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Varejo amplia receita com serviços financeiros e acelera entrada no setor com BaaS


Empresas de varejo estão diversificando suas fontes de receita ao incorporar novas formas para gerar receita à jornada de compra do consumidor, combinando vendas, crédito e pagamentos em um mesmo ambiente e ampliando o engajamento dos clientes.


Esse movimento acompanha a digitalização do sistema financeiro. Segundo o Banco Central, o Brasil já soma mais de 100 milhões de usuários de cartão de crédito, o que abre espaço para a oferta de serviços financeiros dentro das próprias redes varejistas. Já o Gartner projeta que, até 2026, grande parte das empresas globais terá integrado serviços financeiros às suas plataformas como forma para novas receitas e aumentar a fidelização. A Research and Markets projeta que o mercado de finanças integradas crescerá a uma taxa anual de 36,41%, passando de US$ 146,17 bilhões em 2025 para US$ 690,39 bilhões em 2030.


“O varejo passou a atuar para além da transação: na jornada financeira do cliente. Como já têm a relação direta com o cliente e o conhecimento sobre suas compras, as empresas conseguem ofertar produtos financeiros no momento certo”, afirma Jorge Iglesias, CEO da Topaz, empresa do Grupo Stefanini especializada em soluções financeiras digitais.


Monetização do modelo


Além da oferta de cartões e crédito ao consumidor, há oportunidades para que esse ecossistema seja rentável, como por exemplo, antecipação de recebíveis, capital de giro e serviços financeiros integrados.


“Ao estruturar um braço financeiro, o varejo também passa a atuar junto aos seus fornecedores, antecipando pagamentos e gerando novas receitas com risco reduzido, já que essas operações acontecem dentro do próprio ecossistema”, explica o executivo da Topaz.


Nesse sentido, as empresas reduzem custos e utilizam capital próprio para financiar suas operações, aumentando o controle sobre fluxos financeiros em diferentes etapas da cadeia.


“A iniciativa envolve incorporar serviços financeiros à jornada do cliente e à operação das empresas, a partir de uma base sólida de tecnologia, dados e governança”, destaca Iglesias.


Nesse contexto, plataformas end-to-end, como o Topaz One, permitem a criação de operações financeiras completas. A solução viabiliza desde a implementação de contas e crédito até a integração com compliance, segurança e exigências regulatórias, além da personalização de jornadas conforme o perfil de cada negócio. Além disso, é possível compor um modelo desde operações mais específicas até estruturas completas de banco digital, de acordo com a estratégia da empresa.


“Conseguimos acelerar a entrada no setor financeiro com uma base tecnológica já validada, garantindo aderência regulatória ao longo do tempo e flexibilidade para evolução do negócio”, salienta Jorge Iglesias, da Topaz.


Expansão para outros setores


A tendência se consolida no varejo, mas ela já se estende para segmentos como indústrias, atacadistas e montadoras.


A criação de braços financeiros próprios amplia oportunidades em áreas como financiamento, leasing e consórcios, oferecendo liquidez de acordo com a necessidade do consumidor.


“Estamos vendo esse movimento ganhar força em diferentes setores. Empresas com grande base de clientes e fornecedores percebem que podem reter mais valor ao integrar serviços financeiros à sua operação”, conclui o executivo da Topaz.

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