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Gestão de despesas consome 21 horas semanais nas empresas e o Cartão Inteligente já é resposta


O cartão corporativo já faz parte da rotina de 7 a cada 10 empresas brasileiras, um crescimento de dez pontos percentuais em relação ao ano anterior. Mas a adoção em escala revelou uma lacuna: equipes de Financeiro de pequenas e médias empresas dedicam, em média, 21 horas por semana à organização de despesas. Os dados são da 2ª edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas no Brasil, estudo realizado pela Conta Simples em parceria com a Visa com base na análise de cerca de 1.700 empresas em todo o país.


A resposta para esse gargalo é o que a Conta Simples chama de “Cartão Inteligente”: uma modalidade de cartão corporativo que permite descentralizar o uso sem abrir mão da governança financeira. Cada cartão já nasce configurado com regras de uso (quem pode usar, com o quê e até quanto), tornando o controle parte da própria transação, não um processo de auditoria posterior. Times Financeiros deixam de gastar horas conferindo extratos e passam a se dedicar a decisões com impacto real no negócio.


O volume movimentado por cartão nas empresas pesquisadas já chegou a um ticket médio mensal de R$ 42 mil — e é justamente esse crescimento que amplia a demanda por mais controle e visibilidade. A principal necessidade apontada pelos gestores é o acompanhamento em tempo real dos gastos, citada por 26% dos respondentes e por 39% dos decisores mais jovens. Completam o quadro a necessidade de crédito suficiente para acompanhar o crescimento da operação (24%) e a flexibilidade para ajustar limites rapidamente (17%).


O estudo revela o ponto de partida dessa evolução: 58% das empresas ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ, normalmente concentrados no departamento Financeiro. Nesse modelo, outras áreas dependem de autorizações ou reembolsos para cobrir despesas do dia a dia, e o controle é feito na conferência da fatura. Distribuir cartões por time, projeto ou tipo de despesa, cada um com regras pré-definidas, é o próximo passo natural para empresas que crescem e precisam de mais agilidade operacional sem perder governança.


Para Rodrigo Tognini, CEO e cofundador da Conta Simples, o momento é de avançar a lógica do cartão corporativo. “O que propomos para nossos clientes é uma mudança de paradigma: cada cartão já nasce com regras claras de uso, incluindo quem pode usar, com o quê e quanto. Isso permite que o controle aconteça antes, e não depois. As áreas ganham autonomia para operar; o Financeiro mantém a governança. É assim que o cartão corporativo evolui de meio de pagamento para ferramenta de inteligência financeira”, afirma o executivo.


Autonomia para as áreas, controle para o Financeiro


Na prática, o Cartão Inteligente permite criar múltiplos cartões por time, projeto ou colaborador — cada um com limite próprio, categorias permitidas e um responsável definido. Se a despesa não estiver dentro das regras estabelecidas, o pagamento simplesmente não acontece. Isso elimina a dependência de reembolsos, aumenta a previsibilidade financeira e reduz o retrabalho das equipes, que passam a ter visibilidade total sobre os gastos em tempo real, antes que se tornem problema.


Os números refletem o avanço da categoria: a Conta Simples registrou crescimento de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025. No último ano, foram R$ 25 bilhões movimentados pela plataforma, sendo R$ 5,5 bilhões pelo modelo de Cartão Inteligente. Desde a fundação, em 2019, a empresa ultrapassou 2 milhões de cartões emitidos e R$ 80 bilhões em volume total transacionado, com mais de 35 mil clientes ativos.

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