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Bemobi acelera em pagamentos no quarto trimestre, com TPV de 3,1 bilhões de reais e alta na receita de 50% nesta vertical


A Bemobi (BMOB3), líder no setor de soluções especializadas de pagamentos, em que já atende 12 das 15 maiores empresas de serviços recorrentes no país, comunicou nesta quinta-feira, 19, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) seus resultados financeiros relativos ao quarto trimestre de 2025. O período marcou mais um trimestre de crescimento, com avanço de 20,5% na receita líquida (23% se excluindo o efeito da variação cambial), forte expansão da vertical de Pagamentos e a consolidação do posicionamento estratégico da companhia como provedora de pagamentos verticais. O trimestre também foi marcado pela aquisição da Paytime, que representa a entrada da Bemobi no segmento B2B2B de "Payment-as-a-Service”, abrindo uma nova avenida de crescimento com serviços de pagamentos verticais para ecossistemas, como grandes franqueadores, fabricantes, distribuidores, empresas de software vertical  e marketplaces.

 

“O ano de 2025 – o melhor da nossa história – consolidou o posicionamento estratégico da Bemobi como a principal empresa provedora de pagamentos verticais no Brasil, e os resultados financeiros comprovam a assertividade dessa estratégia”, afirma Pedro Ripper, cofundador e CEO da Bemobi. “Estar na vanguarda da inovação em pagamentos e software integrados, somado à profunda especialização nos segmentos de indústria de nossos clientes, é a base da nossa estratégia para continuar crescendo de maneira acelerada e sustentável. A chegada da Paytime adiciona ao nosso ecossistema uma camada estratégica de infraestrutura financeira de pagamentos, acelerando a criação de novos produtos e a expansão da nossa atuação em diferentes verticais, agora também com um novo modelo de negócios baseado em parcerias e em uma oferta de Payment-as-a-Service.”

 

Entre outubro e dezembro de 2025, a receita líquida da Bemobi cresceu 20,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo 199,2 milhões de reais. No acumulado do ano, a receita líquida totalizou 728,8 milhões de reais, alta de 20% sobre 2024. O EBITDA ajustado somou 65,9 milhões de reais no trimestre, avanço de 19,8%. No ano, o EBITDA ajustado somou 245 milhões de reais, alta de 22,2%. O lucro líquido ajustado ex-Swap no 4T25 foi de 60,8 milhões, crescimento de 30,8%. Já o lucro líquido contábil fechou o trimestre em 52,7 milhões de reais, alta de 25,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ano, o lucro líquido contábil avançou 34,2% para 161,2 milhões de reais. 

 

A vertical de Pagamentos foi novamente o principal destaque do trimestre. A receita do segmento avançou 50%, acelerando em relação aos períodos anteriores, enquanto o volume total de pagamentos processados pela companhia (TPV) cresceu 36%, alcançando 3,1 bilhões de reais. O desempenho foi impulsionado pela aceleração de clientes recentes, com destaque para Sabesp e o segmento de educação, além do aumento de penetração em segmentos e parceiros mais maduros, como telecom e Equatorial. Em 2025, a Bemobi adicionou 8 novos clientes de grande porte em Pagamentos, totalizando 153 novos clientes na vertical, incluindo a entrada da Telcel, do México, no quarto trimestre.

 

A companhia também registrou aceleração na vertical de SaaS, com crescimento de 23% na receita do trimestre, impulsionado pelo avanço das soluções de engajamento e por receitas de setup da plataforma tecnológica de atendimento ao cliente associadas às soluções da Wave Tech e Grace, solução de pagamentos conversacionais com inteligência artificial via WhatsApp. Com isso, a combinação entre Pagamentos e SaaS atingiu 64,7% da receita total da Bemobi, reforçando a mudança de mix em direção às frentes de maior crescimento estratégico para a companhia. 

 

“A maturação das iniciativas recentes tem tornado nosso portfólio mais diversificado e resiliente. As perspectivas para Pagamentos e SaaS seguem bastante positivas e tendem a ganhar ainda mais relevância com a integração da Paytime a partir de 2026”, diz Ripper. “A entrada no segmento B2B2B amplia de forma relevante nosso mercado endereçável.”

 

Além da Paytime, outro marco estratégico do trimestre foi a ampliação do portfólio da Bemobi com a integração de NuPay e Pix por biometria. Os novos módulos reforçam o posicionamento único da empresa no mercado de pagamentos recorrentes para serviços essenciais ao permitir transações sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco, reduzindo atrito e ampliando conveniência para o consumidor. A plataforma da Bemobi reúne ainda recursos como smart checkout, orquestração de pagamentos, motor de recorrência, multiadquirência, subadquirência, antifraude proprietário e orquestração de Pix, com integração a múltiplos canais como app, web e WhatsApp. 

 

A solução de meios de pagamento fim-a-fim da Bemobi já é usada no modelo "white label" por 659 empresas, incluindo todas as principais operadoras de telecom do Brasil, como Vivo, TIM e Claro, boa parte das maiores empresas do setor de utilities, como Energisa, Equatorial, Enel, Sabesp, NeoEnergia, Light, Enel Chile e Copel, empresas do setor de educação, como o Grupo Salta, Inspira, e YDUQS, além de diversos provedores de internet com a NIO (antiga Oi) e o mais recente deles, a Vero, um dos maiores ISPs do país.

 

Todas as empresas de serviços recorrentes essenciais, como telecom, utilities, educação e saúde, precisam modernizar suas ofertas de pagamento, trazendo opções que gerem conveniência e melhor experiência ao cliente final, ao mesmo tempo em que reduzem custos de arrecadação, churn e inadimplência. A migração do velho boleto para modelos recorrentes ou parcelados no cartão de crédito, somada à adoção de novos padrões como o Pix Automático e o Open Finance, faz parte da solução de pagamentos da Bemobi, que vem gerando melhorias materiais de resultado em comparação às soluções tradicionais até então utilizadas pelo mercado.

 

No ano, a Bemobi também superou o guidance de lucro líquido atribuível aos controladores, entregando 156,7 milhões de reais, o equivalente a 156,7% do valor projetado. Até a divulgação dos resultados do exercício de 2025, a companhia já havia declarado 222,7 milhões em proventos. O Conselho de Administração também aprovou a Política de Dividendos 2026, que estabelece as diretrizes para distribuição de 100% do lucro líquido do exercício, condicionada às necessidades de caixa e à manutenção da sustentabilidade financeira e operacional da companhia. 

 

A geração de caixa operacional cresceu em 27% ano contra ano, com sólidos 52,4 milhões de reais no trimestre, com a conversão de caixa superando os 79,7%. Dessa forma, a companhia fechou o trimestre com um caixa total de mais 350 milhões de reais, mesmo após o pagamento substancial de dividendos no trimestre e do pagamento das aquisições de Paytime e Celer. “Nossa prioridade com o uso do caixa continua sendo perseguir oportunidades de M&As e executar nossa política de dividendos. Estamos confortáveis de que nossa geração de caixa nos permitirá aliar um crescimento sustentável, tanto organicamente quanto por meio de novos M&As (parte importante de nossa estratégia), com uma política agressiva de dividendos com distribuição de 100% do lucro líquido do exercício de 2026”, afirma Ripper. 

 

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