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RecargaPay se consolida como única fintech independente do Brasil a aceitar pagamentos com Apple Pay


O RecargaPay vem ampliando o uso de carteiras digitais no Brasil ao se consolidar como a única fintech independente do país a aceitar pagamentos via Apple Pay. A integração reforça o posicionamento da empresa como uma plataforma aberta e flexível, permitindo que clientes utilizem seus próprios cartões, inclusive de terceiros, em diferentes fluxos de pagamento dentro do aplicativo.

 

A aceitação do Apple Pay ocorre em um momento de amadurecimento do mercado de pagamentos digitais no Brasil, com consumidores cada vez mais atentos à conveniência, à segurança e à rapidez no checkout. Ao adotar um modelo que aceita cartões de diferentes emissores, o RecargaPay amplia a liberdade de escolha dos clientes e reduz barreiras típicas de ecossistemas mais fechados.

“Esse movimento é relevante porque amplia o acesso a carteiras digitais em um mercado ainda marcado por limitações de emissor. Nosso objetivo é operar como uma plataforma aberta, que se adapta ao comportamento dos clientes e não o contrário, oferecendo mais opções de pagamento sem restringir a experiência”, afirma Gilmar Hansen, vice-presidente sênior de Produtos do RecargaPay.

 

O movimento acontece em um momento de forte expansão dos pagamentos digitais no Brasil, com a adoção de transações por aproximação já consolidada entre os consumidores. Estudos indicam que cerca de 70% das transações com cartão no país são feitas por meio de pagamentos contactless, que entre março de 2024 e março de 2025 cresceram quase 40% em volume transacionado, refletindo a consolidação dessa tecnologia no varejo físico.

 

Estudos internacionais, como o do Imarc Group, apontam que o tamanho do mercado de pagamentos móveis no Brasil deve crescer de forma robusta nos próximos anos, impulsionado pela difusão de smartphones e pela demanda por conveniência, com projeções de alta significativa no uso e na receita do setor até 2034.

 

Dados internos da empresa mostram que clientes que realizam pagamentos com Apple Pay apresentam um comportamento distinto. Eles tendem a parcelar mais pagamentos e a realizar compras com ticket médio mais alto, fatores que contribuem para maior engajamento e retenção ao longo do tempo.

 

Outro ponto relevante é a segurança. Todas as transações feitas com Apple Pay passam por autenticação forte, o que ativa o modelo de liability shift. Na prática, isso resulta em índice zero de chargeback nesse tipo de pagamento, reduzindo custos operacionais e trazendo maior previsibilidade ao processamento financeiro.

Além disso, o fluxo de pagamento com Apple Pay reduz fricções no checkout. A combinação de tokenização, autenticação biométrica e aprovações mais rápidas contribui para menor abandono de transações e melhora a experiência dos clientes.

 

“A integração com o Apple Pay reforça nossa visão de oferecer uma plataforma aberta, em que os clientes escolhem como pagar e com qual cartão, sem restrições. Observamos que o uso do Apple Pay está associado a transações de maior valor, maior recorrência e risco praticamente inexistente de chargeback, o que gera benefícios claros para todo o ecossistema”, completa Hansen.


Ao apostar em carteiras digitais e em um modelo que aceita cartões de diferentes emissores, o RecargaPay se diferencia em um mercado cada vez mais competitivo e reforça seu posicionamento como uma das plataformas financeiras mais flexíveis do país.

 
 
 

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