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  • 21shares e Levante lançam parceria de negócios em criptoativos no Brasil

    A 21shares , a emissora de produtos negociados em bolsa (ETP) de criptomoedas sediada na Suíça, com a maior carteira de ETPs de criptoativos listados do mundo, e a Levante, plataforma que empodera investidores brasileiros na construção de seu patrimônio, selaram uma parceria para o desenvolvimento de negócios em ativos digitais no Brasil. O acordo inclui o compartilhamento de estratégias de mercado, materiais educativos, relatórios, atividades de pesquisa, de marketing e outros. Assim, os clientes da Levante passam a ter acesso aos insights precisos de um dos maiores atores do mercado cripto global, enquanto a 21shares ganha mais uma frente para entender e atuar no cenário brasileiro. Para Bruna Cabús, assessora sênior da 21shares para a América Latina e a Península Ibérica, a nova aliança ratifica a visão da gestora de que o Brasil é um dos mercados mais dinâmicos na adoção de ativos digitais, que levou à sua chegada ao país há seis meses. "À medida que a demanda por produtos de investimento em criptomoedas regulados e acessíveis cresce e se torna mais sofisticada, parcerias como a da 21shares com a Levante visam fortalecer o engajamento dos investidores e aumentar a conscientização sobre soluções de investimento em ativos digitais de nível institucional entre os investidores brasileiros”, afirma. “Essa parceria surge da necessidade de elevar o nível da discussão sobre criptoativos no Brasil. Acreditamos que a expansão desse mercado passa pelo aprofundamento do conhecimento técnico dos principais participantes sobre o funcionamento, os riscos e as oportunidades desse ecossistema e pela evolução do debate sobre custódia”, disse Felipe Amoedo, diretor comercial e de parcerias institucionais na Levante.  “A 21shares contribui de forma importante ao trazer experiência na gestão de produtos cripto em mercados regulados e expertise no desenvolvimento. A introdução dos ETPs de criptoativos representa um avanço relevante para o investidor brasileiro, ao oferecer exposição a esse segmento com estruturas transparentes, reguladas e seguras”, adicionou. A gestora suíça chegou ao Brasil em setembro de 2025 e firmou parceria com a B3 para listar seis BDR (Brazilian Depositary Receipts), baseados em Bitcoin, Ethereum, Solana, Cardano, XRP e uma cesta de moedas. Esses produtos são semelhantes aos mais de 50 produtos de criptomoedas com lastro físico listados globalmente pela 21shares, que administram US$ 6 bilhões em ativos e detêm 30% do mercado europeu.

  • Ripple reforça seu compromisso com o Brasil com uma oferta ampliada de serviços de pagamentos e o pedido de licença de PSAV

    A  Ripple,  fornecedora líder de soluções empresariais baseadas em blockchain para os setores financeiro tradicional e digital, anunciou hoje uma grande expansão de sua presença no Brasil, abrindo um novo capítulo na adoção institucional de ativos digitais em um dos mercados financeiros que mais crescem no mundo. Impulsionada por novos recursos de produtos e pela crescente adoção por parte dos clientes, a Ripple é agora a única solução na região capaz de atender instituições em todo o espectro de necessidades financeiras, de pagamentos internacionais e custódia de ativos digitais até corretagem de primeira linha e gestão de tesouraria. A Ripple também planeja solicitar a licença de Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV) junto ao Banco Central do Brasil (BCB), em conformidade com o novo marco regulatório de ativos virtuais do país. A movimentação reforça a abordagem de compliance que tem orientado as operações globais da Ripple há mais de uma década, e seu compromisso com o crescimento de longo prazo na região. “A América Latina sempre foi um mercado prioritário para a Ripple,  não só pela magnitude da oportunidade, mas porque o Brasil construiu um dos ecossistemas financeiros mais avançados e inovadores do mundo”, afirmou Monica Long, presidente da Ripple. "Passamos mais de uma década construindo a confiança, obtendo as licenças e desenvolvendo a tecnologia necessárias para operar em mercados regulamentados. Agora, com nossa plataforma ampliada, podemos atender instituições em toda a região com tudo o que elas precisam para competir no sistema financeiro moderno.” Impulsionando pagamentos internacionais em grande escala Com mais de US$ 100 bilhões em volume processado globalmente e presença em mais de 60 mercados, a  Ripple Payments  é a solução completa para transferências internacionais de dinheiro, oferecendo às instituições uma maneira mais rápida e transparente de enviar, receber e liquidar fundos tanto em moedas fiduciárias quanto em stablecoins. As principais fintechs e instituições financeiras do Brasil estão utilizando a Ripple para resolver desafios práticos de liquidez e pagamentos: Banco Genial: A Ripple possibilita desembolsos em dólares americanos no mesmo dia para o Banco Genial, proporcionando pagamentos internacionais mais rápidos e transparentes. E agora está se expandindo para incluir o RLUSD em seus fluxos de criptomoedas. Braza Bank: O Braza Bank, uma das maiores instituições de câmbio do Brasil em volume, escolheu a Ripple Payments para otimizar os pagamentos em dólares americanos e lançou sua stablecoin atrelada ao real brasileiro, a BBRL, no XRP Ledger (XRPL).  Nomad: A fintech brasileira, que atende a mais de 3 milhões de usuários, utiliza o Ripple Payments e sua rede de liquidez para aumentar a eficiência nos fluxos de tesouraria entre o Brasil e os EUA, ao mesmo tempo em que possibilita a liquidação por meio de stablecoins, como o RLUSD. Azify: A fintech brasileira especializada em infraestrutura de serviços financeiros está agora utilizando o Ripple Payments para converter stablecoins em moedas locais, incluindo USD, EUR, CNY e SGD. ATTRUS: Uma empresa líder no setor de pagamentos da América Latina que utiliza a Ripple para realizar pagamentos internacionais rápidos e em conformidade com as normas no Brasil, e liquidação de criptomoedas OTC (com o RLUSD integrado à sua estrutura mais ampla de liquidação).  Frente Corretora: Uma instituição do mercado cambial que consolida operações transfronteiriças e coleções de stablecoins em uma única plataforma, financiando pagamentos em dólares americanos e euros nos Estados Unidos e na Europa, utilizando tanto moeda fiduciária quanto USDT. A custódia de ativos digitais de nível empresarial chega ao Brasil A  Ripple Custody  está a expandir-se para o Brasil, oferecendo às instituições regulamentadas da região segurança de nível bancário, controlos de conformidade em tempo real e opções de implementação flexíveis. A Ripple Custody provê a base segura de que as instituições necessitam para manter ativos digitais com segurança, ao mesmo tempo que possibilita fluxos de trabalho de pagamentos, negociação e tokenização. Suporta uma vasta gama de fornecedores de HSM, integra a Chainalysis e a Elliptic para a análise de transações em tempo real e permite o staking institucional nas principais redes Proof-of-Stake, tudo dentro de um único fluxo de trabalho coeso. CRX: Um parceiro da Ripple que utiliza a XRPL e a Ripple Custody para emitir e distribuir ativos tokenizados em grande escala, com quase 100 milhões de dólares liquidados onchain. Justoken: Com mais de 1,7 mil milhões de dólares em ativos já tokenizados na XRPL, a Justoken utilizará o Ripple Custody para criar uma infraestrutura de nível institucional destinada à tokenização de ativos do mundo real (RWA) no setor dos recursos naturais na América Latina. Um novo padrão de confiança e utilidade das stablecoins na região A  Ripple USD  (RLUSD), a stablecoin de nível empresarial da Ripple, lastreada em dólares americanos, está a ganhar força significativa em toda a América Latina, à medida que as instituições procuram uma infraestrutura de dólar digital fiável e regulamentada. Tendo ultrapassado os 1,5 mil milhões de dólares em capitalização de mercado, a RLUSD é uma das stablecoins empresariais de mais rápido crescimento no mercado. Concebida para uso institucional e respaldada por uma dupla supervisão regulatória do Departamento de Serviços Financeiros de Nova Iorque (NYDFS) e do Gabinete do Controlador da Moeda (OCC), está numa posição única para cumprir os padrões de conformidade e fiabilidade exigidos pelas instituições financeiras da região.  No Brasil, a RLUSD já está a ser adotada por algumas das principais exchanges e fintechs do mercado — com a Mercado Bitcoin, a Foxbit, a Ripio, o Braza Bank, o Banco Genial e a Attrus entre as primeiras na região a listar e a oferecer suporte à RLUSD —, levando uma stablecoin regulamentada e pronta para uso empresarial a milhões de usuários em toda a América Latina. À medida que a adoção de stablecoins acelera em toda a região, a combinação de rigor regulatório, utilidade no mundo real e integração profunda na plataforma de pagamentos e corretagem de primeira linha da Ripple posiciona o RLUSD como a stablecoin de eleição para instituições que operam no Brasil e além.  Ripple Prime e Ripple Treasury: Uma nova era para as finanças institucionais Pela primeira vez, as empresas têm acesso ao conjunto completo de serviços institucionais da Ripple, que abrange corretagem de primeira linha, compensação, financiamento e gestão de tesouraria. O Ripple Prime, resultante da aquisição pela Ripple da corretora líder global Hidden Road, oferece às instituições acesso a serviços avançados nas áreas de câmbios, ativos digitais, derivados e renda fixa, com um volume de compensação superior a 3 biliões de dólares por ano. A Ripple Treasury combina décadas de experiência em tesouraria empresarial com a infraestrutura de ativos digitais da Ripple, permitindo que diretores financeiros e tesoureiros gerem a liquidez, os pagamentos e o risco em tempo real. Isso permite mobilizar capital ocioso através do acesso ao mercado global de repos e executando pagamentos transfronteiriços em grande escala, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Combinadas, estas duas linhas de negócio proporcionam às instituições brasileiras uma estrutura financeira completa e moderna, concebida para a economia digital.

  • Pix de R$ 17 trilhões expõe risco no balcão e acelera mudança no varejo físico

    O Pix encerrou 2025 com mais de R$ 17 trilhões movimentados e 160 milhões de usuários cadastrados, segundo o Banco Central do Brasil, consolidando-se como o meio de pagamento mais usado no país em número de transações. Com essa escala, porém, os métodos improvisados no balcão começam a mostrar seus limites. Em milhares de lojas, a cobrança ainda depende de chaves estáticas impressas ou do celular do proprietário, um modelo suscetível a erros de digitação e a golpes com comprovantes falsos que continuam impactando o varejo físico. Para  Hugo Venda, CEO da ÚnicoPag , o problema não está no Pix em si, mas na forma como ele é operado dentro das lojas. “O Pix deixou de ser complementar e virou rotina no caixa. Quando o lojista mantém plaquinhas ou precisa conferir comprovante no celular, ele assume risco desnecessário. O QR Code gerado na própria maquininha, com validação automática, reduz erro humano e bloqueia o golpe do comprovante falso”, explica. A solução proposta pela empresa é justamente integrar o Pix ao fluxo tradicional da maquininha, com QR Code dinâmico exibido no visor e confirmação automática da transação. Essa abordagem não só aumenta a segurança, como também reduz os custos para o lojista. Com taxa de 0,49%, o Pix se torna mais barato que o crédito à vista (3,57%) e o débito (1,67%), diferença que impacta especialmente operações de baixo valor, comuns em farmácias, mercados de bairro e lojas de conveniência. Em um cenário de margens apertadas e consumidores sensíveis a preço, a discussão deixa de ser apenas tecnológica e passa a ser operacional. “O varejo que ainda trata o Pix como algo à parte está ficando para trás. Integrar o pagamento à maquininha e receber em até 24 horas, inclusive no fim de semana, dá previsibilidade e tira o improviso do caixa”, conclui  Hugo Venda .

  • Investidor brasileiro pode lucrar com filme vencedor do Oscar 2026. Saiba como

    A consagração do cinema norueguês no Oscar, ocorrida neste domingo, promete reverberar diretamente no bolso de investidores brasileiros. O longa Valor Sentimental, que faturou a estatueta de Melhor Filme Estrangeiro, é o carro-chefe de uma operação de financiamento de distribuição estruturada pela Hurst Capital em parceria com a MUV Capital. Com o prêmio, a expectativa é que a rentabilidade da operação supere as projeções iniciais, aproveitando o "efeito Oscar" que historicamente explode em bilheteria e procura nas plataformas digitais. Além do vencedor, a operação também contempla o espanhol Sirât, que participou da premiação com duas indicações. Woman and Child, Dois Procuradores e Surda são as outras obras que integram o portfólio e que, embora não tenham sido indicadas ao Oscar, foram todas premiadas ou selecionadas em festivais internacionais. Agora, o foco do mercado se volta para a captura de valor gerada pela visibilidade global dessas produções. No caso específico de Valor Sentimental, historicamente, filmes estrangeiros que vencem o Oscar registram um aumento exponencial de audiência após a premiação. E isso torna a operação financeira da Hurst ainda mais interessante aos investidores que participam ou venham a participar das receitas de filmes já finalizados. O modelo, lastreado em recebíveis da exploração comercial, previa inicialmente um retorno estimado de até 31% ao ano. No entanto, com a vitória de ontem, esse teto pode ser impactado positivamente. A participação abrange todas as janelas: salas de cinema, aluguel digital, streaming e TV paga. A operação segue padrão adotado em mercados internacionais e tem atraído investidores que buscam ativos descorrelacionados do mercado financeiro tradicional. “A vitória no Oscar tende a ampliar o circuito de exibição e aumentar a procura por ingressos. Se o filme cresce no mercado brasileiro, o retorno aos investidores pode ser impactado positivamente porque a receita da distribuição acompanha esse movimento”, afirma Laura Rossi, head de investimentos em audiovisual da MUV Capital/Hurst. O reconhecimento internacional costuma funcionar como catalisador comercial para produções independentes, fortalecendo negociações com exibidores, ampliando presença em plataformas digitais e aumentando o valor percebido pelo público. No caso de Valor Sentimental e Sirät , a combinação entre desempenho crítico, presença em festivais e indicação e, principalmente, vitória no Oscar cria um ambiente favorável para a expansão da distribuição na América Latina. O interesse por esse tipo de operação acompanha a expansão dos investimentos na economia criativa. As estruturas são realizadas por meio de certificados de recebíveis, com aportes a partir de R$ 10 mil e prazos entre quatro e oito meses, dependendo da obra e da estratégia de distribuição. A importância da distribuição ficou ainda mais evidente após a trajetória de Anora , vencedor do Oscar 2025. Mesmo com orçamento reduzido, o filme alcançou grande visibilidade graças a uma campanha de marketing coordenada pela distribuidora NEON, responsável também por Valor Sentimental, Sirât e pelo brasileiro Agente Secreto . O movimento ocorre em paralelo à retomada do setor audiovisual no Brasil. Em 2024, o país superou 125 milhões de ingressos vendidos e movimentou R$ 2,5 bilhões em bilheteria, segundo a Ancine. Com o público em alta e a disputa por espaço nas telas cada vez mais intensa, a distribuição tem se consolidado como uma das etapas mais estratégicas da cadeia.

  • Dia do Consumidor: Open Finance leva portabilidade de crédito ao ambiente digital e amplia poder de escolha

    Celebrado em 15 de março, o Dia do Consumidor chega em 2026 com uma novidade concreta para quem tem empréstimos e busca melhores condições: a portabilidade de crédito digital via Open Finance, que entrou em operação em fevereiro, permite migrar contratos entre bancos pelo celular, em até três dias úteis, sem precisar ir a uma agência. A medida, regulamentada pelo Banco Central por meio da Resolução Conjunta nº 15/2025 , transforma um processo historicamente burocrático em uma experiência rápida e totalmente digital, e promete aumentar a concorrência entre bancos e fintechs em benefício direto do consumidor. Atualmente, transferir um empréstimo de um banco para outro é um processo manual que exige deslocamento até agências, apresentação de documentos e espera de dias pela resposta. Com o Open Finance, esse processo será substituído por APIs padronizadas que conectam as instituições de forma automática e segura, permitindo que o consumidor migre seus contratos pelo celular, sem contato presencial. "A portabilidade via Open Finance representa uma revolução na autonomia financeira do brasileiro. Estamos eliminando as barreiras que historicamente favoreceram apenas o banco original e devolvendo ao consumidor o poder real de escolha. Quando o cliente pode comparar ofertas e migrar seu crédito em poucos cliques, toda a dinâmica do mercado muda", afirma o CEO da Lina Open X, Alan Mareines.  Open Finance no Brasil atinge 143 milhões de consentimentos ativos O Brasil já se consolidou como a principal potência mundial do Open Finance. Dados do dashboard do Open Finance Brasil indicam que o sistema acumulava, em novembro de 2025, cerca de 143 milhões de consentimentos ativos para compartilhamento de dados entre instituições participantes.   Além disso, o crédito originado via Open Finance alcançou R$ 31 bilhões totais em setembro de 2025, sendo R$ 12 bilhões no primeiro semestre de 2025. Diante desse cenário promissor, a entrada da portabilidade de crédito via Open Finance tende a aprofundar os efeitos do ecossistema no dia a dia do consumidor. “Na prática, o novo modelo reduz o custo e a complexidade de trocar de instituição financeira, permitindo que o cliente busque taxas menores, prazos mais adequados e condições alinhadas ao seu perfil sem precisar renegociar do zero ou enfrentar processos presenciais”, explica Alan . Para o consumidor, o principal benefício está na ampliação do poder de barganha. “Ao autorizar o compartilhamento de dados, o histórico financeiro passa a ser utilizado como ativo competitivo, permitindo ofertas mais personalizadas e diminuindo a dependência do relacionamento exclusivo com o banco de origem. Já para as instituições financeiras e fintechs, a portabilidade digital cria oportunidades de ampliar a base de clientes com menor custo de aquisição, além de estimular ganhos de eficiência operacional”, completa Mareines .  Segundo o Banco Central, a nova portabilidade digital deve ampliar o alcance do Open Finance e aprofundar a integração entre instituições financeiras, eliminando assimetrias de informação e barreiras operacionais que historicamente reduziram a mobilidade no mercado de crédito. Com a troca padronizada de informações, bancos e fintechs passam a disputar o mesmo cliente com acesso equivalente aos dados autorizados, reduzindo a vantagem competitiva do banco original e pressionando o mercado por taxas mais atrativas. A expectativa é que esse ambiente aumente a concorrência e gere impactos diretos na economia real, especialmente em linhas de crédito pessoal e consignado. “Quando falamos em portabilidade de crédito, estamos falando de dinheiro real na conta do brasileiro. A diferença entre uma taxa de 3% e 5% ao mês em um empréstimo de R$ 10 mil pode significar economia de centenas de reais ao longo do contrato. Com o processo digitalizado, essa comparação passa a ser simples e acessível”, afirma o CEO.  Como e quando acontecerá a implementação dessa ferramenta? A portabilidade digital será implementada de forma gradual pelo Banco Central: Fevereiro de 2026 : lançamento para crédito pessoal sem garantia ao público em geral Agosto de 2026 : início dos testes de portabilidade para crédito consignado do setor público federal Novembro de 2026 : lançamento ao público da portabilidade de crédito consignado Etapas posteriores : inclusão de outras modalidades de empréstimo  Por que os brasileiros ainda não se adaptaram ao Open Finance como ao PIX?  Apesar dos avanços regulatórios e tecnológicos, a adoção do Open Finance ainda enfrenta desafios. A pesquisa “Do PIX ao planejamento financeiro: como a tecnologia está mudando nossa relação com o dinheiro” , conduzido pela Lina Open X por meio da plataforma de consumer insights da MindMiners, com 1.000 respondentes brasileiros, mostra que, embora 76,8% dos brasileiros afirmem conhecer o Open Finance, apenas 37,1% autorizaram o compartilhamento de seus dados financeiros. Ao mesmo tempo, o potencial de adesão é elevado: 75,2% dos entrevistados afirmaram que conectariam diferentes bancos e instituições em um único aplicativo via Open Finance, sendo 36,9% com resposta afirmativa e 48,9% de forma condicional, indicando que questões relacionadas à segurança ainda funcionam como principal barreira. O levantamento, também indica que 73,5% dos brasileiros utilizam o Pix como principal meio de pagamento ou com alta frequência e  76,6% reduziram total ou parcialmente o uso de cartão físico após a adoção do Pix. Ademais, 49,8% dos respondentes destacam a rapidez como o maior benefício dessas soluções, indicando que a experiência fluida e imediata foi determinante para a adoção do Pix. No caso do Open Finance, porém, o desafio é maior: trata-se não apenas de autorizar pagamentos, mas de compartilhar informações sensíveis e de longo prazo. Esse contraste ajuda a explicar por que, apesar do alto nível de conhecimento, a adesão ao Open Finance ainda avança de forma mais cautelosa. “Os dados mostram que o brasileiro aderiu rapidamente ao Pix pela conveniência, mas ainda demonstra cautela quando o assunto é o compartilhamento de informações financeiras mais amplas. Para que a portabilidade de crédito via Open Finance ganhe escala, será fundamental investir em educação financeira e comunicação clara sobre os mecanismos de segurança”, finaliza Alan Mareines .

  • Supermercados criam fintechs próprias para ampliar margem e controlar fluxo financeiro

    O setor supermercadista brasileiro registrou faturamento de R$ 1,067 trilhão em 2024, o equivalente a 9,12% do Produto Interno Bruto, segundo o Ranking ABRAS 2025, da Associação Brasileira de Supermercados. O segmento reúne mais de 424 mil lojas e atende cerca de 30 milhões de consumidores por dia.  Ao mesmo tempo, o Banco Central aponta que o Pix segue como o meio de pagamento mais utilizado no país em número de transações, consolidando a digitalização financeira no varejo. Rafael Franco , especialista em tecnologia para operações financeiras e CEO da Alphacode , empresa com mais de 20 anos no desenvolvimento de aplicativos corporativos e mais de 300 projetos entregues, afirma que o cenário abriu espaço para uma mudança estrutural no setor. “A rede supermercadista sempre operou como concentradora de fluxo financeiro. O que mudou foi a possibilidade de capturar valor com estrutura regulada e tecnologia própria”, diz. Para o executivo, o movimento não se resume à criação de um aplicativo, mas à construção de uma engrenagem financeira integrada ao negócio principal. “Quando o supermercado estrutura uma fintech ou opera em parceria com uma plataforma de Banking as a Service, ele passa a monetizar antecipação de recebíveis, crédito ao consumidor e programas financeiros de fidelidade”, afirma.  A antecipação estruturada para fornecedores é uma das principais alavancas. Ao oferecer liquidez antecipada mediante desconto, a rede melhora o relacionamento comercial e amplia poder de barganha. “Margem não nasce na venda, nasce na compra. Se a rede consegue melhorar condições financeiras na cadeia, ela aumenta rentabilidade sem pressionar preço ao consumidor”, explica. No lado do cliente, o crediário próprio, carteiras digitais e programas de cashback ampliam ticket médio e recorrência. Segundo Franco, a diferença em 2026 é que redes regionais também conseguem acessar essa estrutura. “Hoje é possível começar de forma modular, com um produto financeiro específico, e evoluir conforme a maturidade da operação”, destaca. Para redes que pretendem estruturar esse modelo, ele aponta cinco cuidados estratégicos. Antes de avançar, é necessário avaliar onde está a maior oportunidade financeira dentro da operação. O especialista aponta cinco medidas para estruturar fintech no supermercado e ampliar margem com controle de risco A adoção exige planejamento técnico, governança e indicadores claros de retorno.   Definir um caso de uso prioritário Começar por uma frente de impacto imediato, como antecipação para fornecedores ou crédito simples no checkout, reduz risco e permite mensurar resultados. Escolher parceiro com estrutura regulatória sólida Operações financeiras exigem aderência às normas do Banco Central e, quando aplicável, da Comissão de Valores Mobiliários. Avaliar histórico e governança do parceiro é etapa indispensável. Integrar tecnologia ao sistema de gestão A solução precisa estar conectada ao ERP, meios de pagamento e programas de fidelidade. Sem integração, perde-se eficiência operacional e inteligência de dados. Estruturar política rigorosa de crédito e risco Critérios claros de concessão e monitoramento evitam inadimplência descontrolada. “Crédito mal modelado pode comprometer margem em vez de fortalecê-la”, alerta. Medir impacto em margem e capital de giro Cada produto financeiro deve ter indicadores definidos de retorno. A fintech precisa ser ferramenta de eficiência financeira, não apenas inovação estética.   Para Franco, a consolidação do Pix, o avanço do open finance e a ampliação da infraestrutura regulada criaram ambiente favorável para essa transformação. “Supermercado que entende sua operação financeira como ativo estratégico ganha vantagem competitiva real. Não se trata de virar banco, mas de gerir melhor o que já faz diariamente”, conclui.

  • Novo simulador de crédito no Meu INSS vai inovar o consignado

    A criação de um simulador de crédito consignado dentro do aplicativo Meu INSS, conhecido como leilão do consignado INSS , pode transformar a forma como aposentados e pensionistas escolhem suas ofertas de empréstimo. A ferramenta, ainda em desenvolvimento, tem como proposta reunir em um único ambiente digital propostas de diferentes instituições financeiras, permitindo que o beneficiário compare taxas de juros, prazos e valores de parcelas antes de tomar qualquer decisão. Segundo a fintech meutudo, especializada em crédito consignado digital, a novidade pode trazer mais clareza para um processo que hoje muitas vezes ocorre de forma fragmentada, com ofertas chegando por diferentes canais. Comparação de propostas deve estimular concorrência O modelo proposto para o leilão do consignado INSS funciona de maneira simples: o aposentado manifesta interesse em contratar crédito dentro do aplicativo Meu INSS e, a partir disso, instituições financeiras autorizadas poderão apresentar suas ofertas. Com diferentes propostas disponíveis, o beneficiário poderá comparar condições como taxa de juros, prazo de pagamento e valor das parcelas antes de decidir se deseja contratar o empréstimo. Para a meutudo, a concorrência entre instituições no leilão tende a gerar impactos positivos para quem utiliza a modalidade. Isso porque a disputa pelas propostas pode estimular ofertas mais competitivas e ampliar a transparência no mercado . Transparência já é prática no mercado digital A discussão sobre transparência nas ofertas de crédito também acompanha uma tendência do próprio mercado digital. Segundo a meutudo, a fintech já adota uma política de clareza na apresentação das condições de contratação , com informações detalhadas sobre taxas de juros, prazos e valores totais antes da formalização do contrato. Para a empresa, iniciativas como o leilão do consignado INSS reforçam essa evolução , ao ampliar o acesso dos beneficiários às informações e incentivar uma comparação mais direta entre as propostas disponíveis. Processo digital pode aumentar segurança Outro ponto destacado é o potencial de aumento na segurança da contratação. Ao concentrar o processo dentro do ambiente oficial do Meu INSS, o simulador pode ajudar a reduzir problemas recorrentes no mercado de crédito consignado, como abordagens comerciais agressivas ou contratos realizados sem pleno entendimento das condições. Nesse modelo, o próprio beneficiário inicia a busca pelo crédito, visualiza as informações das ofertas e decide se deseja prosseguir com a contratação. A digitalização também pode contribuir para diminuir o risco de golpes e aumentar a confiança no processo, já que as propostas devem ser apresentadas apenas por instituições autorizadas. Mudança pode ampliar autonomia dos beneficiários O leilão do consignado INSS também é visto como um avanço na relação entre consumidores e instituições financeiras. Com acesso direto às informações sobre juros, prazos e valores totais do contrato, aposentados e pensionistas passam a ter mais autonomia para avaliar qual proposta faz sentido para sua realidade financeira. A expectativa é que essa dinâmica incentive escolhas mais conscientes e ajude a tornar o mercado de crédito consignado mais transparente.

  • CloudWalk atinge R$ 7,16 bilhões em receita anualizada e R$ 10 milhões de receita por funcionário em 2025

    A CloudWalk, companhia de tecnologia dona da InfinitePay no Brasil e do JIM.com nos Estados Unidos, encerrou 2025 com R$ 5,44 bilhões em receita, um salto de 104% na comparação com o ano anterior, em base neutra de câmbio. A companhia superou a marca de R$ 7,16 bilhões em receita anualizada em dezembro do ano passado, e atingiu R$ 10 milhões de faturamento por colaborador, com um time enxuto de 720 pessoas. O lucro líquido foi de R$ 602 milhões em 2025, alta de 90% na comparação anual.   Escalar costuma custar velocidade. A CloudWalk escalou e acelerou ao mesmo tempo. O marco definitivo veio em julho de 2025, quando a companhia ultrapassou R$ 5,8 bilhões em receita anualizada, apenas seis anos depois de faturar R$ 11 milhões com o lançamento da InfinitePay no Brasil, em 2019. A trajetória representa uma taxa composta de crescimento anual de 186%. IA Autônoma como Modelo Operacional Os resultados vêm de uma infraestrutura de outro tipo. Alimentada por modelos de linguagem proprietários, pré-treinados em seu próprio cluster de GPUs, uma nova geração de agentes autônomos de IA já desenvolve software, aprova crédito, previne fraudes, fecha vendas, resolve atendimentos e cria campanhas de marketing de forma independente, enquanto humanos definem políticas, tratam exceções e governam o risco. "Toda fintech diz que usa IA. Nós somos uma empresa de IA que, por acaso, opera no setor financeiro", afirmou Luis Silva, CEO e fundador da CloudWalk. "Nossos agentes não auxiliam funcionários, eles executam o trabalho. E agora, com o JIM.com , executam o trabalho para os nossos clientes também. Foi assim que chegamos a R$7,16 bilhões de receita anualizada com apenas 720 pessoas." Expansão nos EUA: JIM.com O Jim.com , primeiro produto construído inteiramente com o modelo de IA autônoma, foi lançado nos Estados Unidos no início de 2025. Jim.com resolve um problema urgente para microempreendedores e trabalhadores autônomos: acesso imediato ao próprio dinheiro.  O aplicativo transforma qualquer smartphone em uma maquininha de pagamento com liquidação instantânea e com uma das melhores tarifas fixa do mercado. A adoção disparou rapidamente pelo boca a boca, alcançando, em questão de meses, dezenas de milhares de lojistas nos 50 estados americanos.  O Jim.com não é apenas um aplicativo de pagamentos. É o primeiro agente financeiro autônomo que trabalha para o empreendedor – e não o contrário. Quando um pagamento é recusado, o agente diagnostica e resolve o problema antes mesmo que o lojista sequer pegue o celular. Quando o fluxo de caixa está em risco, o agente atua antes mesmo de o comerciante perceber. Quando o empreendedor precisa de um site, o agente cria e publica a página a partir dos dados de transação. “Não tem painel. Não tem manual. Não tem curva de aprendizado. O agente toca o negócio e o empreendedor toca a vida”, diz Silva. Brasil: Mais de 6,3 Milhões de Empreendedores No Brasil, a InfinitePay saltou de 3 milhões para 6,3 milhões de empreendedores ativos em 2025 e se tornou o aplicativo de finanças mais baixado da App Store brasileira em dezembro. A CloudWalk obteve licença plena de instituição de crédito junto ao Banco Central, conquistando autonomia total sobre suas operações de crédito e abrindo caminho para produtos de investimento. Em agosto do ano passado, a Fitch Ratings atribuiu à empresa seu primeiro rating: AA-(bra), com Perspectiva Positiva.  O que vem pela frente A CloudWalk está construindo o que chama de Self-Driving Finance – um sistema financeiro autônomo no qual agentes de IA gerenciam pagamentos, crédito, liquidação e decisões estratégicas com intervenção humana mínima. Com operações nos Estados Unidos e no Brasil, e um modelo ganha eficiência conforme escala , a companhia está posicionada para a próxima fase de expansão global. “A maioria das empresas desacelera à medida que cresce. Nós dobramos a receita com um time de 720 pessoas”, afirmou Silva. “O modelo está provado. Agora ele escala.”

  • Claps anuncia primeiro sistema de pagamento de seguros em criptomoedas do Brasil

    O mercado de seguros brasileiro está prestes a dar um passo inédito. A Claps, empresa de tecnologia especializada na digitalização da distribuição de seguros, anuncia o lançamento do primeiro sistema do país que permitirá o pagamento de seguros com criptomoedas, iniciando com Bitcoin e Ethereum, por meio de sua unidade financeira PagueOn.   A novidade marca uma revolução na forma como bancos, cooperativas, grandes corretoras e demais instituições poderão oferecer produtos e receber pagamentos, abrindo caminho para a convergência real entre o setor de seguros e o universo de ativos digitais.   “Estamos criando uma ponte segura entre o ecossistema tradicional e a nova economia digital. O pagamento em cripto será uma alternativa moderna, rastreável e integrada ao fluxo regulado do setor”, afirma Márcio Andrade, CEO da Claps.   Ecossistema integrado para distribuição e pagamentos Mais do que viabilizar pagamentos em criptomoedas, a Claps se posiciona como uma plataforma completa que conecta seguradoras e instituições financeiras em um ambiente digital único, permitindo que bancos e cooperativas criem, personalizem e distribuam seus próprios produtos de seguros – com autonomia total para definir preços, margens, assistências, cashback e benefícios.   Construída sobre uma infraestrutura robusta de APIs, a solução concentra múltiplos produtos de diferentes seguradoras no mesmo ecossistema, simplificando fluxos operacionais e reduzindo custos de integração.   O lançamento do módulo de cripto pela PagueOn complementa a estrutura já existente de cobranças via Pix, boleto, cartão e débito em conta. A unidade também automatiza o repasse de comissões a parceiros, trazendo mais velocidade, segurança e rastreabilidade para toda a jornada financeira.   Segundo Andrade, “a iniciativa atende a um movimento global de modernização dos meios de pagamento e coloca o setor de seguros brasileiro em um novo patamar de inovação”.   Presença nacional e parceiros estratégicos Parte do Grupo MA9, especialista em transformação digital para o sistema financeiro, a Claps possui sede em Aracaju (SE) e escritório em São Paulo (SP). A plataforma já atende instituições como bancos estaduais e mantém parcerias com seguradoras de grande porte.   Com o novo modelo de pagamento em cripto, a empresa se posiciona como protagonista na evolução dos meios de pagamento no setor de seguros, oferecendo mais flexibilidade tanto para instituições distribuidoras quanto para seus clientes. “O mercado de seguros exige velocidade, autonomia e integração. Com o pagamento em criptomoedas, damos um salto tecnológico que reposiciona o setor para a próxima década”, conclui Márcio Andrade.

  • Mercado Bitcoin cresce em 5 vezes a oferta de crédito com criptomoedas, reduz taxas e libera contratação direto pelo App

    Com a taxa média de juros do empréstimo pessoal atingindo 8,5% ao mês no Brasil , o maior nível dos últimos 30 anos, cresce a busca por alternativas ao crédito tradicional. Nesse cenário, modalidades inovadoras, como o crédito com garantia em criptomoedas , começam a ganhar espaço no mercado financeiro. O movimento ocorre em um país que já conta com mais de 25 milhões de investidores em ativos digitais , segundo dados do DataFolha. Diante desse contexto, o MB | Mercado Bitcoin , plataforma de ativos digitais líder na América Latina, ampliou a oferta do CriptoCrédito , solução que permite acessar recursos financeiros utilizando criptomoedas como garantia. A empresa projeta que, até o final de 2026, o volume total de crédito concedido por meio dessa modalidade alcance R$ 100 milhões . Inicialmente, o produto estava disponível exclusivamente por meio do canal de assessores. Com a adesão positiva dos investidores, o Mercado Bitcoin expandiu a oferta para os mais de 4 milhões de clientes da plataforma , aumentando em cinco vezes o volume de empréstimos disponíveis. A nova categoria de crédito tem atraído diferentes perfis de investidores. Alguns buscam recursos para objetivos pessoais, enquanto outros utilizam o capital para reinvestir no próprio mercado de criptomoedas , prática conhecida como alavancagem financeira . De acordo com levantamento realizado pela própria plataforma, 50% dos investidores brasileiros em ativos digitais enxergam essa modalidade de crédito como uma forma de ampliar sua exposição ao mercado cripto , reinvestindo os recursos para potencializar ganhos. O interesse cresce especialmente em períodos de volatilidade, como em momentos de queda no valor de mercado do Bitcoin. Outro fator que impulsiona a adesão é a praticidade da operação. A contratação do crédito não exige análise de score , o valor pode ser recebido em até cinco minutos diretamente na conta do usuário , e todo o processo pode ser realizado 24 horas por dia, sete dias por semana , acompanhando o funcionamento contínuo do mercado de criptomoedas. Segundo Guilherme Pimentel, Diretor de Produtos Exchange do Mercado Bitcoin, a solução permite que investidores acessem liquidez sem abrir mão de seus ativos digitais. “Para muitos investidores, vender criptomoedas para obter liquidez pode significar abrir mão de um potencial de valorização no longo prazo. Com o CriptoCrédito, que é um empréstimo com garantia em criptoativos, não é necessário fazer essa escolha”, afirma o executivo. Ele acrescenta que, além de taxas mais acessíveis e da dispensa de análise de crédito, o histórico de valorização de alguns criptoativos pode, em determinados cenários, superar o custo do empréstimo. “O investidor passa a ter acesso a capital adicional, mantém seus investimentos e ainda pode se beneficiar de eventuais valorizações ao longo do tempo”, explica. Atualmente, a solução funciona com as principais criptomoedas do mercado. Os clientes podem utilizar Bitcoin — considerado o oitavo ativo mais valioso do mundo — ou Ethereum, a segunda maior criptomoeda em valor de mercado , como garantia da operação. No entanto, o Mercado Bitcoin já estuda expandir o modelo para outros ativos digitais, incluindo stablecoins , criptomoedas vinculadas a ativos reais, como moedas fiduciárias (dólar ou euro, por exemplo). Durante todo o período do empréstimo, os criptoativos permanecem retidos na carteira do cliente como garantia , preservando o potencial de valorização enquanto o crédito está ativo. Para a empresa, a expansão desse tipo de solução faz parte de um movimento mais amplo de integração entre serviços financeiros e ativos digitais. “Iniciativas como essa ampliam o acesso dos brasileiros ao universo cripto e reforçam que os ativos digitais deixaram de ser um investimento de nicho, consolidando-se como porta de entrada para soluções financeiras mais eficientes e flexíveis”, conclui Guilherme Pimentel.

  • idwall evolui plataforma all-in-one com foco em orquestração inteligente e autonomia na gestão de identidades

    A idwall, referência em tecnologia para gestão de identidade digital, anuncia hoje a evolução de sua plataforma all-in-one. O movimento consolida a liderança da companhia em biometria, oferecendo a tecnologia de reconhecimento facial mais resiliente e adaptada às características da população brasileira. A nova versão foca em transformar a gestão de risco de um modelo reativo para uma postura proativa, oferecendo autonomia total para que times de fraude e compliance configurem fluxos complexos com agilidade e independência técnica. Desenvolvida para centralizar, em um mesmo ambiente, a análise de Pessoas Física e Jurídicas, através de verificação de biometria, documentos e background, a plataforma evoluiu para atender ambientes de negócios cada vez mais complexos, regulados e expostos a fraudes sofisticadas. A proposta é substituir estruturas fragmentadas por uma gestão centralizada de identidade, equilibrando prevenção a fraudes, eficiência operacional e experiência do usuário. O lançamento responde a dores estruturais enfrentadas por grandes empresas de diferentes segmentos (como marketplaces, instituições financeiras e companhias de tecnologia, por exemplo), que ainda operam com múltiplos fornecedores com dados desconectados, processos manuais de análise de risco e uma constante tensão entre segurança, conversão e eficiência. Em um cenário no qual ameaças como fraudes sintéticas e deepfakes se tornam mais acessíveis, a fragmentação deixa de ser apenas um problema de custo e passa a representar risco direto ao negócio. Ao unificar a gestão de identidades de pessoas e empresas, a plataforma all-in-one  da idwall entrega uma visão inédita de perfis relacionados. Essa capacidade de cruzar dados entre indivíduos, veículos, dispositivos e empresas é o que permite desarticular esquemas sofisticados de fraude e lavagem de dinheiro, garantindo mais segurança e menos fricção para os clientes legítimos. “Hoje, o mercado não sofre apenas com a fraude isolada, mas com a complexidade de gerenciar múltiplos fornecedores, diferentes fluxos para pessoa física e jurídica e a eterna queda de braço entre segurança e experiência do usuário. A evolução da nossa plataforma nasceu para resolver essa fragmentação por meio da orquestração inteligente”, afirma Raphael Melo, cofundador e COO da idwall. A orquestração inteligente é um dos pilares centrais da solução, já que um dos principais gargalos dentro da operação de grandes empresas é a dependência de desenvolvedores para implementar ou ajustar regras de segurança. Por meio do Workflow Manager (uma ferramenta low-code/ no-code), equipes de produto, risco e compliance ganham autonomia para criar, ajustar e automatizar fluxos de decisão de acordo com seu próprio apetite de risco, sem depender de longos ciclos de desenvolvimento. O conceito de fricção inteligente (Smart Friction) orienta esses fluxos, garantindo que a verificação ocorra apenas quando e onde for necessária, preservando a experiência do usuário sem renunciar à segurança. Ou seja, através de múltiplas rotas de validação, é possível aprovar os bons usuários rapidamente e fazer usuários suspeitos passarem por mais camadas de validação, de forma automatizada e no-code. “Saímos da utopia da zero fricção para a realidade da fricção inteligente. A verificação precisa ser eficiente, pontual e estratégica, garantindo segurança onde realmente importa sem comprometer a experiência”, complementa Melo. A plataforma também se destaca pela robustez e amplitude dos dados integrados. São mais de 250 fontes de consulta que atendem às exigências de KYC, KYB, PLD e UBO, além de novas fontes no Background Check incorporadas ao longo de 2025, como consultas a tribunais, verificação de benefícios sociais, e soluções específicas para o ecossistema financeiro. A arquitetura foi desenhada para garantir resiliência operacional, com fallbacks automáticos que mantêm o fluxo de onboarding ativo mesmo quando um provedor externo apresenta instabilidade. No campo da biometria facial, a idwall consolidou sua liderança por meio de um rigoroso ciclo de desenvolvimento de tecnologia proprietária. Antes mesmo de alcançar padrões internacionais, o algoritmo já era submetido a testes contra tentativas de fraude complexas, incluindo o uso de máscaras 2D e 3D, fotos de fotos e reproduções em telas. Após a conquista da certificação iBeta nível 2, a tecnologia continuou em constante evolução, impulsionada pela inteligência de milhões de validações reais realizadas pelos usuários dos clientes da empresa. Esse aprimoramento contínuo, alimentado pela escala e diversidade do mercado brasileiro, garante a detecção de ameaças avançadas, como deepfakes gerados por IA, e ratifica o pioneirismo da idwall como a primeira empresa brasileira com tecnologia nacional a obter este reconhecimento internacional. Ao longo de sua história, a idwall já evitou mais de R$ 8 bilhões em fraudes no mercado, consolidando-se como uma parceira estratégica que transforma a segurança em um facilitador para novos negócios e eficiência operacional. Com um portfólio que atende mais de 400 empresas, a companhia processa dados de praticamente toda a população economicamente ativa do país e de mais de 18 milhões de empresas. Os impactos da plataforma se refletem nos resultados dos clientes: empresas que utilizam as soluções da idwall registram, em média, até 50% de economia nos custos de seus processos de verificação e gestão de risco, além de ganhos relevantes em conversão e previsibilidade regulatória. Entre os clientes da companhia estão Bradesco Saúde, SulAmérica, Shopee, Quinto Andar, Globoplay, Claro, iFood, 99, inDrive e Cloudwalk.

  • Do tapete vermelho ao mercado financeiro: filmes do Oscar viram oportunidade de investimento

    Com a cerimônia do Oscar marcada para este domingo, a corrida pela estatueta também movimenta um mercado pouco visível ao público: o financiamento da distribuição de filmes. No Brasil, investidores já participam dessas operações ao aportar recursos no lançamento de produções indicadas à premiação, como o norueguês Valor Sentimental , com nove indicações, e o espanhol Sirât , indicado em duas categorias. A distribuição das obras no país foi financiada pela Hurst Capital. A visibilidade da premiação tende a ampliar o público dessas produções. Historicamente, filmes estrangeiros indicados ao Oscar registram aumento relevante de audiência após a divulgação dos indicados e durante o período da premiação, o que pode impactar diretamente as receitas de exibição. No Brasil, Valor Sentimental integra uma operação estruturada pela Hurst Capital em parceria com a MUV Capital, que permite aos investidores participar das receitas de distribuição de filmes já finalizados. O modelo é lastreado em recebíveis da exploração comercial e prevê retorno estimado de até 31% ao ano, com participação nas receitas da primeira janela, que inclui salas de cinema, aluguel digital, streaming e TV paga. A operação segue padrão adotado em mercados internacionais e tem atraído investidores que buscam ativos descorrelacionados do mercado financeiro tradicional. “A presença no Oscar tende a ampliar o circuito de exibição e aumentar a procura por ingressos. Se o filme cresce no mercado brasileiro, o retorno aos investidores pode ser impactado positivamente, porque a receita da distribuição acompanha esse movimento”, afirma Laura Rossi, head de investimentos em audiovisual da MUV Capital/Hurst. O reconhecimento internacional costuma funcionar como catalisador comercial para produções independentes, fortalecendo negociações com exibidores, ampliando presença em plataformas digitais e aumentando o valor percebido pelo público. No caso de Valor Sentimental , a combinação entre desempenho crítico, presença em festivais e indicação ao Oscar cria um ambiente favorável para a expansão da distribuição na América Latina. O interesse por esse tipo de operação acompanha a expansão dos investimentos na economia criativa. As estruturas são realizadas por meio de certificados de recebíveis, com aportes a partir de R$ 10 mil e prazos entre quatro e oito meses, dependendo da obra e da estratégia de distribuição. A importância da distribuição ficou ainda mais evidente após a trajetória de Anora , vencedor do Oscar 2025. Mesmo com orçamento reduzido, o filme alcançou grande visibilidade graças a uma campanha de marketing coordenada pela distribuidora NEON, responsável também por Sirât e pelo brasileiro Agente Secreto . O movimento ocorre em paralelo à retomada do setor audiovisual no Brasil. Em 2024, o país superou 125 milhões de ingressos vendidos e movimentou R$ 2,5 bilhões em bilheteria, segundo a Ancine. Com o público em alta e a disputa por espaço nas telas cada vez mais intensa, a distribuição tem se consolidado como uma das etapas mais estratégicas da cadeia. Nesse cenário, a Hurst, por meio da MUV Capital, estruturou um modelo de co-investimento que permite aos investidores participar diretamente do desempenho comercial de filmes já finalizados. Atualmente, a operação reúne cinco títulos internacionais: Sirât , Woman and Child , Dois Procuradores , Surda e Valor Sentimental , todos premiados ou selecionados em festivais internacionais.

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