uma conformidade regulatória. E ainda há a questão da escalabilidade e interoperabilidade, viabilizando integrações com o Open Banking e com serviços financeiros globais. Principais Características da 5ª Geração de Core Bankings Conforme vimos anteriormente, a 5ª Geração de Core Banking é totalmente Cloud Native, Open Source e impulsionada por AI , promovendo eficiência, escalabilidade e inovação contínua. Além disso, podemos listar as suas principais características: Arquitetura Cloud Native & Open Source A Arquiterura Cloud Native refere-se a sistemas projetados para aproveitar ao máximo os ambientes de nuvem, garantindo escalabilidade, resiliência e flexibilidade. Já a Arquitetura Open Source  refere-se à construção de sistemas, plataformas e infraestruturas baseados em tecnologias de código aberto. Isso significa que as soluções são desenvolvidas e mantidas por comunidades ou organizações que disponibilizam seu código para uso, modificação e distribuição livre. Desta forma, com estas duas características, aspectos como Modularidade e Flexibilidade (containers e escalabilidade horizontal), Infraestrutura como Código (IaC) (automação e produtividade), APIs Abertas e Opens Standards (Interoperabilidade com Open Banking e novos modelos financeiros), Observabilidade e Auditabilidade (monitoramento contínuo, logs centralizados e a visibilidade total dos processos) e Segurança by Design (sistemas seguros desde a concepção, com princípios Zero Trust) acabam sendo grandes diferenciais. FinOps e Sustentabilidade Financeira FinOps é um modelo de gerenciamento financeiro para a nuvem, focado em otimizar custos e maximizar o retorno sobre investimentos em infraestrutura digital. Ele combina práticas financeiras, operacionais e de engenharia para garantir que as empresas utilizem recursos de forma eficiente, sem desperdícios. Na FinOps Foundation , é possível encontrar diversos cases de aplicação. Assim, com esta adoção, se potencializa a Sustentabilidade Financeira  do negócio, visto que fatores como Otimização de Custos (uso eficiente de recursos, reduzindo gastos operacionais), Escalabilidade sob demanda (ajuste automático de consumo, conforme a necessidade), além de Métricas de Eficiência (controle financeiro preditivo, com ferramentas avançadas para controle financeiro e previsibilidade de custos) passam a ser características principais. Agnosticidade & Portabilidade Quando falamos de Agnosticidade , estamos nos referindo à independência de uma solução em relação a plataformas, sistemas operacionais, linguagens de programação ou outras variáveis. Por exemplo, um software agnóstico funciona em qualquer sistema operacional, assim como um fundo de investimento agnóstico não se restringe a um setor específico. Já a  Portabilidade  está ligada à facilidade de mover algo de um ambiente para outro. No mundo da tecnologia, pode se referir à capacidade de um código rodar em diferentes sistemas sem grandes adaptações. No mundo financeiro, pode significar a capacidade de transferir investimentos ou recursos entre instituições sem barreiras. Desta forma, com estas características, o destaque fica com questão como Multi-cloud (suporte para AWS, Azure, Google Cloud e ambientes híbridos),  a Infraestrutura Agnóstica (independência de fornecedores específicos), Suporte Global e Localização Adaptável (com um compliance aderente a diferentes regulamentações) e Interoperabilidade e Integração (gerando a capacidade de conexão com ecossistemas financeiros diversos). Powered by AI & AI-Based Powered by AI  é um termo que mostra que a IA desempenha um papel fundamental no funcionamento do sistema ou produto, mas não necessariamente é a sua base principal. A IA é um componente de suporte, melhorando a eficiência, automação e experiência do usuário. O Nubank, por exemplo, faz o uso da IA com a finalidade de otimizar processos e personalizar serviços financeiros.   Já AI-Based  é um termo que mostra que, diferente do anterior, mostra-se totalmente fundamentado na Inteligência Artificial. Ou seja, a IA não é apenas um recurso, mas sim a essência do produto. Como exemplo, podemos citar a fintech Jota, uma plataforma conversacional baseada em IA que automatiza as finanças de microempreendedores e microempresas. Ela oferece serviços como pagamentos via Pix e geração de cobranças por meio do WhatsApp, utilizando IA para processar comandos de áudio, texto e imagens, além de fornecer insights financeiros personalizados aos usuários. Com estas características, destacam-se aspectos como Automatização Inteligente (otimização de processos operacionais), Detecção de Anomalias (IA para análise de riscos), Self-Healing (sistemas autônomos que corrigem falhas) e Análise Preditiva (prevenção de fraudes com IA). Impacto no Setor Financeiro Com estas evoluções, a nova geração de Core Bankings traz benefícios concretos para o sistema financeiro como um todo. Podemos destacar aspectos como a Redução de custos operacionais , com FinOps; Velocidade na inovação  com arquitetura flexível; Experiências digitais aprimoradas  por IA e hiperpersonalização; Acesso democrático à tecnologia  para fintechs e bancos digitais; e a Conformidade regulatória adaptativa  e dinâmica. A transição para a 5ª geração de core banking não é apenas uma tendência, mas uma necessidade estratégica. Os bancos que adotarem tecnologias Cloud Native, Open Source e AI-powered estarão na vanguarda da inovação financeira, proporcionando serviços mais ágeis, seguros e personalizados. Mais do que isso, a 5ª geração de Core Bankings é a fusão  entre Cloud Native, Open Source, FinOps, Agnosticidade e AI, resultando em uma infraestrutura moderna, eficiente e altamente inovadora. Essa evolução toda não surgiu isoladamente, mas sim como resultado da maturidade adquirida ao longo das gerações anteriores. Cada avanço (desde os sistemas monolíticos robustos até a introdução de arquiteturas distribuídas e APIs abertas) contribuiu para consolidar um modelo mais eficiente e flexível.  Essa convergência tecnológica resultou em soluções mais resilientes, interoperáveis e adaptáveis, permitindo que bancos e fintechs inovem de forma mais rápida e segura. Com isso, as instituições financeiras ficam mais preparadas para um futuro altamente digital, garantindo escalabilidade, eficiência e acessibilidade em um cenário cada vez mais dinâmico e competitivo. Para saber mais sobre essa revolução, conheça o   Guardia | Core Banking .

  • Resultados financeiros do ano: Como preparar e analisar relatórios

    O início do ano é uma oportunidade de ver o quadro real da empresa com base em vários resultados. O que funcionou melhor? Onde estão as reservas ocultas para o crescimento? Como preparar a base financeira para um início bem-sucedido no novo ano?  Neste artigo veremos como resumir os resultados, sem perder os aspectos importantes e nos prepararmos para o planejamento do próximo ano. Como preparar suas demonstrações financeiras anuais sem complicações O planejamento e o resumo financeiros eficazes ajudam as empresas a tomar decisões assertivas e evitar erros. Para começar, faça um resumo dos resultados anuais no início de janeiro, e não no final do exercício financeiro. Dessa forma, você poderá coletar e organizar todos os dados relacionados ao período anterior, mesmo que os pagamentos tenham sido feitos com atraso. Além disso, implemente o monitoramento regular da posição financeira para minimizar o risco de resultados inesperados no final do período de relatório. Usar ferramentas financeiras especializadas durante todo o ano paracoletar e armazenar dados em um único sistema. Recomendamos o uso de um software que permita a integração e o processamento automático de informações para acelerar o processo de preparação das contas anuais. Principais métricas para avaliar a saúde financeira de uma empresa Para realizar análises e obter dados analíticos corretos, é necessário coletar demonstrações financeiras do ano inteiro. É importante comparar os indicadores entre diferentes períodos do ano, bem como avaliar a dinâmica das mudanças em relação ao ano anterior. Vamos dar uma olhada nos principais indicadores que devem ser analisados (e onde obtê-los no Finmap):  Volume de vendas em termos monetários (números na seção "Receita" do relatório de P&L). Fluxo de caixa líquido - ( Saldo na demonstração do fluxo de caixa). Lucro total da empresa no ano (o total de "Lucro" no relatório de P&L). Dinâmica das mudanças no lucro por mês (o primeiro gráfico no relatório de P&L). Lucro por linha de negócios - projetos, instalações, pontos de venda, grupos de bens e serviços, etc. (relatório de projetos). Margem por áreas e projetos importantes, bem como da empresa como um todo (relatório de projetos). Participação dos custos fixos em relação às vendas (os dados podem ser encontrados no relatório de P&L). Rentabilidade dos negócios no ano (relatório de projetos). Posição financeira da empresa: análise dos ativos e do patrimônio líquido, relação entre o capital de giro e o passivo circulante (relatório do balanço patrimonial). Outros indicadores-chave para sua empresa podem incluir: ROI, LTV, MRR, ponto de equilíbrio, economia da unidade, etc. (os dados podem ser obtidos no relatório de P&L). Se você tiver dúvidas ou dificuldades na preparação de um relatório financeiro detalhado, considere a possibilidade de trabalhar com um especialista. Um consultor financeiro experiente não apenas economizará seu tempo , mas também garantirá a correção de seus relatórios e fornecerá uma interpretação detalhada dos números.  Como avaliar o desempenho financeiro de uma empresa durante o ano Definições dos indicadores fornecem uma compreensão de como analisá-los e quais aspectos devem ser considerados. Confira na sequência alguns exemplos. As vendas em termos monetários devem ser consideradas pelos principais grupos de produtos, serviços e projetos, comparando-as com os períodos anteriores e analisando os fatores que influenciaram as flutuações. O fluxo de caixa líquido , de acordo com a demonstração do fluxo de caixa, mostra a relação entre as receitas e as despesas da empresa mensalmente. A análise do fluxo de caixa permite identificar períodos com saldo negativo e as fontes de sua cobertura, o que é importante para o planejamento de fluxos financeiros futuros. O lucro total do ano é um indicador-chave de desempenho comercial que reflete o resultado financeiro do negócio e nos permite avaliar a mudança nos resultados em comparação com o ano anterior. O lucro por linha de negócios ajuda a identificar os produtos e serviços mais lucrativos, o que nos permite alocar recursos de forma mais eficiente e focar em áreas promissoras. A rentabilidade é um critério de desempenho comercial que demonstra a relação entre o lucro líquido e a receita total. A lucratividade de cada projeto fornece uma compreensão de quais áreas são mais lucrativas. A análise dos custos fixos em relação às vendas ajuda a avaliar a participação de cada item de custo, o que permite determinar seu impacto no resultado financeiro geral e monitorar a dinâmica das mudanças. A lucratividade dos negócios , como uma medida relativa de lucratividade, é usada para comparar com as médias do mercado. Em comparação com os dados do ano anterior, ela fornece uma indicação de que a eficiência das operações está aumentando. A posição financeira de uma empresa , avaliada com base no balanço patrimonial da administração, permite determinar mudanças na estrutura de ativos e passivos, bem como avaliar a capacidade da empresa de cobrir seus passivos e a eficiência do uso dos lucros. O resumo oportuno e a análise objetiva dos resultados de desempenho são fatores fundamentais para a sustentabilidade financeira e o crescimento dos negócios. Benefícios da análise anual para a saúde financeira da empresa A revisão anual não é apenas uma avaliação do desempenho da empresa, mas também uma ferramenta importante para o planejamento estratégico , que permite: ajustar os processos comerciais atuais, realizar uma análise aprofundada da posição financeira da empresa, identificar as áreas de atividade mais lucrativas e tomar a decisão de encerrar os projetos não lucrativos. Os relatórios anuais também são uma das principais bases para a criação de um modelo de negócios financeiros, o que, por sua vez, nos permite encontrar respostas para as perguntas:  como ganhar mais de forma previsível e consistente?  como manter o negócio acima do ponto de equilíbrio? se é lucrativo abrir uma nova linha de negócios? como evitar crises? Em suma, o resumo do relatório anual é parte integrante da contabilidade financeira, o que ajuda não apenas a analisar o desempenho, mas também a tomar decisões de gerenciamento informadas sobre o desenvolvimento futuro. Use o Finmap como seu suporte confiável no mundo dos números e das finanças e, assim, nenhum relatório será difícil para você!

  • Rayls e LayerZero se unem para impulsionar interoperabilidade e liquidez DeFi em 120 blockchains

    A Rayls , ecossistema de blockchain institucional DeFi reconhecido pelo JP Morgan Kinexys e pelo Banco Central do Brasil, anunciou sua parceria com a LayerZero , principal protocolo de interoperabilidade no setor cripto, que conecta mais de 120 blockchains. Juntas, Rayls e LayerZero criam uma ponte entre os sistemas DeFi e TradFi, permitindo a movimentação fluida de stablecoins, CBDCs e depósitos tokenizados em múltiplas redes blockchain, desbloqueando novas oportunidades de liquidez, segurança e conformidade para instituições financeiras globais. À medida que a demanda institucional por infraestrutura blockchain segura e compatível cresce, a Rayls continua estabelecendo padrões no setor, com colaborações estratégicas com Banco Central do Brasil, Nuclea e Kinexys do JP Morgan. Após o lançamento iminente de sua blockchain pública e uma rodada de financiamento Série A de até US$ 16 milhões pela Parfin, sua principal desenvolvedora, a Rayls expandiu seu alcance, mais recentemente por meio de sua parceria com a Arbitrum, lançando sua primeira infraestrutura TradFi-DeFi para Institucional DeFi e mercados financeiros RWA. A integração da LayerZero na Rayls conecta suas sub-redes privadas a mais de 120 blockchains públicas, permitindo transferências seguras de ativos e interações financeiras em tempo real. Essa parceria amplia a capacidade da Rayls de impulsionar a adoção institucional em larga escala da tecnologia blockchain, mantendo os mais altos padrões de segurança e conformidade. A infraestrutura de interoperabilidade da LayerZero garante a movimentação fluida de ativos tokenizados, ativos do mundo real (RWAs), stablecoins e CBDCs em múltiplas redes. Ao permitir a transferência sem atritos de ativos e dados entre diferentes ecossistemas, a parceria abre caminho para pagamentos internacionais, tokenização de RWAs, maior liquidez de ativos tokenizados e novos casos de uso financeiros complexos em diversas blockchains, como Ethereum, Solana, TON, entre outras. "A capacidade da LayerZero de fornecer comunicação cross-chain segura e contínua é essencial para a Rayls, pois trabalhamos para integrar instituições financeiras à tecnologia de finanças descentralizadas", afirmou Marcos Viriato, CEO e cofundador da Parfin, principal desenvolvedora da Rayls.Viriato acrescentou: "Com essa integração, estamos permitindo que instituições financeiras movam ativos com segurança através de redes globais, desbloqueiem novos canais de liquidez e participem plenamente no mundo emergente do DeFi. A infraestrutura da LayerZero é crucial para tornar realidade nossa visão de conectar TradFi e DeFi em larga escala." Bryan Pellegrino, CEO e cofundador da LayerZero, destacou: "As instituições financeiras precisam de uma infraestrutura que não as obrigue a escolher entre segurança, conformidade e interoperabilidade. Com a Rayls, estamos conectando instituições, bancos centrais e protocolos DeFi de uma forma que permite que ativos tokenizados, stablecoins e CBDCs transitem com segurança entre redes públicas e privadas. Essa é a base para umainfraestrutura financeira unificada e escalável, que promove inovação e inclusão em todo o mundo." A parceria aborda desafios cruciais da indústria financeira, incluindo a falta de interoperabilidade entre blockchains privadas e públicas, fator essencial para a liquidez global e a eficiência das transações. A próxima fase da colaboração incluirá a integração da tecnologia de mensagens cross-chain da LayerZero na plataforma Rayls, com testes piloto programados para 2025 junto a instituições financeiras selecionadas, antes de um lançamento em escala total no final do ano.

  • Pix por biometria: Sensedia elenca os principais benefícios do Pix por Aproximação

    Na próxima sexta-feira, dia 28 de fevereiro, começa a valer em todo o Brasil o Pix por Aproximação, também chamado de Pix por Biometria, uma nova modalidade da jornada de meios de pagamentos via Open Finance, que promete trazer ainda mais facilidade e segurança aos usuários. Consultora de confiança da Estrutura Inicial do Open Finance junto ao Banco Central e especializada em habilitar o Open Finance para instituições financeiras, a multinacional de tecnologia Sensedia elencou os principais benefícios e cuidados que os usuários e empresas precisam ter com o início das transações via Pix por Aproximação. “Antes, para efetuar uma compra através do Open Finance, o usuário era redirecionado para o aplicativo ou internet banking de sua conta bancária para fazer o pagamento. A partir do dia 28 de fevereiro, esse tipo de transação passará a ser feita de forma mais fluida. Isso porque a nova funcionalidade tem por objetivo simplificar a jornada de pagamentos ao possibilitar que o usuário conclua a transação por meio dos dados bancários salvos nas carteiras digitais, sem a necessidade de ser direcionado para o aplicativo do seu banco ou instituição financeira por meio do ‘copia e cola’”, explica Gabriela Santana, Product Manager da Sensedia. Como vai funcionar Para utilizar o Pix por Aproximação, o usuário só precisará vincular suas informações bancárias em uma carteira digital, como a do Google, tal qual fazemos hoje com os dados do cartão de crédito em um site de e-commerce, por exemplo. “Após cadastrar a conta bancária no wallet, a pessoa vai ser transferida para o aplicativo bancário apenas para configurar autorizações como limites máximos por operação e prazos de duração daquele vínculo. Feito isso, as transações via Pix já estarão habilitadas para serem feitas via wallet, sem necessidade de redirecionamento para o aplicativo bancário que, inclusive, pode até ser excluído do celular se o usuário desejar”, complementa Santana. Lembrando que cada operação via Pix por Aproximação exigirá que o usuário autentique a operação final com biometria, senha ou Face ID (isto é, reconhecimento facial). “Além dos quesitos de segurança, reforçados por não exigir mais a necessidade de um aplicativo bancário para efetuar transações via Pix e pela possibilidade de configurar um limite máximo de transações via wallet, o Pix por Aproximação também conseguirá fazer a leitura de QR Codes, tanto impressos quanto digitais, e permitirá a realização de transferências entre usuários, seguindo os limites estabelecidos durante o processo de vinculação”, complementa Santana. Instituições já habilitadas De acordo com definição do Banco Central do Brasil, as maiores instituições financeiras do país – que detêm 99% da quantidade total de transações de pagamento realizadas via Open Finance - foram obrigadas a implementar a JSR (Jornada Sem Redirecionamento), responsável por habilitar funcionalidades como o Pix por Aproximação, até novembro de 2024. Já para as demais, a obrigatoriedade começa a valer somente a partir de 2026.  “Durante o período de testes, além da evolução técnica, o regulador foi monitorando alguns indicadores, como os reports de PCM (Plataforma de Coleta de Métricas), o tempo de resposta das APIs e a qualidade da jornada de experiência do usuário. Ao atingir 100% nos indicadores monitorados, as instituições foram liberadas para seguirem com o projeto piloto em produção. Por isso, em algumas carteiras digitais a opção de pagamento pelo Pix por Aproximação, inclusive, já está disponível”, ressalta Santana. Próximos passos Especialista no desenvolvimento de projetos que exigem o protocolo de segurança FIDO Server, mandatório pelo BC para autenticação do Pix, e na gestão de vínculos de contas via APIs, a Sensedia desenvolveu também uma solução também para atender as ITPs (Iniciadoras de Pagamento). “O objetivo do projeto é possibilitar que as ITPs também viabilizem pagamentos via Pix no próprio ambiente onde uma compra está sendo realizada, como sites, e-commerces, aplicativos e marketplaces, sem a necessidade de redirecionamento para o aplicativo bancário do usuário por meio da atual função ‘copia e cola’, oferecendo ainda mais segurança e conveniência aos usuários”, adianta Santana. De acordo com dados do Banco Central, o Open Finance já conta com mais de 64 milhões de consentimentos ativos e 42 milhões de usuários no Brasil.

  • C6 Bank registra lucro de R$ 2,3 bilhões em 2024

    O C6 Bank, banco brasileiro que tem como sócio o JPMorganChase, registrou lucro líquido de R$ 2,3 bilhões em 2024. É o primeiro resultado anual positivo desde que a instituição financeira entrou em operação, em agosto de 2019. No segundo semestre do ano passado, o lucro líquido foi de R$ 1,3 bilhão, o que representa um aumento de 34% em relação ao semestre anterior.  “Encerramos 2024 com um crescimento forte em todas as áreas de negócio e com um resultado expressivo que só reforça a consistência do nosso modelo de negócio”, diz Marcelo Kalim, CEO do C6 Bank . “Chegar ao lucro é consequência natural do nosso trabalho contínuo de gerar receitas crescentes sem perder de vista o controle dos custos. Podemos dizer que construímos uma instituição financeira saudável e sólida."   A receita líquida do banco apresentou crescimento de 45% entre 2023 e 2024, encerrando o ano passado em R$ 8 bilhões. No mesmo período, as despesas operacionais apresentaram redução de 3%, para R$ 3 bilhões. Já as provisões para devedores duvidosos (PDD) registraram queda de 21%, fechando o ano em R$ 1,9 bilhão.   “Esse resultado tão importante é reflexo da dedicação e visão estratégica de toda a equipe do C6 Bank. Desde o início, o crescimento e a resiliência do negócio têm sido notáveis, e estamos ansiosos para acompanhar o sucesso contínuo do banco”, diz Sanoke Viswanathan, executivo-chefe de varejo bancário internacional e gestão de fortunas no JPMorganChase.  A carteira de crédito expandida do banco fechou o ano de 2024 em R$ 60 bilhões, um crescimento de 30% ante dezembro de 2023. A expansão foi impulsionada principalmente pela concessão de crédito com garantia, como consignado e financiamento de veículos. Em dezembro passado, o crédito com garantia respondeu por 77,5% dos empréstimos concedidos pela instituição.  A inadimplência apresentou queda mais uma vez. Entre o fim de 2023 e o fim de 2024, a porcentagem de empréstimos com atraso de 90 dias ou mais passou de 3,4% para 2,6%. A redução é resultado da melhora na qualidade da carteira para pessoas físicas e da maior representatividade do crédito com garantia.  Outro destaque do resultado de 2024 é o crescimento da base de captação do banco, de R$ 46 bilhões para R$ 79 bilhões, uma alta de 71% na comparação anual.  Com cerca de 35 milhões de clientes, o C6 Bank tem um portfólio de mais de 100 produtos, serviços e funcionalidades. Além de conta corrente, cartão, transferências e programa de pontos, o banco oferece uma conta global com saldo em dólar e euro e uma plataforma que permite investir em ativos no Brasil e no exterior – tudo no mesmo aplicativo.

  • Trump e o Novo Cenário do Ecossistema Cripto

    O segundo mandato de Donald Trump começou em 20 de janeiro e, com pouco mais de um mês de duração, já promove uma profunda reconfiguração nas políticas econômicas dos Estados Unidos. As novas diretrizes do presidente nas relações comerciais internacionais têm impactado os investimentos globais, aumentando a volatilidade nas bolsas de valores ao redor do mundo. O chamado "efeito-Trump" vem redefinindo a maneira como os mercados reagem às mudanças regulatórias e às novas estratégias implementadas pelo governo americano. Essa reconfiguração não se limita apenas ao comércio internacional ou às políticas macroeconômicas. O ecossistema cripto é um dos setores mais impactados, passando por uma transformação significativa. A abordagem da administração anterior, marcada por restrições e cautela em relação aos ativos digitais, está sendo substituída por uma visão que prioriza a inovação tecnológica e a liberdade financeira. Essa mudança de postura não apenas reflete a crescente influência do setor cripto na economia global, mas também sinaliza um alinhamento com os princípios de descentralização e privacidade fundamentais para a comunidade cripto. Bitcoin uma alternativa ao sistema tradicional Nas últimas semanas, Trump ameaçou aplicar uma alíquota de 25% sobre produtos oriundos do México e do Canadá, além de aplicar uma sobretaxa de 10% sobre itens importados da China e 25% para todas as importações de aço e alumínio destinadas aos EUA. Essas medidas protecionistas têm gerado um cenário de incerteza nos mercados globais, impactando especialmente os ativos considerados de risco. A elevação dos custos comerciais tende a pressionar a inflação e desestimular investimentos, criando um ambiente desafiador. “O Bitcoin vem se destacando como um ativo confiável em meio a essa volatilidade. Enquanto as bolsas ao redor do mundo acumulam perdas significativas, o Bitcoin tem se mantido praticamente estável, reforçando seu papel como uma reserva de valor em tempos de instabilidade econômica. Essa resiliência demonstra a crescente maturidade do ativo digital e sua capacidade de atrair investidores em busca de proteção contra as incertezas do mercado tradicional”, afirma Luiz Parreira, CEO da Bipa . Diante desse cenário de mudanças drásticas nas políticas econômicas e regulatórias, a nova administração Trump tem adotado um posicionamento mais favorável à inovação no setor cripto. As recentes ordens executivas assinadas pelo presidente refletem um esforço claro para remodelar a regulamentação vigente e estimular o crescimento do mercado de ativos digitais nos Estados Unidos. Essa guinada pró-cripto marca o início de uma nova fase para o setor, que agora conta com um ambiente mais favorável ao desenvolvimento de tecnologias financeiras descentralizadas e à participação de grandes investidores institucionais. Ordens executivas e a reformulação regulatória O segundo mandato de Donald Trump trouxe uma reconfiguração profunda na política regulatória dos Estados Unidos em relação ao ecossistema cripto. Essa transformação marca uma ruptura com a abordagem restritiva da administração Biden, estabelecendo um novo paradigma que prioriza a inovação e a liberdade financeira no setor. Duas ordens executivas que afetam significativamente o setor das criptomoedas e do Bitcoin assinadas por Trump em janeiro e representam os primeiros passos concretos dessa mudança. A primeira delas revogou a Ordem Executiva 14067 da administração Biden, que impunha restrições ao setor cripto e promovia o desenvolvimento de uma Moeda Digital do Banco Central (CBDC). Em seu lugar, foi estabelecida uma política pró-cripto, proibindo explicitamente a criação de CBDCs e criando um “Grupo de Trabalho Presidencial sobre Mercados de Ativos Digitais”. Além disso, Trump determinou que todas as agências federais revisassem suas regulamentações sobre criptoativos em um prazo de 30 a 60 dias. Essa ordem também protege o direito à autocustódia e à mineração de Bitcoin. A segunda ordem executiva focou na revogação da SAB 121, eliminando a exigência de que bancos e instituições financeiras incluíssem criptoativos custodiados em seus balanços patrimoniais. Essa medida remove um dos principais entraves para a entrada das instituições financeiras tradicionais no mercado cripto, permitindo uma maior oferta de serviços de custódia e produtos relacionados a ativos digitais. Proibição das CBDCs A decisão de Trump de proibir explicitamente o desenvolvimento de CBDCs marca uma ruptura drástica com a administração anterior. A nova ordem executiva não apenas proíbe agências governamentais de promoverem ou emitirem CBDCs, mas também determina o encerramento imediato de qualquer projeto relacionado a essas moedas digitais estatais. Essa medida foi amplamente celebrada pela comunidade cripto, que vê as CBDCs como um instrumento de vigilância estatal e controle governamental sobre transações financeiras individuais. A proibição reflete uma visão política que valoriza a privacidade financeira, a soberania do dólar e a descentralização, princípios alinhados à filosofia do Bitcoin e das criptomoedas em geral. ETFs impulsionam o mercado Os ETFs de Bitcoin lançados no ano passado superaram as expectativas de mercado. O IBIT da BlackRock e o FBTC da Fidelity alcançaram um volume combinado de 4,5 bilhões de dólares no primeiro dia de negociação. Em apenas 11 meses, o IBIT acumulou impressionantes 50 bilhões de dólares em ativos, quebrando recordes e destacando a crescente demanda por produtos regulados no ecossistema de Bitcoin. No mercado brasileiro de fundos de índice negociados em bolsa, dos dez ETFs que tiveram maior retorno ao investidor em 2024, sete são relacionados a criptoativos e redes blockchain, segundo levantamento da Quantum Finance. “Os ETFs desempenham um papel crucial na popularização do mercado cripto ao simplificar o acesso a esses ativos. Eles eliminam a complexidade da custódia de criptomoedas, permitindo exposição à valorização sem preocupações com segurança e armazenamento, tornando o investimento mais acessível e atrativo. Os ETFssão um passo inicial interessante, mas vale sempre lembrar que eles não dão acesso a uma característica primordial do Bitcoin: a possibilidade do indivíduo de realizar a própria custódia. É a partir da auto custódia que os indivíduos conseguem garantir sua soberania financeira.”, afirma Caio Leta, head de de research da Bipa. A “Bitcoinização” do Sistema Financeiro O crescimento dos ETFs de Bitcoin não representa apenas uma cooptação pelo sistema financeiro tradicional, mas também uma “Bitcoinização” desse sistema. Produtos como ETFs denominados em BTC, ETFs de empresas que adotaram o “padrão Bitcoin” e títulos de dívida voltados à compra de Bitcoin são exemplos dessa integração. O mercado está se adaptando à lógica e aos princípios do Bitcoin, transformando suas dinâmicas tradicionais. Esta é apenas a fase inicial de uma mudança que pode redefinir as bases do mercado financeiro global.

  • Antecipação de recebíveis: uma oportunidade estratégica para fintechs no modelo Banking as a Service

    A antecipação de recebíveis tem se consolidado como um serviço essencial dentro do ecossistema financeiro digital. Fintechs que operam no modelo Banking as a Service (BaaS) podem integrar essa solução de forma eficiente, garantindo liquidez imediata para empresas e parceiros, ao mesmo tempo em que criam uma fonte de receita previsível. Essa estratégia reduz a necessidade de crédito tradicional, melhora o fluxo de caixa dos negócios e amplia a adesão aos serviços financeiros digitais. Para  Rafael Franco , CEO da  Alphacode , a antecipação de recebíveis se tornou um diferencial competitivo para as fintechs que buscam monetizar suas plataformas financeiras. "Essa solução permite transformar valores futuros em capital imediato, gerando benefícios tanto para o usuário final quanto para a fintech. Além disso, sua implementação dentro de um ecossistema digital bem estruturado pode acelerar a adoção de serviços financeiros, ampliando o volume de transações e garantindo mais previsibilidade de receita " , explica. Como funciona a antecipação de recebíveis dentro das fintechs? A antecipação de recebíveis é um processo no qual a fintech antecipa o valor de um pagamento futuro mediante uma taxa de desconto. O serviço pode ser implementado em contas digitais, marketplaces de recebíveis e plataformas de pagamento , permitindo que usuários solicitem a antecipação de forma automatizada. O processo ocorre em três etapas principais: Oferta do serviço na plataforma – A fintech disponibiliza a funcionalidade para fornecedores, lojistas ou parceiros comerciais dentro de sua conta digital ou plataforma. O usuário visualiza os valores que pode antecipar e solicita o pagamento imediato. Cálculo das taxas e liquidação – A fintech aplica uma taxa de desconto sobre o montante a ser antecipado, considerando fatores como prazo do recebível, perfil de risco do cliente e condições de mercado. Recebimento do pagamento final – O usuário recebe o dinheiro na hora e a fintech lucra na data original do pagamento, com base no desconto aplicado. Vantagens da antecipação de recebíveis para fintechs e clientes A antecipação de recebíveis tem se mostrado uma ferramenta fundamental para empresas que dependem de fluxo de caixa constante e não podem esperar prazos longos de pagamento. No modelo Banking as a Service, as fintechs podem oferecer esse serviço como parte de um pacote completo de soluções financeiras , agregando valor ao cliente e aumentando a retenção na plataforma. Geração de receita recorrente – A fintech monetiza cada antecipação realizada, garantindo um fluxo de caixa previsível e sustentável. Atração e retenção de clientes – Empresas que oferecem essa solução aumentam o engajamento dos usuários, incentivando o uso recorrente da plataforma. Redução do risco operacional – Diferente do crédito tradicional, a antecipação de recebíveis se baseia em valores já contratados e documentados, minimizando inadimplência. Maior liquidez para empresas e empreendedores – Com acesso imediato ao capital, fornecedores, lojistas e autônomos conseguem manter suas operações sem depender de crédito bancário. Diferencial competitivo para fintechs – Ao oferecer esse serviço, fintechs agregam valor à sua base de clientes e fortalecem sua posição no mercado financeiro digital. Desafios e melhores práticas para implementar a antecipação de recebíveis Apesar das vantagens, a implementação desse modelo exige que as fintechs estejam preparadas para lidar com aspectos como gestão de risco, automação e compliance regulatório . Para  Rafael Franco , a integração eficiente desse serviço dentro de uma fintech exige uma estrutura robusta e processos bem definidos. "Além da tecnologia, é fundamental que a fintech esteja conectada a um banco liquidante regulado pelo Banco Central, garantindo segurança nas operações. Outro ponto crítico é a automação das taxas e da gestão de riscos, permitindo escalabilidade sem comprometer a estabilidade financeira do negócio " , destaca. Os principais desafios para fintechs que desejam adotar essa solução incluem: Regulação e segurança jurídica – A fintech deve seguir as normas do Banco Central e da LGPD, garantindo transparência e proteção contra fraudes. Infraestrutura tecnológica – O serviço deve ser integrado a uma plataforma digital capaz de processar pagamentos, calcular taxas e gerenciar riscos de forma automatizada. Análise de risco eficiente – As fintechs precisam avaliar o perfil do cliente antes de aprovar a antecipação, reduzindo o risco de inadimplência. O impacto da antecipação de recebíveis no setor de fintechs O crescimento do setor de Banking as a Service tem impulsionado a adoção de soluções financeiras inovadoras, e a antecipação de recebíveis se destaca como um dos modelos mais rentáveis e seguros para as fintechs. No Brasil, com a popularização de bancos digitais, contas digitais e plataformas de pagamento , esse serviço tem atraído cada vez mais empresas e autônomos que buscam liquidez imediata. Segundo um estudo da ABFintechs , mais de 60% das fintechs brasileiras estão focadas em oferecer serviços financeiros alternativos ao sistema bancário tradicional , e a antecipação de recebíveis faz parte dessa tendência. Para Franco, o avanço da tecnologia no setor financeiro abre espaço para novas oportunidades de monetização , e fintechs que souberem estruturar essa oferta terão vantagem competitiva. " O Banking as a Service permite que qualquer empresa, mesmo sem ser um banco, ofereça serviços financeiros avançados. A antecipação de recebíveis entra nesse contexto como um motor de monetização e diferenciação no mercado. Quem souber estruturar essa oferta da maneira correta terá um grande diferencial competitivo " , conclui.

  • Quem investe no exterior precisa declarar?

    Investir no exterior tem se tornado uma prática comum entre brasileiros que buscam diversificar suas aplicações e potencializar ganhos. No entanto, é fundamental entender as obrigações fiscais relacionadas a esses investimentos para evitar problemas com a Receita Federal. Obrigatoriedade da Declaração Sim, todo residente fiscal no Brasil que possui investimentos no exterior é obrigado a declará-los no Imposto de Renda . Isso inclui ativos como ações, imóveis, contas bancárias, entre outros. A omissão dessas informações pode resultar em multas e outras penalidades. Como Declarar Seus Investimentos A declaração dos investimentos no exterior deve ser realizada na ficha "Bens e Direitos" do programa do Imposto de Renda. Cada tipo de ativo possui um código específico. Por exemplo: Ações : Utilize o código "31 – Ações" e informe detalhes como quantidade, nome da empresa e país de origem. Os valores devem ser convertidos para reais com base na cotação do Banco Central na data de aquisição. Imóveis : Selecione o código correspondente ao tipo de imóvel (por exemplo, "11 – Apartamento") e forneça informações como localização, data de aquisição e valor pago, também convertido para reais na data da compra. Tributação dos Rendimentos Os rendimentos provenientes desses investimentos, como dividendos ou ganhos de capital, também estão sujeitos à tributação: Dividendos : Devem ser declarados na ficha "Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física e do Exterior". É importante notar que, em alguns países, como os Estados Unidos, há retenção na fonte. No entanto, o Brasil permite a compensação desse imposto pago no exterior, evitando a bitributação. Ganhos de Capital : Lucros obtidos com a venda de ativos no exterior são tributados conforme a tabela progressiva de ganho de capital da Receita Federal. O imposto devido deve ser apurado até o último dia do mês seguinte ao da operação, utilizando o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital (GCAP), e posteriormente importado para a declaração anual do Imposto de Renda. Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) Além da declaração no Imposto de Renda, o Banco Central exige a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior para residentes que possuam ativos no exterior que, somados, totalizem montante igual ou superior a US$ 100 mil. Essa declaração é anual e deve ser realizada separadamente. Atenção às Mudanças na Legislação As regras tributárias podem sofrer alterações. Portanto, é essencial manter-se atualizado sobre possíveis mudanças que possam impactar a forma de declarar e tributar seus investimentos no exterior. Investir no exterior oferece diversas oportunidades, mas traz consigo responsabilidades fiscais que não podem ser negligenciadas. Declarar corretamente seus investimentos e rendimentos garante conformidade com a legislação brasileira e evita complicações futuras. Em caso de dúvidas, é recomendável consultar um especialista em contabilidade ou direito tributário internacional para orientações específicas.

  • Nubank, PagBank, Mercado Pago e Inter divulgam resultados financeiros de 2024! Confira a análise

    Todas as empresas de capital aberto precisam divulgar seus balanços financeiros periodicamente. Trata-se de uma exigência que existe para garantir transparência e fornecer informações aos investidores, acionistas, reguladores e ao mercado em geral. Algumas fintechs possuem capital aberto, seja na B3, a bolsa de valores brasileira, seja em bolsas estrangeiras. Com isso, é possível analisar mais profundamente como está cada um destes negócios e a sua evolução ao longo do tempo. Confira abaixo os resultados divulgados recentemente referentes ao fechamento do ano de 2024, das fintechs Nubank, PagBank, Mercado Pago (Mercado Livre) e Banco Inter. Nubank O Nubank tem capital aberto na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Pela B3, brasileiros interessados no papel podem comprar Brazilian Depositary Recepits (BDR’s). A empresa divulgou recentemente os resultados do quarto trimestre de 2024, consolidando os números do ano anterior. De acordo com os relatórios divulgados pela empresa, a fintech alcançou a marca de mais de 114,2 milhões de clientes (operações no Brasil, na Colômbia e no México), representando crescimento de 20,4% em relação ao mesmo período de 2023. Destes, 94,9 milhões são considerados clientes ativos, com 83% de taxa de atividade mensal. Além disso, no Brasil, 58% da população adulta tem conta no Nubank. Em relação ao financeiro, o destaque fica para o valor de Depósitos Totais, que alcançou US$ 28,9 bilhões, crescimento de 55% em relação aos 12 meses anteriores. Além disso, o portfólio sujeito a ganho de juros alcançou crescimento de 75% em relação ao ano anterior, atingindo a marca de US$ 11,2 bilhões. As receitas, em 2024, atingiram a marca de US$ 11,517 milhões (58% de crescimento em relação ao ano de 2023), e o lucro líquido atingiu a marca de US$ 1,972 milhões (crescimento de 28% em relação a 2023). Percebe-se um crescimento muito interessante da empresa, que nos últimos anos vê suas margens crescerem. Daqui pra frente, as expectativas da empresa, conforme divulgadas no relatório, é de trabalhar em três grandes atos: Ato I: Construção do maior e mais amado banco de varejo da América Latina Fonte: Nu.  Ato II: Expansão para além dos serviços financeiros  Ato III: Um modelo global de banco digital impulsionado por Inteligência Artificial PagBank O PagBank , assim como o Nubank, também tem suas ações listadas na NYSE (na B3 podendo ser negociado como BDR). Os resultados divulgados também mostram um quarto trimestre muito interessante, com uma receita líquida de R$ 5,1 bilhões (avanço de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior) e lucro líquido de R$ 631 milhões (refletindo um aumento de 21% ano contra ano). Estes números reafirmam a capacidade de crescimento sustentável e resiliência frente a um cenário macroeconômico desafiador. Ainda neste contexto, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) atingiu 15,2% em 2024, o que reforça a solidez dos resultados. Além disso, no quatro trimestre de 2024, o PagBank atingiu a marca de 33,2 milhões de clientes, um crescimento de 2,1 milhões de clientes no ano. Já o volume total processado em pagamentos (TPV) alcançou R$ 146 bilhões, o que representa uma alta de 28% sobre o quarto trimestre de 2023. Já no ano, o TPV foi de R$ 518 bilhões, um crescimento de 32% em relação a 2023. A Companhia investiu R$ 2,3 bilhões em tecnologia ao longo de 2024, lançando novos produtos e serviços, melhorando a qualidade de atendimento aos nossos clientes e expandindo os negócios. A carteira de crédito expandida também se destacou, alcançando R$ 48 bilhões, um crescimento de 46% a/a. O volume de depósitos totalizou R$ 36,1 bilhões, um aumento de 31% a/a, refletindo a confiança dos clientes na Instituição. Para 2025, o PagBank mantém uma expectativa de crescimento. O banco espera seguir expandindo a sua base de clientes, ampliando a oferta de produtos e aumentando a sua participação no mercado, sempre pautado pela solidez financeira e inovação. Inter  O Banco Inter tem seu capital aberto na NASDAQ, podendo ser negociado na B3 através de seus BDR’s. Os destaques da divulgação dos resultados do 4º Trimestre de 2024 foram: Receita bruta de R$ 10 bilhões em 2024 (crescimento de 37% em relação a 2023) Carteira de crédito de R$ 41 bilhões em 2024 Lucro líquido foi de R$ 973 milhões  em 2024 ROE de 11,7% em 2024 8,3% market share de Pix, no trimestre Além disso, a fintech alcançou a marca de 36,1 milhões de clientes. O Inter, com a conta global, alcançou 3,9 milhões de clientes nos EUA. Mercado Pago O Mercado Pago tem sua operação dentro do Mercado Livre. Esta, é uma empresa argentina que tem ações listadas na NYSE (podendo também ser negociadas pela B3, através de seu BDR).  O Mercado Pago alcançou 61,2 milhões de usuários ativos no quarto trimestre de 2024, crescimento de 34% em relação a 2023. Além disso, o volume total de pagamentos (TPV), alcançou a marca de US$ 197 milhões em 2024 (crescimento de 34% em relação ao ano anterior), portfólio de crédito de US$ 6,6 milhões (crescimento de 74%) e US$ 10,6 milhões em ativos sob gestão (crescimento de 129% em relação a 2023). De maneira geral, percebemos um ótimo cenário destes grandes players do mercado fintech, com crescimento não só na base de clientes, como também em seus resultados financeiros.

  • BTG Pactual e Senior Sistemas concluem formação de Joint Venture para oferecer soluções financeiras integradas aos sistemas de gestão

    O BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, e a Senior Sistemas, uma das maiores empresas de software de gestão do Brasil, anunciam a conclusão da criação de uma nova joint venture estratégica, a Senior Capital, que chega ao mercado para oferecer serviços bancários, crédito e outras soluções financeiras integrados aos sistemas de gestão. A Senior Capital tem como objetivo apoiar CFOs e gestores financeiros na otimização da gestão de caixa e no investimento no crescimento de suas empresas. Para isso, oferece um amplo portfólio de soluções financeiras, incluindo crédito para financiamento da cadeia de fornecedores, antecipação de recebíveis, capital para aquisição de ativos e outros serviços personalizados. Com a integração desses serviços financeiros aos sistemas de gestão, as contratações são realizadas de forma digital trazendo agilidade e simplicidade, eliminando a necessidade de múltiplas plataformas e reduzindo significativamente o trabalho operacional. "Ao integrar serviços financeiros diretamente no sistema de gestão, simplificamos os processos de rotina e capacitamos as empresas a tomar decisões financeiras mais estratégicas. A joint venture reflete o compromisso contínuo do BTG Pactual e da Senior Sistemas em impulsionar a inovação e oferecer soluções que promovam o crescimento e a eficiência dos negócios brasileiros”, explica Gabriel Motomura, sócio do BTG Pactual e co-Head do BTG Pactual Empresas. Carlênio Castelo Branco, CEO da Senior Sistemas, acredita no poder da tecnologia como uma força transformadora para os negócios e aponta a criação da Senior Capital como um marco na trajetória de inovação da Companhia, alinhada ao seu propósito de impulsionar o crescimento sustentável dos seus mais de 13 mil clientes. "O acesso ao crédito adequado é um dos principais desafios para as empresas que buscam crescimento e competitividade. Muitas vezes, os recursos disponíveis não atendem às necessidades reais de cada negócio, seja pelo prazo, pelas taxas ou pelas condições de pagamento. A Senior Capital nasce para mudar esse cenário, combinando tecnologia de gestão e inteligência de dados para oferecer soluções financeiras com as melhores condições: acesso rápido ao crédito, taxas mais aderentes e prazos que se ajustam à realidade de cada empresa. Com isso, conectamos empresas às oportunidades que elas precisam para crescer”, completa Carlênio Castelo Branco. Novidades para os Clientes Acesso Simplificado a Serviços Financeiros : Integração direta com produtos e serviços financeiros do BTG Pactual, eliminando a necessidade de múltiplas plataformas e conexões. Gestão Financeira Otimizada: Ferramentas para controle de fluxo de caixa, acesso ao crédito e serviços bancários, integrados às soluções de gestão da Senior. Soluções Personalizadas : Ofertas financeiras adaptadas às necessidades específicas de cada negócio, aproveitando a análise de dados proporcionada pelo sistema de gestão. Aprovação Regulatória da Joint Venture A operação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em outubro de 2023 e pelo Banco Central em 9 de janeiro de 2025. Com as aprovações regulatórias e o cumprimento das condições precedentes, as Companhias concluem a formação da joint venture e começam a ofertar produtos e serviços financeiros por meio da Senior Capital.

  • PagBank encerra 2024 com lucro líquido recorde de R$ 2,3 bi

    O PagBank (NYSE: PAGS), banco digital completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, cujo propósito é facilitar a vida financeira das pessoas e negócios, encerrou o quarto trimestre de 2024 (4T24) com uma receita líquida de R$ 5,1 bilhões , um avanço de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior, e lucro líquido de R$ 631 milhões , refletindo um aumento de 21% ano contra ano, reafirmando a sua capacidade de crescimento sustentável e resiliência frente a um cenário macroeconômico desafiador. Ainda neste contexto, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE) atingiu 15,2% em 2024, o que reforça a solidez dos resultados. “O desempenho do PagBank no último trimestre de 2024 comprova a nossa capacidade de navegar por diferentes ciclos econômicos com consistência. Mesmo diante de desafios como a alta da taxa de juros e a volatilidade do câmbio, mantivemos a nossa estratégia de crescimento, expandindo negócios, conquistando novos clientes e fortalecendo a nossa plataforma de serviços financeiros”, destaca Alexandre Magnani, CEO do PagBank. No 4T24, o PagBank atingiu a marca de 33,2 milhões de clientes , um crescimento de 2,1 milhões de clientes no ano. Já o volume total processado em pagamentos (TPV) alcançou R$ 146 bilhões , o que representa uma alta de 28% sobre o quarto trimestre de 2023. Já no ano, o TPV foi de R$ 518 bilhões, um crescimento de 32% em relação a 2023. A Companhia investiu R$ 2,3 bilhões em tecnologia ao longo de 2024, lançando novos produtos e serviços, melhorando a qualidade de atendimento aos nossos clientes e expandindo os negócios. A carteira de crédito expandida também se destacou, alcançando R$ 48 bilhões, um crescimento de 46% a/a. O volume de depósitos totalizou R$ 36,1 bilhões, um aumento de 31% a/a, refletindo a confiança dos clientes na Instituição. "O PagBank é um banco digital completo, oferecendo aos nossos clientes acesso à um portfólio diversificado de produtos e serviços financeiros e de pagamento que vão desde soluções de adquirência, bem como, produtos de créditos, investimentos, seguros, dentre outros. Estamos presentes em todo o país, atualmente contamos com a maior rede de aceitação de soluções de pagamentos, com 6,3 milhões de comerciantes . A robustez do nosso ecossistema financeiro também é evidenciada pelos quase 18 milhões de clientes ativos que escolhem o PagBank como sua principal plataforma de Banking”, pontua Gustavo Sechin, Diretor de RI, ESG, Inteligência de Mercado e Economia do PagBank. A disciplina financeira e a busca por uma maior eficiência operacional resultaram em uma expansão de 74 pontos-base na alavancagem operacional no trimestre. O programa de recompra de ações, que totalizou R$ 784 milhões em 2024, reforça o compromisso do PagBank com a geração de valor para os acionistas. “Seguimos focados em maximizar o retorno para os nossos investidores, combinando crescimento sólido com uma administração financeira disciplinada. Nesse sentido, o PagBank não apenas cresce em escala, mas fortalece a sua rentabilidade de forma consistente”, afirma Artur Schunck, CFO do PagBank. Perspectivas para 2025: de olho nos movimentos do mercado e foco no crescimento O PagBank mantém uma perspectiva positiva para 2025. O banco espera seguir expandindo a sua base de clientes, ampliando a oferta de produtos e aumentando a sua participação no mercado, sempre pautado pela solidez financeira e inovação. “Seguimos comprometidos com nosso propósito de facilitar a vida financeira de pessoas e negócios, entregando uma experiência que consolida e simplifica os relacionamentos financeiros dos nossos clientes. Nossa expectativa para 2025 é ampliar a nossa presença no mercado, reforçando o compromisso com nossos clientes, acionistas e parceiros de negócios”, conclui Magnani. Além da expansão nos negócios, o PagBank segue avançando em suas iniciativas de ESG, consolidando-se como referência no setor financeiro em boas práticas ambientais, sociais e de governança. Para ter acesso as demonstrações financeiras do PagBank no 4T24, clique aqui .

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