Brasil impulsiona uma nova era do Digital Banking corporativo por meio da evolução das experiências digitais
- Fincatch

- há 4 horas
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O segmento de serviços financeiros para grandes corporações brasileiras está entrando em uma nova fase de transformação. Se antes o foco estava na quantidade – de escala e infraestrutura –, agora ele se desloca cada vez mais para a qualidade – das experiências digitais, das jornadas do cliente e da inovação em UI/UX.
Essa mudança é evidente entre as grandes empresas no Brasil, de setores como energia, agronegócio, finanças e indústria, que, juntas, impulsionam a maior economia da América Latina, com um PIB superior a US$ 2 trilhões. Essas organizações, responsáveis por uma parcela significativa da atividade econômica, estão claramente redefinindo suas expectativas em relação aos serviços financeiros, buscando experiências mais intuitivas, integradas e centradas no usuário final, em vez de soluções estritamente focadas em infraestrutura e métricas de escala.
Mais do que acesso a crédito ou a serviços tradicionais, essas empresas demandam plataformas digitais que simplifiquem operações complexas, ofereçam visibilidade em tempo real e proporcionem jornadas fluidas para diferentes perfis de usuários, desde gestores financeiros até colaboradores.
Esse movimento é impulsionado por um cenário de rápida adoção digital: mais de 80% dos adultos brasileiros utilizam serviços bancários digitais, enquanto o Pix já se consolidou como um dos maiores ecossistemas de pagamentos instantâneos do mundo. Esse contexto elevou significativamente o padrão de experiência do usuário, tornando interfaces simples, rápidas e responsivas um requisito básico, inclusive no segmento corporativo.
Como resultado, há uma crescente demanda por soluções de Digital Banking centradas em UX — reforçada pelo fato de que 88% dos clientes afirmam que a experiência oferecida por uma empresa é tão importante quanto seus produtos ou serviços (Salesforce) — impulsionando a necessidade de jornadas sem fricção, interfaces intuitivas e interações personalizadas em tempo real.
Além disso, tendências como embedded finance, autoatendimento corporativo e plataformas white label com forte camada de experiência digital estão ganhando força, permitindo que empresas ofereçam serviços financeiros diretamente dentro de seus próprios ecossistemas digitais.
“A transformação digital no Brasil deixou de ser sobre acesso e passou a ser sobre experiência”, afirma Abdul Assal, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Galileo Financial Technologies no Brasil e na Colômbia. “Grandes empresas precisam de soluções que combinem tecnologia robusta com interfaces modernas e jornadas inteligentes, capazes de atender a diferentes necessidades de forma simples e eficiente.”
Nesse cenário, instituições financeiras e fintechs estão adotando arquiteturas modernas que desacoplam o core bancário da camada de experiência, permitindo maior flexibilidade para inovar rapidamente em interfaces e jornadas do usuário.
A Galileo Financial Technologies desempenha um papel estratégico nesse ecossistema ao viabilizar plataformas de Digital Banking que priorizam a experiência do usuário. Sua tecnologia permite que empresas e instituições financeiras desenvolvam soluções com interfaces avançadas, jornadas modulares e alta escalabilidade, acelerando o time-to-market sem comprometer a qualidade da experiência.
“Na Galileo, ajudamos nossos clientes a construir experiências digitais que realmente fazem a diferença no dia a dia dos usuários”, acrescenta Assal. “Isso significa ir além da infraestrutura e focar em como as pessoas interagem com os serviços financeiros, desde o onboarding até a gestão completa de suas operações.”
O avanço regulatório, especialmente com o Open Finance no Brasil, também contribui para essa evolução ao permitir maior personalização e portabilidade de dados, abrindo caminho para experiências mais relevantes, contextuais e centradas no cliente.
À medida que a competição aumenta, a experiência digital se torna o principal diferencial competitivo. Instituições que investirem em UI/UX, jornadas inteligentes e design centrado no usuário estarão mais bem posicionadas para liderar o futuro do banco corporativo.
Ao combinar escala econômica, maturidade digital e um ecossistema em rápida evolução, o Brasil consolida sua posição como um dos mercados mais promissores para a próxima geração de Digital Banking, onde experiência, design e tecnologia caminham lado a lado para transformar o setor financeiro corporativo.




















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