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  • ABCripto lança podcast com as novidades e tendências da criptoeconomia

    A Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) lança seu podcast para ampliar o acesso à informação e tendências do mercado cripto. Com apresentação de Bernardo Srur, diretor-presidente da entidade, a ferramenta foi escolhida pela capacidade de alcance junto à audiência e terá periodicidade quinzenal. Três episódios já estão disponíveis em plataformas de áudio. “Nosso podcast tem como objetivo dar autonomia ao público para consumir a informação quando e onde quiser, levando informação de qualidade e de fácil acesso sobre o mercado cripto. O podcast ABCripto será um canal especializado para divulgar a criptoeconomia e incentivar as melhores práticas de governança pelas empresas. Além disso, queremos apresentar as operações cripto e a transparência do mercado a um novo perfil de audiência, que ainda não está tão familiarizado com o setor”, afirma Srur. O primeiro episódio é um bate-papo com Vanessa Butalla, Chief Legal e Compliance Officer do Mercado Bitcoin: Paula Marques, Chief Compliance Officer da ZeroHash; e Maíra Martella, Diretora Fincrime da Deloitte; que aborda dois temas relevantes e atuais: a presença das mulheres na criptoeconomia e a importância do equilíbrio na regulamentação do setor. No segundo episódio, os especialistas Erik Oioli, Sócio e Fundador do VBSO Advogados; e Bruno Gomes, Superintendente da CVM, falam sobre tokenização e valores mobiliários. O terceiro episódio apresenta os especialistas Ana Carolina Arruda, auditora fiscal da Receita Federal; e Daniel Paiva, sócio e fundador do VDV Advogados; que conversam sobre tributação no setor. O podcast ABCripto está disponível no Youtube da Associação e nas seguintes plataformas de áudio: Spotify, Deezer e Apple Podcasts.

  • Top Voices Finanças: Linkedin seleciona 5 especialistas com grande expertise em fintechs

    O LinkedIn Top Voice é uma iniciativa da principal rede social profissional do mundo. O objetivo do programa, criado em 2015, é reconhecer perfis, tanto de pessoas, como de corporações, que compartilham conteúdos relevantes, úteis e interessantes sobre determinada área na rede social, engajando os usuários da rede e demonstrando conhecimento na área. A escolha dos Top Voices ocorre anualmente, e os escolhidos recebem um selo em seu perfil na rede. As categorias do Top Voices são: tecnologia, marketing digital, carreira, saúde, recursos humanos, sustentabilidade, diversidade e inclusão, empreendedorismo, liderança e gestão, produtividade e, claro, finanças. Na seleção de finanças, você pode imaginar que tradicionalmente aparecem grandes especialistas em fluxos de caixa, contabilidade, planejamento financeiro, investimentos, M&A, dentre outros tópicos tradicionais do mundo financeiro. Porém, neste ano, chama a atenção um ponto em comum entre os selecionados que reforça a importância, cada vez mais, da sinergia entre finanças e tecnologia. Todos possuem alguma expertise envolvendo o universo de finanças e tecnologia. Confira abaixo um pouco mais sobre cada um dos selecionados! Bia Santos CEO e fundadora da Barkus Educacional, uma edtech de inclusão e educação financeira investida pelo Google for Startups e pela FEBRABAN e vencedora do Menos30Fest. Foi reconhecida pela Forbes na lista Under 30 na área de Ciência e Educação, e vencedora do prêmio Mulheres que Transformam, da XP Inc, na categoria Inovação em Finanças. Luciana Seabra Fundadora e CEO da Indê Investimentos, casa de análise focada em fundos de investimento sem qualquer vínculo com corretora, banco ou gestora. É analista e planejadora financeira certificada (CNPI e CFP®), com formação em Comunicação e Economia. Já foi premiada pela CVM pelo trabalho de educação a investidores. É autora do livro “Conversas com Gestores de Ações Brasileiros” e sou colunista do E-Investidor, do Estadão. Ja foi sócia da Empiricus e do Grupo Primo, além de ter fundado a casa de análise Spiti. Bruno Diniz Sócio da consultoria Spiralem, que ajuda organizações a se conectarem ao mercado de inovação financeira e a identificarem oportunidades. É expert em Inovações Financeiras, professor e autor dos livros “O Fenômeno Fintech” e “A Nova Lógica Financeira”. Kauan Romão É CCO da BemBit, uma fintech Crypto-as-a-service com o objetivo de reduzir as barreiras para a adoção de criptomoedas por pessoas e empresas. Natalia Magri Advogada Sênior, especialista nos setores Regulatório, Bancário, Pagamentos, Fintechs & Ativos Digitais. É professora convidada na FGV para ministrar aulas no curso Meios de Pagamentos, Fintechs e Inovação em Serviços Financeiros. Ou seja, acima você tem um cardápio completo, com grandes especialistas que te ajudarão a compreender, cada vez mais, a evolução do universo das finanças!

  • Fintechs brasileiras são destaque na lista de 100 novas startups pioneiras em 2023

    O Fórum Econômico Mundial divulga, anualmente, uma lista com os 100 negócios em estágio inicial que mais se destacam, em nível mundial. O ano passado foi um ano para esquecermos, afinal de contas, das 100 selecionadas, nenhuma era brasileira. Porém, nesta edição o cenário mudou, com o aparecimento de três brasileiras na lista. E o grande destaque: das três selecionadas, duas são focadas no ecossistema de serviços financeiros! Para você ter uma ideia da importância deste levantamento, já fizeram parte empresas que hoje são pra lá de renomadas, como Airbnb, Google, Mozila, Spotify, Transferwise e Twitter. As brasileiras selecionadas nesta edição foram a Noh, ao MoedaPay e a Dio, sendo as duas primeiras focadas no ecossistema de serviços financeiros. Confira mais sobre elas abaixo. Noh A fintech Noh é o cartão compartilhado feito para conectar quem divide pagamentos. O Time Noh se uniu para simplificar pagamentos compartilhados, ou, como definimos, a era do “ninguém deve dinheiro para ninguém”. Todo mundo sabe que pagar contas em grupo é quase sempre um caos. É muito vai e volta, recibo, WhatsApp, apps para dividir valores. Tudo isso sem contar as discussões, e ter que cobrar os outros. E depois de tudo ainda vem a famosa frase: “me passa o seu pix”. A Noh foi criada para oferecer a melhor experiência de pagamento de contas compartilhadas do mundo. Assim, na Noh, você se conecta com quem quiser, e divide os pagamentos na proporção que funciona pra vocês. Cada um abastece seu saldo, e os pagamentos feitos com Noh puxam magicamente das duas pessoas! Sem cálculos, sem planilhas. Quem tem saldo, paga na hora, e quem não tiver saldo, terá as cobranças registradas. MoedaPay A fintech MoedaPay tem como propósito humanizar finanças e distribuir impacto. A fitnech faz parte do Moeda Semente, um ecossistema de serviços financeiros e de tecnologia para o desenvolvimento e impacto social com um portfólio disruptivo formado por cinco soluções: MoedaPay, MoedaAcademy, MoedaMarket, MoedaAcelera e MoedaESGLabs. Desde a sua fundação em 2017, a companhia utiliza a tecnologia blockchain e tem como foco a população desbancarizada e sub-bancarizada do Brasil, pessoas que necessitam de meios de pagamento com serviços, segurança e custos acessíveis para seu cotidiano. As tecnologias descentralizadas oferecidas pela Moeda Semente fortalecem a promoção do desenvolvimento social, econômico e sustentável para consumidores, produtores e organizações, estando eles localizados em comunidades rurais ou urbanas. O MoedaPay foi idealizado para três grandes segmentos: Para quem quer gerar impacto (pessoa física e jurídica Para quem precisa de impacto (projetos, cooperativas, agricultores, camponeses, jovens…) Para quem usa criptomoedas e quer transformar o mundo. Além das duas fintechs brasileiras, ainda aparece na lista a Yuno, que é colombiana, mas que já tem sua operação no Brasil. A solução consolida a informação de todos os pagamentos em um mesmo lugar. Além destas, ainda aparecem na listagem as seguintes fintechs: Abhi (Paquistão), Endowus Singapore (Cingapura), Menta (Argentina), Omnisient (África do Sul), Qover (Bélgica), Twinco Capital (Espanha), Umba (EUA). Você pode conhecer mais sobre a lista neste link.

  • Mercado Bitcoin lista Ribus, o primeiro token utilitário imobiliário do mundo

    Os mais de 3,8 milhões de clientes do Mercado Bitcoin, uma das maiores plataformas de criptoativos da América Latina, passam, a partir do próximo dia 27 de junho, a ter acesso ao token Ribus - que permite aos seus detentores várias formas de utilidade no mercado imobiliário, incluindo o pagamento de produtos ou serviços. O token Ribus é utilizado como forma de acesso de prestadores de serviços da cadeia imobiliária e usuários ao ecossistema da empresa, semelhante ao que o ether (ETH) representa para o Ethereum como porta de entrada para construção dos contratos inteligentes de finanças descentralizadas e interação dos usuários da rede blockchain. O marketplace da Ribus utiliza a infraestrutura de blockchain da Polygon, segunda camada do Ethereum, e conta com mais de 6 mil usuários registrados. O ecossistema promove a interação entre os usuários, prestadores de serviços e vendedores de bens de toda a cadeia do setor imobiliário. Marcelo Magalhães, CEO da Ribus, explica que, com a parceria com o Mercado Bitcoin, a empresa vai expandir suas fronteiras e conquistar novos mercados. “Estamos muito felizes em anunciar que nós seremos listados na maior exchange da América Latina. E isso é uma notícia fantástica para todos nós que acreditamos tanto na empresa e, com isso, iniciamos uma nova fase na Ribus”, diz. Segundo Daniel Carius, CVO da Ribus, a principal missão da empresa é democratizar o acesso e desmistificar os dogmas implantados pelo ambiente convencional de atuação no setor imobiliário, que atualmente é o maior em toda a economia mundial. “Estamos trabalhando arduamente no processo de modernização do mercado imobiliário brasileiro, digitalizando processos, garantindo segurança e transparência através da tecnologia blockchain. A Ribus se propõe a conectar serviços, produtos e pessoas do mercado imobiliário através do mercado dos criptoativos”, explica o executivo da empresa pioneira em Blockchain Real Estate no Brasil. Para Bruno Faria, COO da empresa, a Ribus passou a promover, através dessa tokenização, um mercado com infinitas oportunidades por meio de um ecossistema revolucionário dentro do mercado imobiliário, com selecionados prestadores de serviços e fornecedores de produtos, agregando diversos parceiros do setor para enriquecer ainda mais o segmento. “O utility token Ribus é um mecanismo que permite que seus detentores acessem e interajam dentro da nossa plataforma, com os produtos e serviços oferecidos no ecossistema. O acesso aos vastos recursos do mercado imobiliário acontece através dessa interação do token e a Plataforma Ribus, sendo essa a ponte que traz as possibilidades do mundo real para o mundo digital, por meio da tecnologia blockchain e suas vertentes”, detalha. Em julho do ano passado, o utility token da Ribus começou a ser listado na exchange FlowBTC e teve mais de 45 milhões de unidades vendidas ainda na pré-venda. Com quatro meses de negociação, o token teve um crescimento de 83% do volume de transações, chegando a movimentar mais que o bitcoin em alguns dias no ano passado. Detentora do primeiro token utilitário imobiliário do mundo, a Ribus foi a primeira empresa de tokenização do setor imobiliário do Brasil a receber o ofício da CVM de que os tokens não são valores mobiliários. Há dois anos, a empresa enviou uma tese jurídica à Comissão de Valores Mobiliários destacando que o token Ribus é um token de utilidade, portanto não é um valor mobiliário e, dessa forma, não precisaria estar sobre a regulamentação da CVM. O ofício confirmou a tese da Ribus, no sentido de que o Token Ribus não é valor mobiliário. Algo inédito. Ecossistema Dentro do ecossistema da Ribus existe uma variedade de empresas e operações que trabalham juntas para impulsionar a usabilidade do Token e garantir sua circulação, adoção e valorização: Recibus - uma fintech revolucionária de antecipação de recebíveis através da emissão de tokens para operações; Houseus - um marketplace dedicado aos profissionais de arquitetura e decoração; Retrofitus - uma empresa especializada em reformas, modernização e acabamento, oferecendo soluções totalmente subsidiadas para valorizar imóveis e gerar liquidez; Consignatus – possibilidade para o detentor revender tokens Ribus de forma consignada, aproveitando todas as vantagens do mercado; Beneficius – um clube de benefícios exclusivo para tokenistas Ribus, funcionando como um programa de pontos/milhas que oferece descontos e acesso privilegiado a uma ampla gama de produtos e serviços, incluindo hospedagem, educação, restaurantes, entre outros, além de compras e contratação de parceiros; Permutus - promove permuta de imóveis residências e comerciais através de Ribus e Reais; Braemp - parceira incorporadora e construtora, com atuação no Espírito Santo e Rio de Janeiro que oferece desde empreendimento econômicos até projetos de altíssimo padrão.

  • BMP leva o conceito de 'banco do futuro' para a Febraban Tech 2023

    A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) realiza entre os dias 27 e 29 de junho, no Transamérica Expo Center, na zona sul da capital paulista, a Febraban Tech, o maior evento de tecnologia e inovação do setor financeiro. A BMP, a primeira fintech do Brasil, vai marcar presença no evento com estande e o CEO da empresa, Carlos Benitez, será um dos palestrantes da feira. O estande da empresa terá 120 m² a BMP e vai trazer uma experiência diferente que promete surpreender quem visitar o espaço e aproximar ainda mais a marca de parceiros e futuros clientes. Terá também uma arena onde Carlos Benitez vai receber especialistas para refletir sobre as oportunidades do setor. O aumento na área de exposição na Febraban Tech reflete os números que a empresa fechou em 2022 e consolidou sua proposta de se firmar com um dos principais provedores de Banking as a service (BaaS) no país. No ano passado, a BMP encerrou o período com mais de 350 parceiros e mais de R$180 bilhões de transações bancárias, o que representa um crescimento de 500%; foram contabilizadas 8,5 milhões de transações, totalizando R$20 bilhões em operações de créditos. Hoje o hub de soluções financeiras impulsiona mais de 80 fintechs, 150 FDICs, e atua nas maiores plataformas de varejo online e bancos tradicionais. Um evento focado nas oportunidades de um mundo digital O evento da Febraban trará como tema central “A bioeconomia e as oportunidades em uma sociedade digital”, e contará com as participações de várias lideranças do setor, que abordarão assuntos da atualidade da economia digital, como a escalada do open finance, PIX e serviços agregados; economia tokenizada; Web 3 e metaverso; inteligência artificial generativa e a (re)conquista do cliente; fintechs, parcerias e novo cenário de negócios; entre outros. No dia 29 de junho, a partir das 10h, no Auditório Inovação & Novos Negócios, Benitez dará a palestra “Construindo o banco do futuro: a vertical de serviços financeiros em empresas não bancárias”. “As empresas entenderam que não é só oferecer um produto de crédito para fidelizar ou para rentabilizar melhor a operação. Agora, elas precisam ser a própria instituição. E, de repente, ser a própria instituição não significa ter licença de instituição. Então, elas têm a necessidade de ter um braço financeiro, quero dizer, uma vertical de serviços financeiros que vai atender toda a cadeia da empresa”, antecipa o CEO um pouco do assunto que será abordado na palestra. A vertical de serviços financeiros em empresas não bancárias corresponde ao que é feito pelos “grandes bancos de forma pontual para os fornecedores, prestadores de serviços e afins”, segundo ele. “[O grande banco] se desmaterializou da agência bancária, do corporate banking e saiu daquela porta da agência e foi para dentro da empresa, e passou a ser utilizado e feito lá dentro e, de vez em quando, com dinheiro do próprio banco”, diz. Esse processo, chamado embedded finance – ou finanças embarcadas, na tradução – consiste na inclusão de produtos e serviços financeiros próprios da marca ao portfólio de empresas que não são nativas desse setor. Segundo Benitez, há muitas empresas de fora do setor financeiro que têm buscado auxílio da BMP para implementação desses sistemas. Esse mercado tem um potencial de receita de mais de US$ 7 trilhões, conforme dados do mercado. Banco do futuro As finanças embarcadas, as quais o mercado tem tratado de forma pontual, está dando a cara do que vai ser o banco do futuro, na avaliação do CEO da BMP. “Trata-se de um estudo da cadeia inteira e o que pode ser construído e embarcado. O que estamos fazendo vai além da tecnologia e do movimento de um produto – é um conceito”, diz Benitez. E o conceito, segundo ele, abarca a maneira como o consumidor vai consumir os produtos bancários: se gera mais riqueza, se modifica a qualidade da população e/ou a qualidade dos negócios. “Hoje, testemunhamos a desmaterialização das instituições financeiras. O que mais escutamos é que o banco “tal” fechou tantas agências, porque hoje o atendimento é feito, em sua maioria, via Apps. O número de pessoas frequentando agências reduziu bastante e deve reduzir ainda mais, o que vai forçar os bancos a buscarem outras formas de distribuir esses recursos”, visualiza. E qual é o espaço de fintechs como a BMP nesse mercado que se vislumbra? “Minha empresa conhece muito mais o cliente que o banco que dá o dinheiro, porque o cliente tem comigo um relacionamento comportamental, não só financeiro. Se eu o conheço mais, posso assumir um pouco mais de riscos do que um banco assume. Ou ter mais facilidade de atuar nesse cliente do que o banco tem. Dessa forma, eu consigo gerar riqueza, pois daí não estou gerando capital, ou negócio, ou a operação que esse banco grande faria para esse cliente. A única forma de construir essa nova sociedade digital, que precisa de educação, saúde, e gerando riqueza, que precisa de crédito para produzir”, pontua. A expectativa de Benitez é grande para a palestra. “No ano passado, eu lotei o auditório. Tinha gente fora, que não conseguia entrar”, brinca. Além da palestra, a BMP estará na Febraban Tech com um estande “três vezes maior que o do ano passado”, tamanha é a aposta da empresa no sucesso do evento.

  • F360 lança nova loja virtual para gestão financeira: emissão de notas fiscais, open finance e mais!

    Reforçando a sua missão de apoiar empreendedores na jornada da gestão financeira de suas empresas, a F360 anuncia o lançamento da sua nova loja virtual: F360 Store. Com mais de 10 mil clientes em sua base, a startup decidiu integrar tecnologias e oferecer soluções inovadoras para otimizar e automatizar os processos financeiros das empresas, tudo num único lugar, de forma intuitiva, em só um clique. Após várias pesquisas, a F360 desenvolveu uma nova solução que possibilita uma experiência de compra personalizada, atendendo às demandas específicas de cada empreendedor, utilizando um sistema de busca inteligente que apresenta as ofertas mais relevantes ao usuário. Com uma proposta de “plug and play”, a plataforma disponibiliza um portfólio completo das soluções da F360, otimizando processos e facilitando ainda mais a gestão financeira das empresas. “A contratação dos produtos é 100% digital e o cliente pode facilmente selecionar qual solução que melhor se adequa às suas necessidades, isso acontece pois desenvolvemos um mecanismo de sugestão inteligente que mostra as opções de acordo com a base de consumo e necessidade, ofertando o que é realmente relevante aos nossos clientes”, explica Guilherme Pimentel, Head de produto e dados da F360. Além dos serviços da própria F360, o marketplace conta com ofertas exclusivas de marcas parceiras, que vão desde a emissão de certificados à consultoria financeira especializada. Entre os produtos que podem ser encontrados na F360 Store estão: emissão de notas fiscais, open finance, F360 Educa, F360 Contábil, certificados digitais emitidos em parceria com a BWA e consultorias financeiras como: iFinance, FullCash, Leão +, Vena, entre outros.

  • Open Finance x Open Banking: conheça as diferenças, desafios e benefícios

    O Open Finance no Brasil é tido como referência mundial. Com pouco mais de dois anos de operação após o lançamento como Open Banking, a implementação do sistema brasileiro já é um case de sucesso. A transição do Open Banking para o Open Finance começou em dezembro de 2021, quando iniciou-se o compartilhamento de dados das instituições financeiras com o Banco Central. O compartilhamento de dados no Open Finance está crescendo de forma acelerada. Ao final de março, a quantidade de consentimentos chegou a 28,3 milhões, contra 18,7 milhões em dezembro de 2022. No primeiro trimestre deste ano, foram adicionados por mês, em média, cerca de 3,2 milhões novos consentimentos, sendo a maioria de pessoas físicas. Esses números colocam o Brasil entre os países com maior adesão ao sistema e, em breve, deve superar o Reino Unido na liderança do ranking “Global Open Finance Index” em relação ao desenvolvimento do ecossistema. De acordo com a empresa de consultoria Oliver Wyman, é estimado que até 2025, o alcance seja de mais de 60 milhões de pessoas. Além disso, levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) entre as mais de 800 instituições associadas ao projeto mostra que já são 45 produtos e serviços oferecidos aos clientes. O número considera diversos casos de uso, como iniciação de pagamento, melhores ofertas de crédito, entre outros. Para as empresas, os benefícios ainda estão em fase de amadurecimento, mas para quem está atento ao novo sistema o empresário pode perceber a melhora na gestão financeira através de aumento de produtividade com centralização das informações, maior fluidez em pagamentos com operações iniciadas fora do internet banking, melhor acesso a linhas de crédito com maior competição e simplificação do cadastro e onboarding de clientes. Desafios do Open Finance Apesar do sucesso, o Open Finance apresenta algumas desvantagens, como a exposição de dados. Por esse motivo, é preciso ter atenção e escolher bancos seguros, para que não caia em golpes e fraudes. Aqui, vai um destaque: saiba que o cliente pode cancelar o acesso aos seus dados a qualquer instante. De acordo com um estudo realizado pelo Google Cloud em parceria com a R/GA, 25% das instituições financeiras analisadas ainda não oferecem Open Finance aos clientes e 40% delas disponibilizam apenas um serviço integrado a esse ecossistema. A pesquisa “Finfacts” analisou 21 instituições financeiras, entre bancos e fintechs, em abril de 2023, com foco nos produtos e serviços financeiros oferecidos. O levantamento enfatiza alguns pontos a serem melhorados nesse sentido envolvendo falta de clareza sobre as etapas de abertura de conta e experiências com chatbot. “Se adequar ao padrão estabelecido pelo Banco Central para o compartilhamento de dados e serviços é um desafio para as instituições participantes, que devem implementar, em seus sistemas, interfaces de APIs para possibilitar a transmissão dos dados e a iniciação de pagamentos de forma segura, garantindo que o processo somente ocorra mediante a aprovação do consentimento por parte dos clientes”, explica Alan Mareines, CEO da Lina Open X. O especialista ressalta que o ecossistema foi construído para manter um padrão elevado de segurança que já existe nas transações financeiras, mas que um novo desafio se coloca. “Com a instituição devidamente integrada ao ecossistema Open, um novo e árduo desafio se impõe: prover suporte para as demais instituições participantes que se conectam para acessar os dados de clientes e iniciar transações de pagamento”, pontua. Alan também complementa: “Quem organiza essas demandas de atendimento e suporte técnico é o Service Desk do Diretório de Participantes. Cabe às instituições monitorar a abertura de chamados para requisições de serviços e incidentes, atuando prontamente, de forma a cumprir os SLAs regulatórios e atender as demandas de suporte técnico e operacional”. Além da sustentação do ecossistema, cabe ressaltar que o Open Finance é um organismo vivo, que está nos seus primeiros anos de vida, o que significa que novas versões de APIs, alterações de escopo e novas funcionalidades ainda serão frequentemente implementadas. “A instituição deve ser capaz de atender essas demandas regulatórias, evoluindo frequentemente a solução para cumprir prazos e evitar desenquadramentos, notificações e multas”, destaca o especialista. Também se mostram como desafios a integração dos canais digitais, a adequação da legislação de proteção de dados e a governança de APIs. E, por fim, a falta de conhecimento do público sobre o Open Finance ainda é um obstáculo. “Por mais que já exista um avanço importante e considerável, ainda há um grande caminho a ser percorrido, até que os consumidores brasileiros compreendam de fato como podem se beneficiar do compartilhamento de dados no Open Finance”, finaliza Mareines. Open Finance x Open Banking Entre as principais dúvidas do mercado financeiro, a diferença entre Open Finance e Open Banking sempre paira na cabeça das pessoas. Ambos sistemas contém o mesmo objetivo, contudo, cada um tem as suas próprias particularidades. Alan Mareines, CEO da Lina Open X, explica quais são as diferenças. “Enquanto o Open Banking tem como proposta o compartilhamento de informações entre instituições bancárias, o Open Finance expande essa ideia para outras instituições financeiras do mercado, como corretoras de investimentos, seguros e previdência, câmbio e adquirência”. O Open Banking quer dizer banco aberto ou sistema financeiro aberto. “Ou seja, ele oferece mais autonomia para que o cliente compartilhe seus dados com a instituição financeira de sua preferência. Na prática, facilita a concessão de crédito, definindo taxas mais alinhadas ao perfil de risco do tomador do empréstimo. Além disso, o cliente pode comparar serviços entre os bancos, o que traz mais liberdade para escolher entre as opções com o melhor custo-benefício”, revela o especialista. O sistema permite ainda que o consumidor compartilhe dados pessoais e transacionais entre bancos e instituições financeiras. Os princípios são o consentimento, finalidade e minimização. Assim, a troca de dados entre instituições têm duplo consentimento, para a instituição que recebe e para a que envia informações, um fim específico, uma prestação de serviço, e com o mínimo necessário de dados. Em suma, o Open Banking estimula a criação de produtos e serviços sob medida e com valores mais atrativos para o interesse do cliente com base nos dados de consumo, renda e operações financeiras. Já o Open Finance é a evolução do Open Banking. O objetivo é semelhante à versão anterior: conceder ao cliente a possibilidade de compartilhar seus dados com outros bancos e instituições financeiras, mas o Open Finance reúne um portfólio de possibilidades de compartilhamento mais completo, o que inclui: câmbio, investimentos, seguros e previdência. Os clientes têm maior controle do compartilhamento de informações pessoais com operadoras de serviços financeiros não vinculadas a sistemas bancários. A proposta é que essa troca de dados permita a criação de produtos ainda mais personalizados para cada necessidade. O consumidor pode ainda levar seu histórico financeiro não só para bancos, mas também para uma corretora de seguros, um fundo de previdência e uma série de outras instituições. Nesse contexto, o negócio terá disponível mais opções atrativas de linhas de crédito, por exemplo.

  • Arquivei adquire software para ampliar sua integração com dois importantes ERP's da SAP

    A startup Arquivei, plataforma responsável por gerenciar documentos fiscais de mais de 120 mil empresas no Brasil, comprou a propriedade intelectual do software LIA (Layer Integration Arquivei), que conecta a plataforma da Arquivei a dois importantes ERPs: o SAP S4/HANA e o SAP ECC. A solução pertencia à ExSS IT, uma provedora de serviços especializada na plataforma SAP, que é parceira da Arquivei desde 2018 e oferece soluções de integração e automação para grandes empresas como a GTM (atual Caldic), Usina de Pedra e Nubank. Com isso, a Arquivei alavanca as possibilidades de expandir ainda mais a sua oferta para as grandes empresas. “SAP é utilizado por cerca de 40% das companhias de médio e grande porte no Brasil. Com a aquisição da propriedade intelectual da ExSS IT, ampliamos ainda mais nossos serviços de integração e otimização de processos para clientes que possuem esses ERPs. Além disso, passamos a conduzir todo o processo, de ponta a ponta, o que nos permite garantir ainda mais segurança da informação, compliance e qualidade aos nossos clientes”, comenta Christian. Alessandra Marcio, Co-fundadora da ExSS IT, destaca que a parceria com a Arquivei sempre foi focada em entregar uma solução de grande valor aos clientes. “Para nós, a Arquivei é uma referência na gestão e captura de documentos fiscais e sempre soubemos que unir as duas empresas nos permitiria trazer mais musculatura para alavancar nossa solução e todo o roadmap previsto para ela”, aponta a empresária. A Arquivei adquiriu também a propriedade intelectual do produto Sevencap, da Sevenfy, que captura as Notas Fiscais de Serviço Eletrônicas (NFS-e) com 100% de acurácia em mais de 2 mil municípios, uma vez que a conexão é realizada direto com o servidor do município, o que dispensa a necessidade de captura por meio de OCR, tecnologia alternativa que apesar de ser efetiva, não conta com esse índice de acurácia. A Sevenfy, nascida como uma unidade de negócio de tecnologia do Grupo Hesselbach Company, conceituado BPO Contábil/Fiscal com mais 300 funcionários e 25 anos no mercado, é fornecedora da Arquivei desde 2021. Com estes novos M&As, a Arquivei fortalece sua estratégia de complementar a oferta de valor para seus clientes. Hoje, mais de 2,5 bilhões de documentos fiscais passam pela plataforma da startup, que atende grandes empresas, como Habib’s, Faber-Castell, C&A, Mobly, Kraft Heinz, Dasa e Avon. A Arquivei é responsável por tramitar aproximadamente 15% de todas as NFes e CTes emitidas no Brasil. Para se tornar uma referência global em gestão e análise de dados de documentos fiscais eletrônicos (DFes), a estratégia de negócios da Arquivei prioriza aquisições em seu plano de crescimento. Além destas duas aquisições, em março deste ano a Arquivei também adquiriu a concorrente ConexãoNF-e. Em 2021, a Arquivei recebeu um aporte de R$260 milhões liderado pela Riverwood Capital, sendo que anteriormente já havia recebido investimentos da Monashees, Valor, IFC, Igah, NXTP e Endeavor Catalyst.

  • Solução da Prime Control promete otimizar a performance de ambientes digitais no setor bancário

    Visando levar conhecimento sobre as tendências de qualidade de software do mercado financeiro e como gerar testes automáticos de API no mundo, a Prime Control leva a solução Product Quality Monitoring para a Febraban Tech, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do setor financeiro, focando na personalização da plataforma para garantir sigilo e seguridade para os dados com o setor bancário. O evento acontece entre os dias 27 e 29 de junho, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Destacando o case de sucesso com a VIVO, que utiliza o Product Quality Monitoring com a Device Farm, a Prime agora traz detalhes sobre os usos da solução para bancos e instituições financeiras, apontando a capacidade de personalização da plataforma conforme a necessidade. De acordo com Ademir Polesso, Gerente Comercial da Prime Control, a solução visa auxiliar o cliente do sistema financeiro, disponibilizando dados para testes em produção, como, por exemplo, CPFs e CNPJs válidos com contas abertas junto ao banco, mascarados para manter o sigilo e permitir a realização de testes diretamente em produção, como, Pix, transferências bancárias e entre outros. “Fazemos tudo isso de uma maneira que permite verificar se as funções estão ativas, não apenas o aplicativo ativo, mas sim se a funções estão ativas e funcionando adequadamente”, complementa Ademir. Segundo Everton Arantes, o propósito da Prime Control com essa evolução é conseguir trazer para os clientes uma visão antecipada de problemas e questões que possam impactar no uso das soluções. “Qualquer detalhe do ciclo da jornada do usuário que possa impactar o processo em si, conseguimos monitorar 24h por dia e identificar pontos que podem gerar perda de conversão, que podem gerar insatisfação do usuário ou até mesmo gerar lentidão no atendimento do cliente”, acrescenta. Os consumidores estão mais conectados e empoderados, buscando soluções rápidas e convenientes. Segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, os bancos precisam se adaptar e acelerar mudanças significativas. O Pix e o Open Finance são bem aceitos e servem como referência global e, mesmo que a indústria bancária lidere os investimentos em tecnologia e inovação, ainda há muito a explorar no Brasil, mas a indústria financeira brasileira tem se fortalecido e evoluído admiravelmente. Além disso, ainda revela que, em 2021, a indústria bancária avançou na digitalização, melhorando canais e operações focadas na construção de jornadas ágeis e personalizadas no ano de 2022. Em 2023, os bancos continuam orientados a dados, transformando a cultura organizacional e investindo em cloud, com destaque para o atendimento digital e humanizado, e o surgimento de ativos digitais, como NFTs e o real digital. No estudo, é notório um aumento no uso das APIs externas entre o ano de 2021 e 2022, com um aumento de 242%. Isso porque, para fomentar o ecossistema, 64% dos bancos disponibilizam portal desenvolvedor para que suas APIs sejam consumidas e seus recursos, utilizados no desenvolvimento de soluções. Dessa forma, com o amadurecimento dos superapps e superstores, a tendência é que o número de APIs externas aumente cada vez mais, uma vez que elas auxiliam na disponibilização de produtos de parceiros nessas plataformas, como aponta o relatório. A diversidade de tecnologias adotadas simultaneamente exige dos executivos uma priorização ampla, mesmo para aquelas com menor grau de maturidade, como 5G e IoT, mas que já estão sendo implantadas e fomentadas para expansões futuras. Em 2022, estimava-se que as tecnologias mais aplicadas pelos bancos seriam: segurança cibernética (100%), IA Analytics e Big Data (75%), Cloud Pública (75%) e Blockchain (50%). Já a estimativa para 2023, a pesquisa afirma que os investimentos contínuos em centralidade no cliente podem ser exemplificados pela expectativa de aumento na participação do orçamento em CRM, em IA, Analytics e Big Data, reforçando a busca pela personalização no relacionamento e a consequente maior eficiência na exploração dos dados. A edição de 2023 da Febraban Tech tem como tema "A bioeconomia e as oportunidades em uma sociedade digital" e promete reunir líderes dos setores financeiro, tecnologia, sustentabilidade e de áreas interessadas em inovação, com objetivo de debater os temas atuais da economia digital.

  • Startup que simplifica as rotinas contábeis quer duplicar faturamento com novo aporte

    Quem já teve de lidar com a contabilidade de uma empresa, independentemente do tamanho, sabe quanto a burocracia brasileira é complicada. Regras e mais regras que, se esquecidas, podem gerar uma grande dor de cabeça com a Receita Federal — muitas vezes, ponto determinante para o sucesso ou não de um negócio. Foi de olho nesse mercado, e entendendo a tecnologia como uma aliada nesse campo, que Guilherme Bittencourt, Diego Budeu e Fernando Rocha lançaram em 2020 a ideia de fundar a Fortmobile, startup que desenvolve tecnologia para gestão contábil de empresas com foco em prestadores de serviços, que muitas vezes não têm capital para contratar escritórios de contabilidade tradicionais. “Eu já tinha experiência há anos em contabilidade quando decidimos começar um projeto de tecnologia dentro da Fortcon, tradicional empresa de auditoria e contabilidade de Londrina. E o que era para ser uma ramificação acabou se tornando um negócio próprio”, explica Guilherme Bittencourt, que exerce hoje o cargo de CEO na Fortmobile. O grande objetivo era simplificar e trazer uma série de procedimentos contábeis para uma plataforma que permitisse fácil acesso, interação e entendimento de como realizar a contabilidade de uma empresa, principalmente de prestadores de serviços que atuam de forma individual ou em negócios de menor porte. Como Bittencourt já prestava assessoria fiscal e contábil a várias incubadoras, o caminho para firmar uma empresa própria já estava pavimentado. Hoje, a Fortmobile realiza todas as obrigações contábeis e legais seguindo o cronograma administrativo que regulariza seu cliente com a Receita Federal, com a estadual e a prefeitura, calculando impostos, gerando as informações para Imposto de Renda, emitindo tanto nota fiscal de forma rápida quanto lembretes de boletos e guias. “A nossa tecnologia é aliada também a um time de experts, que não apenas desenvolve as soluções, mas oferece suporte na abertura de empresas, regularização de pendências fiscais, como parcelamentos e outros serviços que ajudam o empreendedor a se manter em dia com sua contabilidade e o fisco, diz Bittencourt. Com sede própria e time de mais de 20 colaboradores, a Fortmobile acabou tendo maior desenvolvimento em alguns nichos. Um destes é o ramo jurídico. Parceira da OAB de alguns estados, a startup é também uma das patrocinadoras do Congresso da Jovem Advocacia da OAB São Paulo, Paraná e Espírito Santo, e o próprio Guilherme Bittencourt tem rodado o Brasil fazendo palestras sobre contabilidade e tecnologia. Busca por aporte e parcerias Um dos pontos mais importantes para alavancar os negócios da Fortmobile, não apenas em termos financeiros, mas também de mentoria, foi a possibilidade de encontrar rodadas de investimentos e aporte financeiro e intelectual de experts em escalar negócios. Uma das empresas que resolveram investir na startup foi a Smart Value Investment (SVI), holding de investimentos localizada em Londrina e que tem como grande diferencial não apenas aportar montantes de dinheiro como colaborar com a expertise de seus sócios ao oferecer mentorias e direcionamento que permitam que o negócio cresça de forma orgânica e saudável, o chamado “Smart Money”. “A SVI é diferente em termos de mindset business, por contar com vários sócios de áreas diferentes, que agregam expertise e assim, além do aporte financeiro, oferecem ferramentas para que o empresário possa aprimorar pontos específicos de seus negócios em busca de crescimento e expansão”, diz o CEO. Por exemplo, foi com a mentoria que a startup entendeu que atrair clientes menores, com um tíquete médio menor, porém em maior quantidade, pode ser uma forma de alavancar os negócios. “A mentoria fez com que compreendêssemos melhor o nosso público, a forma de nos comunicar e atrair mais leads e também como nos organizar internamente para seguir de forma fiel o planejamento estratégico, atingindo assim os resultados planejados”, sublinha Guilherme. Hoje, a Fortmobile oferece um pacote de entrada custando R$ 99, que proporciona a pequenos empreendedores ou prestadores de serviço uma assessoria na contabilidade. O aporte financeiro também é importante. Foi recentemente que a startup conseguiu um investimento da “Smart Value” em rodada na casa de oito dígitos e que permite direcionar a verba para diferentes setores. O objetivo é expandir os canais de Comunicação e Marketing, prospectando mais clientes e investindo no desenvolvimento de tecnologia. Para 2023, a meta é dobrar a base de clientes e ao mesmo tempo crescer o faturamento em 250%, com a busca de tíquetes maiores. Além disso, já existe um projeto em vias de ser implementado junto à Prefeitura de Londrina, que vai oferecer aos cidadãos um pool de serviços gratuitos em seu portal. “Esperamos poder atingir todo o Brasil com a nossa tecnologia”, celebra Guilherme Bittencourt.

  • Osten Invest capta mais de R$ 1,5 mi de investimentos em franquias e pretende chegar a R$ 90 milhões

    A Immo Invest, primeira plataforma de investimentos para o setor de franquias do Brasil, une esforços com a Osten Moove, um dos maiores venture studio do país, e passa a se chamar Osten Invest. A meta é ousada e a intenção é ser destaque no mercado de investimentos alternativos no Brasil. Somente em 2022, a empresa captou mais de R$ 1,5 milhão de investimentos em franquias e pretende atingir R$ 90 milhões em rodadas de investimentos para os próximos dois anos, entre as verticais de franquias, startups e imobiliário. O grande diferencial do modelo equity crowdfunding da Osten Invest é a união entre investimentos e aceleração de negócios em parceria com a Osten Moove, ou seja, os empreendedores que passam pelo processo de captação de recursos, também serão conectados a soluções que possam acelerar seus projetos. Com isso, a fintech se torna um hub de investimentos alternativos em que pequenos, médios e grandes investidores podem participar de negócios validados, como franquias, ou de negócios promissores, como é o caso das startups. A nova marca ainda visa explorar mercados em ascensão, como o imobiliário, de games e energia renovável. A startup ingressou no mercado em 2020 como a primeira plataforma de investimentos em franquias, regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) desde junho de 2021; é ainda membro da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Com a fusão, os fundadores Diego Scalvi e Gustavo Saltiel permanecem no quadro de sócios da nova marca e contam a partir de agora com a expertise de um grupo de mais de 40 anos de experiência em diferentes segmentos. O intuito é adentrar as próximas verticais de mercado. Fabiano Nagamatsu, CEO da Osten Moove, explica que o mercado financeiro tradicional carece de inovação e o projeto chega em um momento estratégico para desenvolver um ecossistema consistente. “O braço da Osten Invest vai contribuir para a evolução dos investimentos e a geração de renda nos mais diversos segmentos do mercado corporativo, disponibilizando aos investidores novos produtos, além do segmento de franquias”, afirma.

  • Mercado Pago lança CDB com rendimento de 140% do CDI para incentivar usuários a começarem a investir

    O número de usuários que investem em fundos de investimentos pelo app do Mercado Pago* vem apresentando crescimento mês a mês, o que mostra que o banco digital do Grupo Mercado Livre está no caminho certo da democratização do acesso aos serviços financeiros e popularização dos investimentos. Para se ter uma ideia do ritmo do aumento no volume de usuários, em maio, os três fundos de investimentos do Mercado Pago, em parceria com a Órama, figuraram entre os cinco fundos que mais ganharam cotistas em suas classes, pelo segundo mês consecutivo, segundo dados da Quanto Finance. E para incentivar que mais usuários do banco digital iniciem sua jornada de investimentos e também para dar condições mais atrativas para aqueles que já investem, o Mercado Pago inicia uma campanha atrativa*. “O usuário que investir pelo menos R$ 300 em nossos fundos de investimentos terá a oportunidade de investir também em um CDB com rendimento de 140% do CDI”, conta Ignácio Estivariz, head de Banco Digital do Mercado Pago. Estivariz afirma que, com os fundos de investimentos, o Mercado Pago reforça a proposta de oferecer soluções que gerem inclusão e desenvolvimento financeiro, permitindo que os usuários possam avançar em sua jornada de investimento de forma simples e acessível. “Para ter uma dimensão, 50% dos nossos usuários nunca tinham feito nenhum tipo de investimento antes”, afirma o executivo do Mercado Pago. O CEO da Órama, Habib Nascif, destaca a nova onda de democratização dos investimentos financeiros por meio da parceria com o Mercado Pago. “A Órama nasceu com a missão de dar acesso aos investimentos. E, até agora, somente esta parceria já permitiu o acesso a mais de 1 milhão de clientes, em linha com o propósito da democratização”, afirma Nascif. Desses clientes, mais da metade são jovens, sendo que 40% têm até 30 anos e 22% têm idade entre 18 e 24 anos. Ranking de número de cotistas Em maio, na categoria de fundos multimercados, o fundo Mercado Pago Balanceado ocupa o primeiro lugar em relação à variação do número de cotistas, de acordo com o relatório da Quanto Finance; e na categoria de renda variável, o fundo Órama Tático está em segundo lugar. Já na categoria Renda Fixa, o fundo Mercado Pago Segurança ocupa a terceira posição. Vale ressaltar que a Órama ocupa a terceira posição entre as que mais ganharam cotistas ao longo de maio, com mais de 30 mil novos investidores. *Os produtos de investimento são ofertados em parceria com a Órama DTVM. *O CDB elegível pela campanha tem vencimento de 02 (dois) meses e o valor máximo de investimento por usuário/CPF é de até R$ 3 mil. Emissor: Mercado Crédito SCFI. A campanha é válida até final de julho. Para saber mais detalhes, acesse o regulamento. Conheça as opções de fundos de investimentos do Mercado Pago Em parceria com a Órama DTVM, o Mercado Pago disponibiliza três opções de fundos aos usuários: Fundo Segurança (renda fixa), Fundo Balanceado (multimercado) e o Fundo Potencial (ações). A gestão e a distribuição dos três fundos ficam a cargo da Órama, que possui uma equipe de profissionais qualificados na administração de investimentos.

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