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  • Como a Taxa Selic Afeta Seu Investimento no Exterior

    Quando falamos de investimentos no exterior, muitos imaginam que apenas fatores internacionais influenciam os resultados. No entanto, a taxa Selic — principal taxa de juros do Brasil — também exerce um impacto importante sobre quem investe fora do país. A Selic e a Atratividade do Brasil A taxa Selic é a referência para o custo do dinheiro no Brasil. Quando ela está alta, investir em ativos brasileiros, como títulos de renda fixa, se torna mais interessante, inclusive para investidores estrangeiros. Afinal, uma Selic elevada geralmente oferece retornos maiores em comparação a investimentos em países com juros mais baixos. Esse movimento de atração de capital estrangeiro influencia diretamente o mercado: mais investidores internacionais compram ativos brasileiros e trazem dólares para o país. Essa entrada de moeda estrangeira aumenta a demanda pelo real, que tende a se valorizar em relação ao dólar e outras moedas. Impacto na Balança Comercial A valorização do real causada pela alta da Selic também afeta a balança comercial brasileira. Com a moeda local mais forte, os produtos brasileiros ficam mais caros para compradores internacionais, o que pode reduzir as exportações. Ao mesmo tempo, as importações tornam-se mais baratas, já que é necessário menos real para comprar produtos de fora. Essas dinâmicas impactam tanto o saldo comercial quanto o comportamento dos preços internos e externos. A Selic e a Taxa de Câmbio A taxa de câmbio é outro ponto diretamente afetado pela Selic. Como mencionado, uma Selic alta torna o real mais forte. Para quem investe no exterior, isso significa que, ao converter reais em dólares (ou outra moeda) para investir, é possível conseguir menos moeda estrangeira. Por outro lado, ao trazer recursos do exterior de volta para o Brasil, um real valorizado pode impactar positivamente seus rendimentos. Além disso, mudanças na taxa Selic podem gerar volatilidade no câmbio. Por isso, quem investe no exterior precisa acompanhar não apenas o cenário global, mas também as decisões do Banco Central brasileiro. Mesmo que seus investimentos estejam lá fora, a economia brasileira — e especialmente a taxa Selic — continua exercendo influência sobre seus resultados. Ficar atento às variações da Selic ajuda você a entender melhor movimentos cambiais, avaliar oportunidades e proteger seu patrimônio de forma mais estratégica.

  • Atenção: Instituições obrigadas a aderir ao Open Finance terão até dia 01 de julho para se adequar

    A partir do dia 1 de julho, grandes players que estavam fora do sistema Open Finance no Brasil, como bancos e emissores de cartão de crédito, passarão a ser obrigados a compartilhar os dados de seus clientes com todo o ecossistema. Isso é o que alerta a multinacional de tecnologia Sensedia, responsável por habilitar o sistema aberto a diversas instituições financeiras na América Latina, em conformidade com as regulamentações. Prevista na Resolução Conjunta nº 10/2024 de 4/7/2024 do Banco Central do Brasil, a medida se aplica a todas as instituições com mais de 5 milhões de clientes de serviços financeiros e também aquelas com mais de 500 mil contas ativas que participam do Pix. Com a alteração, o Banco Central espera que a base de potenciais clientes beneficiados pelo Open Finance alcance 95% dos usuários do Sistema Financeiro Nacional, que atualmente é de 85%. Além disso, caso uma instituição opte por ser participante voluntária do Open Finance para fins de compartilhamento de dados, as demais instituições integrantes de seu conglomerado também deverão se tornar participantes. A Sensedia , consultora de confiança da estrutura inicial do Open Finance junto ao Banco Central e especializada em habilitar o Open Finance para instituições financeiras em países como Brasil, Colômbia e, mais recentemente, Chile, aponta que a adequação ao regulatório é benéfica tanto para instituições quanto consumidores, pois deve impulsionar ainda mais a oferta de produtos e serviços. “O compartilhamento de dados com o ecossistema do Open Finance abre as portas para a composição de produtos e serviços a um nível de customização e foco no cliente inéditos até então no mercado”, aponta Rafael Isquierdo, Group Product Manager da Sensedia. “Essa resolução irá possibilitar não só o aumento de competitividade entre as instituições financeiras, como a melhoria das oportunidades de negócios oferecidas aos usuários”, diz. Benefícios previstos Segundo a Sensedia, com a inclusão de novos players no ecossistema de compartilhamento de dados pelo Open Finance, alguns dos principais benefícios para os usuários e para o mercado serão: Personalização aprimorada: produtos e serviços, mais alinhados às necessidades dos clientes, com ofertas mais assertivas em comparação com o que os clientes já têm contratado (menores taxas de juros, por exemplo). Ofertas integradas: ecossistemas conectados que permitem que o core dos negócios seja integrado a experiências digitais de parceiros, incluindo serviços de crédito, investimentos, seguros e previdência. Inovação tecnológica: aplicação de Inteligência Artificial, computação em nuvem, blockchain e tokenização para modernizar os sistemas, tornando-os mais ágeis, flexíveis, escaláveis e conectados. Segurança reforçada: soluções avançadas para proteger dados sensíveis nas transações e compartilhamento de dados, garantindo conformidade com regulamentações como a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais).   Ainda de acordo com a Sensedia, outro grande benefício da medida é o avanço do PFM (sigla em inglês para Gerenciador Financeiro Pessoal). Essa solução ajuda os consumidores a gerenciar suas finanças de forma mais eficaz e está diretamente alinhada às melhores práticas da agenda ESG, ao auxiliar na educação financeira e no uso responsável do dinheiro. "Com o avanço contínuo do Open Finance no Brasil, não apenas nos tornamos uma referência para outros países, mas também impulsionamos um mercado mais competitivo e benéfico para os usuários. As instituições, por sua vez, vão além da conformidade regulatória do Banco Central, pois ampliam sua oferta de produtos e serviços de forma mais estratégica e assertiva", destaca Gabriela Santana, Product Manager da Sensedia.

  • Bling lança plataforma Meu Negócio, sistema de gestão inteligente para pequenos negócios

    O Bling, plataforma de ERP voltada para pequenos e médios negócios, anuncia o lançamento da funcionalidade Meu Negócio , que visa aprimorar a gestão de empresas no Brasil.  Um levantamento realizado pelo Bling, plataforma de ERP da LWSA, voltada para PMEs, mostra que após 60 meses de vida, as empresas que utilizam o ERP têm maior chance de sobrevida, em comparação às que não utilizam um sistema de gestão.  “Especialmente para pequenas empresas e empreendedores, é importante ter uma gestão eficiente do negócio e, com o avanço tecnológico, ter isso tudo digitalizado, reunido em um único ambiente, torna essa gestão mais eficaz e é fator preponderante a longevidade do negócio”, afirma Marcelo Navarini, diretor do Bling. Estudos recentes do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) evidenciam um universo de 38% das empresas fechando antes de completar 5 anos, tendo a sua gestão como um dos principais motivos pelo fechamento do negócio.  Plataforma Meu Negócio A solução oferece uma visão completa e integrada das operações para empresas, com dados atualizados continuamente e dashboards interativos, sem a necessidade de usar ferramentas externas. A funcionalidade foi desenvolvida para lojistas que atuam em um ou mais canais, seja loja física, e-commerce ou marketplaces.  “Vemos a necessidade de simplificar e otimizar processos. Neste sentido, o Meu Negócio foi pensado para proporcionar uma gestão mais eficiente, com foco na visualização de indicadores operacionais importantes”, explica Navarini. A plataforma tem entre seus diferenciais e recursos:  Dashboard totalmente integrado. Geração de insights de desempenho geral de vendas e performance por canal, vendedor ou produto. Previsões de comportamento dos estoques, duração e sugestões de compras. Visão analítica de curva ABC de produtos simples ou composições. % de mark up realizado. Representatividade do faturamento no período. Consultas via whatsapp.  “Esses dashboards ajudam na tomada de decisões fundamentais de qualquer negócio. As informações podem ser analisadas em diversos períodos de tempo, seja em uma ótica de produtos ou canais de venda, individual ou agrupado, permitindo um entendimento completo da empresa”, afirma o diretor do Bling . É possível integrar dados de até 10 contas Bling diferentes, facilitando o acompanhamento gerencial de empresas com múltiplas operações, além de mais imagens do dashboard no desktop, imagens de conversa no whatsapp e vídeo caso de uso.  A solução atende a crescente demanda do mercado que viu um boom de pequenos e médios lojistas durante a pandemia, que precisam de uma gestão simplificada e tecnologia que suporte o crescimento de seus negócios. Durante o período de testes, os clientes terão acesso gratuito à funcionalidade por 7 dias. Após o teste, a funcionalidade poderá ser contratada por R$50 mensais. Solução de gestão para PMEs Com mais de 300 mil usuários, o Bling, hoje, é uma das principais soluções de gestão, voltada para PME. No 4º trimestre de 2024, o volume de vendas por lojas próprias e transacionados em marketplaces por meio das operações de ERP e integradores de marketplaces da LWSA, como o Bling, atingiram um valor de R$ 19,5 bilhões, crescimento de 16,3% em relação ao mesmo período de 2023.  No ano de 2024, o crescimento foi de 18,4% comparado ao ano anterior, atingindo R$ 69,7 bilhões.  Com mais de 200 integrações com os principais players de marketplaces, como Magalu, Amazon, Shein, Shopee e Americanas, oferecendo aos lojistas uma plataforma robusta para gerenciar suas operações multicanal. Com o "Meu Negócio", os empreendedores terão ainda mais facilidade para avaliar as vendas de forma integrada e otimizar suas promoções com base no comportamento de seu estoque, maximizando as oportunidades de vendas e minimizando perdas.

  • Exchanges nacionais x internacionais: O que muda na declaração do Imposto de Renda?

    Com o avanço da adoção de criptoativos no Brasil e as novas exigências da Receita Federal para 2025, investidores precisam estar cada vez mais atentos à forma correta de declarar seus ativos digitais. Nesse cenário, uma dúvida frequente surge: vale a pena usar corretoras internacionais ou nacionais para realizar suas operações? A resposta, para a maioria dos casos, é simples: usar uma corretora nacional pode tornar tudo mais fácil, seguro e alinhado com a legislação brasileira.  ​As regras para a declaração de criptoativos no Imposto de Renda 2025 (ano-base 2024) passaram por mudanças significativas e você precisa estar atento. A seguir, apresentamos um resumo das principais alterações e orientações para a correta declaração, tanto para corretoras nacionais quanto internacionais.  Declaração de criptoativos na ficha de bens e direitos A Receita Federal agora exige que os criptoativos sejam declarados na Ficha de Bens e Direitos, com códigos específicos para cada tipo de ativo: Código 01: Bitcoin (BTC)​ Código 02: Outras moedas digitais, como Ethereum (ETH)​ Código 03: Stablecoins​ Código 10: Demais criptoativos, como NFTs​ Ao declarar para uma corretora internacional, é necessário informar o CNPJ da corretora onde os ativos estão custodiados.  Já as corretoras nacionais como o Bitybank já seguem os padrões exigidos pela Receita Federal. Isso significa que você recebe relatórios claros e no formato certo para preencher sua declaração. Nada de ficar fazendo conversão de moedas, estimando valores, procurando CNPJs ou organizando planilhas complicadas. Tributação de Ganhos com Criptoativos Transações feitas em reais (BRL) por meio de exchanges brasileiras permitem que você se beneficie da isenção de IR para vendas mensais abaixo de R$ 35 mil — algo que não se aplica a corretoras estrangeiras com as novas regras. Com isso, você pode operar com mais tranquilidade e previsibilidade. Operações no Brasil: Vendas mensais de criptoativos que não ultrapassem R$ 35.000 são isentas de imposto. Acima desse valor, aplica-se a tabela progressiva de ganho de capital:​ Até R$ 5 milhões: 15% De R$ 5 milhões a R$ 10 milhões: 17,5%​ De R$ 10 milhões a R$ 30 milhões: 20%​ Acima de R$ 30 milhões: 22,5%​ Operações no Exterior A partir de 2024, ganhos obtidos com criptoativos em exchanges estrangeiras são tributados à alíquota fixa de 15%, independentemente do valor. O pagamento do imposto deve ser realizado na Declaração de Ajuste Anual. Investidores podem compensar perdas com ganhos obtidos em operações no exterior, desde que dentro do mesmo ano-calendário. Essa compensação deve ser detalhada na declaração anual. Ao negociar por exchanges internacionais, o investidor precisa lidar com declarações complementares, como a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (DCBE), além de apurar manualmente os lucros em dólar. Usar uma corretora nacional elimina boa parte dessa complexidade. Além disso, com a regulação das criptomoedas pelo Banco Central prevista para os próximos meses, o uso de plataformas brasileiras estará ainda mais alinhado com a legislação, reforçando a segurança jurídica da operação. A partir de 1º de abril, a Receita Federal disponibilizará a declaração pré-preenchida para quem operou em corretoras nacionais, que inclui informações sobre criptoativos. É recomendável que o contribuinte verifique e, se necessário, corrija os dados antes do envio. Corretoras estrangeiras não têm essa obrigação, e portanto nada aparece automaticamente na pré-preenchida se você operou só com exchanges de fora. Você mesmo precisa declarar manualmente todas as movimentações, ganhos e saldos. O Bitybank o maior criptobanco do Brasil já oferece soluções práticas, seguras e compatíveis com as normas fiscais brasileiras. Com o objetivo de democratizar o acesso ao universo cripto de forma simples e responsável, o Bitybank busca ser a ponte entre inovação e conformidade da legislação brasileira.  “Fique atento para que a declaração de criptoativos esteja correta, os limites de isenção e a necessidade de manter registros organizados. O conhecimento sobre impostos é essencial para investidores tradicionais quanto na criptoeconomia para evitar qualquer situação com a Receita Federal” conclui Valdiney Pimenta, CEO do Bitybank.  E claro, se surgir qualquer dúvida sobre sua declaração ou sobre como operar com o Bitybank, o time de suporte está sempre pronto para te ajudar.  Para saber mais acesso no passo a passo de como declarar seus criptoativos no nosso blog: https://www.bity.com.br/blog/como-declarar-bitcoin-e-outras-criptomoedas-no-imposto-de-renda/ ou assista nosso conteúdo no Youtube com 2 especialistas no assunto que trará tudo o que precisa saber para fazer a declaração corretamente: https://www.youtube.com/watch?v=MzIbLEd-Z2I

  • Rio Bravo e BlockBR lançam plataforma inovadora de tokenização para carteiras administradas

    A gestora de investimentos Rio Bravo e a empresa de infraestrutura de tokenização BlockBR anunciam o lançamento de uma nova plataforma voltada à tokenização de carteiras administradas, proporcionando acesso a diferentes perfis de investimento via tokens. A solução reduz burocracia, aumenta a agilidade e garante maior transparência. O projeto será apresentado ao mercado no próximo sábado (5), durante o Z Summit, maior evento sobre investimentos e inovação focado na Geração Z, que acontecerá na sede da Amcham em São Paulo. Desenvolvida sob demanda da Rio Bravo, a plataforma utiliza tecnologia blockchain para oferecer total segurança regulatória e eficiência operacional. Com ela, a gestora poderá criar produtos com maior potencial de liquidez, automatizar governança e ampliar a acessibilidade para diferentes perfis de investidores pessoas físicas, tudo dentro das normas do mercado financeiro. “O lançamento da plataforma Rio Bravo reforça como a tokenização pode ser aplicada a produtos estruturados com solidez e respaldo institucional, democratizando o acesso a investimentos sofisticados sem comprometer a segurança e a transparência”, afirma Cássio J. Krupinsk, CEO da BlockBR. Inicialmente focada em carteiras administradas, a plataforma foi projetada para permitir expansão modular, incluindo fundos imobiliários, recebíveis e instrumentos de dívida. Sua infraestrutura também possibilita escalabilidade conforme o mercado evolui, operando sob o conceito one-stop shop para serviços financeiros tokenizados. “A parceria com a BlockBR é um passo estratégico na nossa visão de inovação. Acreditamos que a tokenização pode transformar a forma como estruturamos e distribuímos investimentos, mantendo nossos pilares de segurança, transparência e governança. Com essa plataforma, iniciamos uma nova etapa, onde a tecnologia permite ampliar o acesso a soluções sofisticadas de forma eficiente e escalável”, destaca Vanessa Faleiros, COO da Rio Bravo.

  • Ripple integra RLUSD ao Ripple Payments e impulsiona a demanda e utilidade empresarial

    A Ripple, líder em infraestrutura de ativos digitais para instituições financeiras, anunciou hoje que o Ripple USD (RLUSD) foi integrado à solução de pagamentos da empresa, o Ripple Payments, ampliando ainda mais a utilidade e a demanda empresarial pelo ativo. O RLUSD é uma stablecoin empresarial lastreada em dólares americanos, criada com confiança, utilidade e conformidade como pilares fundamentais – apoiada pelos anos de experiência da Ripple no setor de criptoativos e finanças tradicionais. Paralelamente, o RLUSD está se aproximando da marca de US$ 250 milhões em capitalização de mercado, demonstrando uma adoção sem precedentes desde seu lançamento em meados de dezembro de 2024. Impulsionando pagamentos internacionais com RLUSD e Ripple Payments Agora, a Ripple habilitou os pagamentos internacionais com RLUSD em sua principal solução de pagamentos, que processa bilhões de dólares em volume. Diferente de muitas stablecoins voltadas para uso no varejo, o RLUSD foi projetado com foco no mercado empresarial global, aprimorando a velocidade e a eficiência dos pagamentos internacionais. A Ripple combina anos de experiência em pagamentos, uma rede com cobertura quase global e uma stablecoin de alta qualidade e conformidade regulatória, para oferecer transações internacionais rápidas, de baixo custo e escaláveis. Atualmente, o RLUSD já está sendo utilizado no fluxo de pagamento por clientes selecionados, incluindo os provedores de pagamentos internacionais BKK Forex e iSend, para aprimorar suas operações de tesouraria transfronteiriças. Com o tempo, a Ripple expandirá o uso do RLUSD para mais clientes da sua plataforma de pagamentos. RLUSD se aproxima de US$ 250 milhões em capitalização de mercado e agora está disponível na Kraken Desde seu lançamento em dezembro de 2024, o RLUSD tem experimentado uma forte adoção global, alcançando quase US$ 250 milhões em capitalização de mercado e registrando US$ 10 bilhões em volume de negociações, reforçando a demanda por uma stablecoin empresarial, regulamentada e lastreada em dólares americanos. A Ripple continua colaborando com parceiros estratégicos para expandir a disponibilidade do RLUSD globalmente. Além das exchanges LMAX Digital, Zero Hash, Bitstamp e Bullish, o RLUSD agora está disponível na Kraken, uma das principais plataformas de criptomoedas do mundo, ampliando ainda mais o acesso ao ativo para usuários do varejo. "Estamos observando um crescimento contínuo da capitalização de mercado, superando nossas projeções internas. Em pouco tempo, o RLUSD já está sendo utilizado para diversos casos de uso, incluindo colateralização em mercados de negociação de cripto e finanças tradicionais. Novas exchanges estão listando o RLUSD constantemente, e estamos trabalhando ativamente com ONGs que enxergam o potencial da stablecoin para otimizar doações", afirmou Jack McDonald, VP Sênior de Stablecoins na Ripple. "Além disso, estamos empolgados em integrar o RLUSD ao Ripple Payments, ampliando a diversidade de stablecoins disponíveis na nossa solução de pagamentos internacionais." RLUSD: a stablecoin ideal para múltiplos casos de uso financeiro O RLUSD permite que empresas: Facilitem liquidações instantâneas de pagamentos internacionais. Acessem liquidez para operações de remessas e tesouraria. Se integrem facilmente a protocolos de finanças descentralizadas (DeFi). Conectem moedas fiduciárias tradicionais ao ecossistema cripto, garantindo transições ágeis e eficientes para entrada (on-ramping) e saída (off-ramping) de ativos digitais. Forneçam colateralização para negociação de ativos tokenizados do mundo real, como commodities, títulos e tesouros on-chain. O RLUSD estabelece um novo padrão para stablecoins, combinando funcionalidades inovadoras com rigor regulatório e credibilidade de uma New York Limited Purpose Trust Company licenciada pelo NYDFS. Isso reforça o compromisso da Ripple em promover confiança e transparência no mercado de ativos digitais.

  • O que é o Carnê-Leão?

    Se você é autônomo, profissional liberal ou recebe rendimentos de pessoa física sem retenção de imposto, já deve ter ouvido falar do Carnê-Leão . Ele é uma obrigação mensal da Receita Federal que exige o recolhimento e o registro de imposto de renda por quem recebe esse tipo de pagamento. O que é o Carnê-Leão? O Carnê-Leão é uma forma de declarar e recolher mensalmente o imposto de renda de pessoas físicas que recebem rendimentos sem retenção na fonte, como: Honorários de profissionais autônomos (médicos, dentistas, psicólogos, advogados, etc.) Aluguéis recebidos diretamente de pessoas físicas Pensão alimentícia Rendimentos do exterior O recolhimento deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao recebimento. Além disso, esses dados alimentam automaticamente a declaração anual do IRPF, o que torna essencial manter o controle organizado. Como exportar o Carnê-Leão pelo Meu Dinheiro Se você usa o Meu Dinheiro  para organizar suas finanças, o processo de exportação dos dados do Carnê-Leão é simples. Veja o passo a passo: Acesse sua conta no Meu Dinheiro. No menu lateral, vá até a opção Relatórios . Clique em Carnê-Leão / Livro-Caixa . Selecione o ano  e o mês  que deseja exportar. Escolha o formato de exportação compatível com o programa da Receita Federal   Clique em Exportar  e salve o arquivo no seu computador. No site da Receita Federal, acesse o sistema do Carnê-Leão Web  e importe o arquivo  gerado. Pronto. Com isso, você poupa tempo e reduz o risco de erros na hora de declarar seus rendimentos mensais. Por que usar o Meu Dinheiro para isso? Além da exportação fácil, o Meu Dinheiro permite que você:Controle os recebimentos e despesas do mês, Categorize os lançamentos, Gere relatórios financeiros e fiscais e Mantenha o histórico organizado para a declaração anual. Se você ainda faz esse controle na planilha ou no caderninho, talvez seja hora de dar um passo a mais rumo à praticidade e segurança fiscal.

  • Declaração de criptoativos no Imposto de Renda ficou mais detalhada em 2025

    A entrega da declaração do Imposto de Renda (IR) para investidores de criptoativos ficou mais complexa e detalhada em 2025. A partir de agora, com a mudança de regras por parte da Receita Federal (RF), quem tem criptomoedas no exterior precisa declarar de um jeito diferente: cada ativo precisa ser declarado individualmente, separado um do outro, o que aumenta a burocracia e o risco de que o investidor cometa algum erro, deslize ou descuido durante a declaração. Luis Fernando Cabral , sócio da Contador do Trader e especialista em contabilidade para investidores, avalia que o que já era complicado ficou ainda pior.   “Se o investidor considerava a declaração de criptoativos complicada, agora ficou ainda pior. Com essas mudanças, cada ativo deverá ser declarado na ficha Bens e Direitos, incluindo informações detalhadas como ganhos, perdas e até rendimentos de staking e empréstimos de cripto”, afirma Luis Fernando. Antes, a declaração era de maneira geral, através do GCAP, o Programa de Apuração dos Ganhos de Capital, ou na ficha Rendimentos Isentos. “A partir de agora, cada ativo tem que ser listado individualmente, não mais de maneira genérica. Se o investidor comprou 50 vezes, ele terá que realizar 50 declarações diferentes”, explica o contador.   Para o especialista, essa é mais uma maneira que a Receita Federal encontrou para apertar o cerco contra a sonegação fiscal e obter ainda mais informações detalhadas das operações financeiras dos brasileiros. “Quando o órgão fiscalizador obriga o contribuinte a fornecer mais dados, significa que a Receita quer ter mais informações sobre as operações. E isso representa mais controle da RF sobre as operações no exterior, sobre as movimentações fora do país. Em algum momento isso se converterá em mais tributação”, analisa Luis Fernando Cabral.   Em 2025, o prazo para a entrega da declaração do IR vai até 31 de maio. O governo elevou a faixa para pessoas que recebem até dois salários mínimos. Isso significa que quem ganha até R$ 2.824 por mês está isento do imposto. No entanto, está obrigado a declarar quem recebeu mais de R$ 33.704,00 no ano passado. A não entrega da declaração pode implicar em multa a partir de R$ 165,74 até 20% do imposto devido. Para além dessa obrigatoriedade, diversas outras condições implicam na necessidade de declarar o imposto.

  • Sensedia expande testes do Pix por aproximação para Iniciadoras de Pagamento

    Consultora de confiança da Estrutura Inicial do Open Finance junto ao Banco Central e empresa global especializada no mercado de APIs e integrações, a Sensedia anuncia mais um passo no desenvolvimento da Jornada Sem Redirecionamento (JSR) no Brasil: a habilitação dos ambientes de testes para o Pix por aproximação agora também em Iniciadoras de Transação de Pagamentos (ITPs). O objetivo do projeto é possibilitar que as ITPs viabilizem pagamentos via Pix no próprio ambiente onde uma compra está sendo realizada, como sites, e-commerces, aplicativos e marketplaces, sem a necessidade de redirecionamento para o aplicativo bancário do usuário por meio da atual função “copia e cola”. “De acordo com cronograma do Banco Central do Brasil, o Pix por aproximação foi liberado para a população em geral no dia 28 de fevereiro deste ano. Portanto, após habilitarmos o ambiente para o Pix por aproximação em detentoras de contas, tanto obrigadas pela regulamentação quanto para voluntárias, neste momento estamos totalmente preparados para expandir esse projeto também para as ITPs”, explica Gabriela Santana, Product Manager da  Sensedia . Cabe ressaltar que as maiores instituições financeiras do país – ou seja, as que detêm 99% da quantidade total de transações de pagamentos realizadas com sucesso no âmbito do Open Finance - foram obrigadas pelo Bacen a seguir o cronograma para a adoção da JSR, se movendo para cumprir as metas estabelecidas até novembro de 2024. Para as demais, a obrigatoriedade começa a valer a partir de 2026.  “No caso das ITPs, não há obrigatoriedade de participar da JSR. Porém, do ponto de vista estratégico, quem não se habilitar arrisca ficar para trás, sobretudo, quando falamos na melhoria da experiência do cliente por meio da jornada de finalização do fluxo de pagamentos”, diz Gabriela. Como irá funcionar Na prática, o pagamento via Pix por aproximação pelas ITPs funcionará assim: o usuário dará consentimento à instituição bancária para vincular sua conta ao ambiente da ITP, definindo os limites que ele autoriza para transação.  As ITPs, por sua vez, habilitam as detentoras para que elas forneçam a conta do usuário, possibilitando o salvamento dos dados bancários e o uso do PIX por meio dessa associação. Lembrando que, a partir de 2026, todas as detentoras cadastradas vão ser uma opção para efetuar essa transação. “Após conclusão deste processo, feito uma única vez, já é possível fazer o pagamento via PIX no próprio ambiente da ITP, por meio de uma autorização por biometria, reconhecimento facial ou senha, sem precisar de qualquer redirecionamento para o ambiente bancário”, complementa Gabriela. Ainda segundo a especialista, esse processo segue os moldes do cadastro de cartões de crédito em sites de compras realizado atualmente. “Ao habilitar a possibilidade de pagamento via ITPs dentro do meu e-commerce, app de delivery, app de transporte ou app de streaming, por exemplo, eu permito que o usuário faça o pagamento por Pix dentro do meu próprio ambiente. Portanto, quando você atua como uma ITP no Open Finance, você consegue viabilizar que os pagamentos sejam realizados de forma mais ágil e simplificada, sem deixar a segurança de lado”, ressalta. Próximos passos: Pix automático para ITPs A partir do dia 16 de junho de 2025, outra novidade prevista para entrar em vigor ao público geral é a opção do Pix automático, que equivale ao débito automático, porém, dentro do sistema Open Finance. “Assim como o Pix por aproximação, o Pix automático também poderá ser ofertado pelas ITPs aos usuários que optarem por adotar esse modelo de pagamento em contas agendadas. Neste caso, além da simplicidade do processo, isso deverá impactar também na melhoria das ofertas e experiências dos clientes, visto que atualmente só é possível cadastrar débito automático nas maiores instituições bancárias do país”, conclui Gabriela.

  • Fraudes com vazamento de chaves Pix são cada vez mais comuns e preocupam setor financeiro

    Vazamentos de chaves Pix estão entre as principais ocorrências de segurança que impactaram a internet no Brasil em 2024. Essa é uma das constatações do mais recente relatório anual elaborado pela Apura, empresa brasileira especializada em segurança cibernética. O levantamento, que traz informações sobre fraudes e ameaças de 2024, elenca ainda os atores maliciosos do ano, as vulnerabilidades, os termos mais recorrentes e ainda o que chama de “pisadas de bola”. Sobre os vazamentos de chaves Pix, o relatório da Apura constatou uma quantidade recorde de 12 casos relatados pelo Banco Central (BC) em 2024, chaves essas vinculadas a 12 instituições financeiras diferentes. Ao todo, esses casos envolveram mais de 260 mil chaves Pix. Os dados pessoais e financeiros vazados de chaves Pix podem ser utilizados por atores maliciosos para golpes de phishing (captura de informações confidenciais) e de engenharia social mais elaborados. É o que explica o analista Anchises Moraes, líder de Threat Intelligence (inteligência de ameaças) da Apura. “Os criminosos usam os dados pessoais das vítimas para entrar em contato se fazendo passar pela instituição financeira, com objetivo de  obter, por exemplo, as credenciais de acesso para as contas bancárias das vítimas, ou para convencê-las a instalar um vírus em seus celulares”, afirma. “O mais preocupante nestes casos é a quantidade de empresas do setor financeiro que, ‘por falhas pontuais em sistema’, deram vazão a essas informações. O fato de usarem praticamente a mesma justificativa demonstra a intenção de minimizar o problema e tirar o foco da responsabilidade da instituição envolvida". Moraes entende como primordial o papel do Banco Central no combate aos vazamentos de chaves Pix. “É uma atuação essencial. Cabe ao BC fiscalizar, dar publicidade aos casos e adotar medidas contra as instituições envolvidas nesses vazamentos, quando necessário”, defende. OUTROS VAZAMENTOS Na segunda posição entre os vazamentos de dados cibernéticos mais impactantes no Brasil em 2024, segundo a Apura, ficaram aqueles do Sistema Integrado de Administração de Pessoal (Siape) do Governo Federal. Atores maliciosos roubaram dados sensíveis do Siape para uso em fraudes e crimes. Foram dois grandes casos no ano, indica o relatório. “O primeiro caso aconteceu em fevereiro de 2024 e envolveu um ator malicioso anunciando em um dos mais famosos fóruns underground em atividade um arquivo com mais de um milhão de linhas, supostamente originário do Siape”, descreve o levantamento. O outro caso ocorreu recentemente: “Em dezembro, o grupo de ransomware [software nocivo usado para extorsão] Bashe (também conhecido como APT73) listou o Siape no site que eles mantêm na deep web para expor as vítimas na tentativa de estimular o pagamento dos valores de resgate”, detalha o estudo da Apura. MAIS CONCLUSÕES DO RELATÓRIO DA APURA Além de tratar sobre os vazamentos de dados, o Relatório Anual da Apura sobre o cenário de cibersegurança em 2024 organiza as ameaças e fraudes em outras categorias. A seguir, as conclusões de algumas delas: Os termos do ano A Inteligência Artificial (IA) ocupou o primeiro lugar. O relatório alerta que, pela facilidade de acesso e uso das ferramentas de IA, cada vez mais popularizadas, crescem os riscos de segurança cibernética nessas operações. Diz o levantamento; “os atores maliciosos estão usando a IA para desenvolver malwares [softwares maliciosos], planejar ataques de phishing e outras campanhas de engenharia social, descobrir e explorar vulnerabilidades. Um dos usos mais frequentes da IA para o mal são as deepfakes, adotadas massivamente para promover fake news, anúncios maliciosos e simular a identidade das vítimas”. Cadeia de suprimentos e criptografia pós-quântica foram outros dois assuntos relevantes em 2024. Os atores maliciosos O grupo conhecido por Salt Typhoon, em atividade desde 2020, figurou em primeiro lugar entre os grupos maliciosos mais relevantes no ano passado. “É um grupo suspeito de ser vinculado ao governo chinês e de operar sob suas ordens. Ao grupo são atribuídas diversas campanhas cibernéticas sofisticadas que têm como alvo principal as empresas de infraestruturas críticas em diversos países”, descreve o relatório da Apura. O grande feito do Salt Typhoon em 2024 foi ter realizado um ataque em massa contra provedores de telecomunicações nos Estados Unidos e em diversos outros países, levantando sérias preocupações quanto à segurança nacional. O grupo Lazarus (Coreia do Norte) e o cibercriminoso USDoD (de origem brasileira) são outros dois atores de relevância internacional. Especificamente no Brasil, o relatório lista o Grandoreiro (grupo criminoso responsável por um malware contra o sistema bancário), Sick0 ou “Sicko RAT” ou “SickoDevZ” (desenvolvedor que se tornou conhecido por criar e comercializar diversas amostras de malware no modelo SaaS = Software como Serviço) e Banucha Gomes, que atuava em 2007 e em 2024 foi preso em uma operação coordenada pela Polícia Civil de São Paulo. As vulnerabilidades As vulnerabilidades em sistemas industriais lideram a lista em 2024, em escala global. “Segundo dados da Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) dos EUA, somente em 2024 foram publicados 409 anúncios de vulnerabilidades em sistemas industriais, 9% a mais do que o ano anterior”, destaca Moraes como uma das conclusões do relatório da Apura. Outro destaque (negativo, evidentemente) envolveu uma série de vulnerabilidades afetando soluções de transferência de arquivos gerenciados (MFT) da empresa Cleo . Ainda merecem destaque as vulnerabilidades na solução da BeyondTrust, também da área de tecnologia. As pisadas de bola O Relatório Anual da Apura elenca ainda o que chama de “pisadas de bola” – ações mal sucedidas ou falhas de impacto gigantesco. Na ponta dessa lista está a empresa de segurança cibernética CrowdStrike, da qual se originou um problema que “vai ficar para a história”, como destaca o relatório. Nas primeiras horas do dia 19 de julho de 2024, o mundo acordou com interrupções em diversos sistemas globais, paralisando setores como companhias aéreas, bancos, mídia e varejo. A falha foi corrigida rapidamente e a empresa ofereceu total apoio aos seus clientes, mas nesse meio tempo, cibercriminosos aproveitaram o tema para tentar aplicar golpes. O Telegram, que viu suas políticas permissivas serem combatidas na Europa (inclusive com a prisão de seu fundador, o russo Pavel Durov, na França complementa o rol de “pisadas de bola” de 2024), junto com o caso de uma fracassada tentativa de fraude em Hong Kong contra um funcionário do setor financeiro, através de uma reunIão com seu gestor e supostos colegas utilizando deepfake. Acesse o Relatório Anual da Apura 2024, em versão resumida e gratuita: https://conteudo.apura.com.br/relatorio-2024-o-ano-em-resumo

  • Número de investidores cripto no Brasil já se iguala ao de fundos

    As criptomoedas vêm se firmando como uma das categorias de investimento preferidas dos brasileiros, e já alcançam o mesmo percentual de adoção que os fundos de investimento. Pesquisa da Locomotiva, realizada sob pedido da Binance, mostra que 42% dos brasileiros já investem em ativos digitais e o mesmo percentual aporta recursos em fundos de investimento, categoria mais antiga que as criptomoedas e já consolidada no país. A poupança (66%) continua sendo a forma de investimento favorita dos brasileiros, seguida por  contas de pagamento e rendimento (55%) e títulos privados (50%). Ações (41%), previdência privada (31%), títulos públicos (31%) e moeda estrangeira (25%) completam o rol de investimentos preferidos, segundo a pesquisa, realizada com 1.000 pessoas. A pesquisa conduzida pela Locomotiva teve o objetivo de traçar o perfil do investidor brasileiro, a experiência com os principais instrumentos disponíveis no país e a percepção sobre as criptomoedas. Os dados mostram que mais da metade, ou 55%, têm pelo menos três formas de investimento, enquanto os 45% restantes têm quatro ou mais tipos de investimento.  A adoção das criptomoedas vem crescendo nos últimos anos à medida que mais pessoas têm acesso aos produtos e serviços relacionados, governos se dedicam a regular o setor e definir regras para proteção dos usuários e plataformas investem na educação sobre ativos virtuais e blockchain. No Brasil, essa expansão tem ocorrido de forma contínua, e o país figura como um dos mercados com maior potencial de crescimento do mundo. Dados da consultoria Triple-A indicam que o país é o 6º maior em adoção de criptomoedas, com cerca de 17,5% da população já possuindo algum tipo de ativo digital.  “As criptomoedas têm em seu DNA um caráter democrático, permitindo que as pessoas tenham acesso a produtos e serviços que não estão disponíveis a todos no sistema financeiro tradicional. Ao possibilitar que as pessoas façam investimentos a qualquer hora do dia, a partir de valores baixos, e usando apenas o celular e uma conexão à internet, as critpomoedas vêm atraindo cada vez mais brasileiros. O Brasil é um dos dez mercados mais importantes da Binance, e estamos comprometidos em oferecer uma experiência fácil, transparente e segura ao usuário brasileiro, com uma ampla variedade de produtos e serviços de ponta", comenta Guilherme Nazar, vice-presidente para a América Latina da Binance, maior plataforma de criptomoedas do mundo em volume de negócios.  Motivos para investir Os atrativos para investir em criptomoedas variaram entre os que responderam a pesquisa. O maior atrativo é a possibilidade de alto retorno, citado por 20% dos respondentes. A alta liquidez do mercado é o mais importante para 13% dos entrevistados, enquanto ser um investimento independente do sistema financeiro tradicional, a segurança, a possibilidade de negociar em qualquer dia e horário, o baixo custo de manutenção e taxas e a possibilidade de diversificação de portfólio tiveram, cada uma, 10% das menções.  Perfil do investidor cripto no Brasil A pesquisa da Locomotiva também mapeou o perfil do brasileiro que já investe em criptomoedas. A maior parte deles é homem (47%) e com renda média acima de 10 salários mínimos. As criptomoedas têm maior apelo entre investidores com ensino superior completo. No entanto, mais pessoas com ensino fundamental investem em criptomoedas do que os que detém ensino médio completo.  Entre os que já investem em criptomoedas e conhecem o assunto, 66% afirmam que os ativos digitais são uma boa forma de investimento. E 62% deles consideram as plataformas cripto  seguras e confiáveis.  “Educação financeira e conhecimento sobre a indústria de criptomoedas são essenciais para a expansão da adoção de forma sustentável. Precisamos equipar a sociedade com informação de qualidade para que todos possam tomar decisões fundamentadas. Por isso a Binance investe expressivamente em disseminação de conteúdo, para todos os níveis e gratuitamente, através do Binance Academy, nossos canais de rede social e os eventos de comunidade e nas universidades", acrescenta Nazar.

  • “Caixa” das lojas virtuais: Pagsmile se dedica a intermediar transações online com rapidez e segurança

    O ecossistema digital onde as pessoas realizam compras e gerenciam suas finanças está cada vez mais ágil e integrado, excluindo fronteiras para conectar empresas e consumidores. Com o crescente uso de soluções instantâneas, como o Pix no Brasil — utilizado por 76,4% da população, segundo o Banco Central —, o PayNow em Singapura e o UPI na Índia, a experiência de compra local sem fricções tornou-se regra.  Para se ter uma ideia, o Pix já até superou o cartão de crédito e se tornou o preferido no comércio online brasileiro, conforme pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação ( Cetic.br ). Com isso, oferecer métodos de pagamento digitais deixou de ser um diferencial para se tornar uma exigência global, essencial para empresas que desejam atender às expectativas de consumidores hiperconectados.  Nesse contexto, a Pagsmile chegou com a missão de ser uma ponte segura para pagar contas online. A gateway de pagamentos é especializada em soluções que conectam negócios a mercados emergentes e oferece produtos como pay-in, pay-out e cross border — todos em uma única API, que simplifica transações em setores como e-commerce, iGaming, SaaS e streaming. Sua atuação no Brasil vem desde 2015; hoje, já oferece mais de 150 métodos de pagamento e processa mais de US$ 500 milhões por mês. “Mais do que uma empresa de pagamentos, a Pagsmile conecta negócios a mercados. O sistema ajuda a autorizar pagamentos online, garantindo que a compra seja feita de forma segura, tanto para quem vende quanto para quem compra. É como se fosse o caixa de uma loja física, só que adaptado para o mundo digital”, comenta Marlon Tseng, CEO e Co-founder da Pagsmile. Na prática, qualquer companhia que precise de uma solução de pagamento pode contar com a plataforma para facilitar as compras online. Ela conecta lojas, clientes e bancos, permitindo transações via cartão de crédito, boleto e, em alguns casos, até telefone, com a mesma segurança e praticidade das maquininhas de cartão, mas de forma digital e remota. Além disso, a Pagsmile também oferece opções como pagamento em lotéricas e boletos com condições personalizadas, o que facilita até mesmo compras internacionais sem a necessidade de uma conta bancária. Ao oferecer o serviço de transações cross border, a empresa ainda pretende facilitar operações de qualquer lugar do mundo. E a demanda é alta: em 2023, o valor total de transações transfronteiriças foi de US$ 190 trilhões, número que deve chegar a US$ 290 trilhões até 2030, segundo projeções da Statista. “Com presença global, nosso objetivo é facilitar o acesso do consumidor ao produto desejado, oferecendo métodos de pagamento alternativos que tornam a experiência de compra mais flexível e adaptada às diferentes necessidades dos usuários”, completa Tseng.

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